Capítulo 3

1742 Words
Quem nunca ouviu alguém dizer que não existe ninguém perfeito? Eu já ouvi, e sempre sinto uma grande vontade de rir na cara de quem me fala isso, pois aqui estou eu. Uma pessoa perfeita aos olhos de muitos. Mais eu cheguei a esse nível de perfeição, observando aquilo que os humanos fazem de errado. Eu mostro aquilo que eles querem ver. Eu digo aquilo que eles querem ouvir. Elas são somente o meu objeto de estudo, aquilo que eu descarto como quero, e quando quero. Eles são caminho que me leva a perfeição. Será que sou uma pessoa má, ou só mais esperta que os outros? Entrei dentro do elevador, e apertei o botão que marca o numero do meu andar. Todo o trajeto da academia até o meu apartamento, eu fiz calmamente, como se nada estivesse acontecido, como se fosse a coisa mais normal do mundo ser chamada pra sair. Eu sei que é normal ter encontros, mais pra mim isso é novidade. Mais assim que entrei dentro meu apartamento e tranquei a porta, soltei o ar que parecia que eu estava segurando, me encostei na porta com a mão no coração, que está batendo loucamente. - Que roupa eu visto hoje? - Me desencostei da porta, e corri para o meu quarto. Abri a porta do Closet, e comecei a joga as roupas de um lado para outro, estou nervosa pois irei me encontrar com o Nick, mais também estou nervosa porque esse é meu primeiro encontro. - Achei! - Sorri levantando uma blusa de frio banca de pelinhos, e com botões grande preto na frente, três desses botões fecha e outros dois, é só detalhe. - Pra fica perfeito, só falta a saia de coro. Voltei a joga as roupas que sobrou no closet, no chão. Mais nada desta bendita saia aparecer. - Por favor, que não esteja no balde de roupas suja- Implorei, em quanto saio do meu quarto. Fiz meu caminha até a lavanderia, e assim que abri o cesto de roupa suja, e lá esta ela, mostrando todo o seu brilho debochado, como pode uma pessoa sensata achando que a saia suja está debochando da minha cara. - Tá brincando.- Fechei o cesto. - Eu não tenho roupa. Olha só eu tendo mais um crise por causa de roupa. Como isso é possível? O chão do meu quarto é a maior testemunha de que tenho tantas roupas. E não posso esquecer da minha pequena briga na hora da mudança, não sabia se traria todas as minhas roupas, ou se deixava a metade no meu apartamento. No final das contas, metade do meu guarda roupa veio comigo, e a outra metade ficou lá. Mais mesmo só com a metade do meu guarda roupa aqui, tem o bastante pra mim não ficar reclamando de falta de roupa. Suspirando em derrota, fiz meu caminho de volta para o quarto, mais assim que passei ao lado da maquina de lavar, para poder volta da onde eu vim, o jornal da semana chamou minha atenção. "Possível serial killer ataca novamente" o título do jornal está escrito bem grande e em negrito, o que fez chamar minha atenção. Peguei o jornal na mão, e ao fazer meu caminho de volta para o quarto, joguei o jornal na lata de lixo. - Nada vai tirar minha paz hoje.- Balancei minha cabeça em negativo, e continuei meu caminho. Entrei no meu quarto, e voltei minha atenção para minha bagunça, não posso me deixar abalar por uma saia suja, preciso encontra minha roupa para essa noite. Depois de tanto procurar, joga roupas de um lado para o outro, finalmente achei alguma coisa especial. Como qualquer pessoa normal, peguei todas as roupas que joguei no chão, e as joguei no closet, não tive a menor preocupação de dobra, pois sei que amanhã vou joga tudo no chão novamente. Abri uma das gavetas e peguei um conjunto de lingerie vermelha e rendada, e as deixei em cima da cama, junto com a roupa. Ao entrar no banheiro, tirei minha roupa de academia e as coloquei no cesto de roupas suja, liguei o chuveiro e deixei a água quente cair pelo meu corpo. Lavei meu cabelo e meu corpo. De banho tomado, desliguei o chuveiro, sai do box. Me enrolei na toalha e segui de volta para o meu quarto, parei perto da cama e comecei a me secar, e logo em seguida vesti a lingerie vermelha, e vesti o robe que está pendurado ao lado da cama. Sei que pode parecer muito cedo pra estar me arrumando, sou uma mulher que gosta de se arrumar calmamente, e cuidar de cada detalhe. E porque sou muito lenta pra me arrumar, tenho o costume de sempre para no mundo da lua, quando fico concentrada em alguma coisa, e quando me arrumo, isso me deixa muito concentrada, e dando oportunidade de me distrair com qualquer pensamento. Peguei o secado e o coloquei na tomada, me sentei em frente a penteadeira, branca de vidro, com luzes ao redor do espelho. Comecei a secar o cabelo só balançando o secador, o plano de hoje, é não parecer uma estrela de serie teen, mais sim parecer uma mulher sexy, poderosa e bem resolvida com a vida. Então passando o secador assim, meu cabelo está ficando um bagunçado sexy, por causa da minha personagem, meus cabelos estão com aplique, os deixando bater na minha cintura, peguei o babyliss, e comecei a enrolar as pontas, até a metade. Com ajuda do pente, deixei os cachos mais soltos, coloquei os dedos dentro do meu cabelo, e comecei a fazer uma leve bagunça com os dedos. Para ter certeza que ele ficara assim até o final do encontro, passei spray, mais não usei muito para não fica duro ou grudento. Passei um dos creme em meu rosto, para hidratar a pele, antes de começar a usar as maquiagens. Esperando o creme secar, sai do meu quarto, e comecei a andar pra cozinha, atrás de alguma coisa para mim comer. Abri a geladeira e peguei um suco de laranja de caixinha pequena, e coloquei em cima da bancada, e fui até a porta mais alta do armário, onde fica guardado as melhores besteiras. Peguei um salgadinho de batata, passei pela bancada pegando meu suco, e indo me sentar em frente a grande janela. Sempre gostei de observar as pessoas, é através delas que eu sei exatamente como devo ser. Foi assim que me tornei essa pessoa tão...perfeita. Eu aprendi a lê-las, e assim sempre sei o que elas querem ouvir de mim. É como eu disse, sou perfeita. - De dia?- Perguntei assim que Lorena entrou no apartamento, e com sigo trazendo o cheiro forte de sangue fresco. - Infelizmente as pessoas ainda não sabe com quem devem mexer. - Lorena se sentou na cadeira, também virada pra janela. Ela abriu seu sobretudo branco, e por baixo deixou a mostra sua blusa cinza, toda suja de sangue. - Era uma bela blusa.- Suspirei tomando meu suco. - Eu sei, mas eu fiz ele sofrer.- Lorena deu de ombro. - O que tanto você olha? - Gosto de olhar esses seres humanos patéticos vivendo suas belas vidas, e se achando os donos do mundo.- Dei uma risadinha. - Queria ver como seria a vida deles, se soube-se que só estão vivos porque queremos. Será que eles estão prontos para um terremoto? Sorri maliciosamente balançando meus dedo, causando um leve temor, mas nada que os humanos sentiria. - Você está de bom humor. - Observou Lorena sorrindo. - Tenho um encontro.- Deixei o salgadinho e o suco de lado no sofá. - Preciso me arrumar, mais continua apreciando a vista, quem sabe assim você aprende um pouco mais com os humanos como agir, e não fazer nada e******o durante o dia. - Posso apreciar a vista depois do banho, e eu não resisti a fazer o que eu fiz, ele mereceu.- Ela também se velando, e segui seu caminho pro seu quarto, e eu voltei pro meu. Voltei novamente para meu quarto, e me sentei em frente a penteadeira, e comecei a fazer a maquiagem. Fiz um esfumado vermelho e passando um dourado claro no centro, no canto dos olhos, passei um branco, dando destaque. Fiz um delineado, coloquei um cílios postiço, mais não muito grande, escolhi um tamanho mais natural, e passei o rímel. Fui ao banheiro escovar os dentes, ao volta pro quarto, tirei o robe, e comecei a vesti minha roupa. Coloquei um vestido vermelho que bate no meio da minha coxa, manga longa de renda e sem decote, ele e apertado no b***o, mais da cintura pra baixo, ele é solto. No meio da barriga, coloquei um cinto preto, com a fivela tendo a marca registrada da Gucci . Pelo vestido ser curto, coloquei uma bota cano longo cinco dedos acima do joelho, também preto, pra combinar com o cinto. Voltei para o espelho, peguei um batom e passei no meus lábios. Um sorri apareceu em meus lábios pintados com a minha marca registrada...vermelho sangue. - Perfeita.- Sai do meu quarto apagando a luz, e pegando a bolsa preta pendurada na porta. - Acredita-se que o serial Killer seja um homem entre seus 25 a 39 anos, ainda não a testemunha, mas a policial esta fazendo o possível para o encontra-lo... - Cheguei na sala, encontrei Lorena com a televisão ligada na reportagem. - Por que acham que é um homem? - Ela me pergunto assim que me sentei ao seu lado. - Porque eles não acha que uma mulher é capas de matar um motoqueiro, de uma gangue e que pese 90 kg. - Suspirei. - Somos o sexo frágil. Humanos machistas. - Nas paredes de cada assassinato, ele deixa sua marca registrada.- A jornalista continuo falando.- A pericia está estudando o caso, assim que tivermos mais informações, estaremos trazendo para vocês. A campainha do apartamento tocou, antes que a gente pudesse dizer mais alguma coisa. - Tenha uma boa noite.- Me levantei pegando minha bolsa. - Se divirta, e não faça nada que eu não faria.- Brinco ela. - Você também, fique em casa, temos um assassino andando pelas ruas de Seattle.- Fui irônica. Andei até a porta e a abri. - Nick.- Sorri o olhando. - Anabel, você está linda.- Ele me estico a mão, pra mim a pegar.- O carro nos esperando, vamos? - Vamos.- Fechei a porta atrás de mim.
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