Capítulo 5

1177 Words
"Por que há duas sombras embaixo de uma só luz? Acho que algo mais em mim acordou Eu sou uma monstrinha, tenha medo de mim Te incomodo, te fazendo sonhar apenas comigo." Irene & Seulgi - Monster - Como posso te ajudar?- Ela foi sínica o suficiente para me fazer está pergunta. - Você pode me ajudar, me dando sua vida.- Sorri me aproximando.- Isso vai acalmar o monstro que levianamente você acordou. - Desculpa, eu não entendi.- Ela foi dando passos para trás, em quanto eu me aproximo. - Sabe aquele lindo homem que entrou neste restaurante?- Perguntei. - Lembro sim, o senhor Walker.- Ela me respondeu. - Pois bem, ele é meu marido, e descaradamente você deu em cima dele. - Peguei seus ombros, e bati suas costas na parede que divide as duas portas da cabine do banheiro.- E eu sou meio obsessiva em relação a ele, sabe como é né? - Não tem aliança em seu dedo.- Ela teve a cachorra de me falar isso. - A minha sumiu, então estamos esperando uma exclusiva chegar de fora do pais. -Dei de ombro, deixando minha mentira mais realista.- Sabe como é né? Sou uma exigente, e não gosto de coisas que qualquer um pode comprar, e como ele me ama muito, me mima dando tudo que eu quero. - Isso é bom.- Ela balançou a cabeça. - É sim, mais não vim aqui conversar sobre isso com você.- Peguei em seu cabelo, e a arrastei até ficarmos de frente para o grande espelho em cima da bela pia de mármore. - Eu sou um pouco possesiva, posso me arriscar e dizer que também sou um pouco obsessiva, e não gosto de ninguém desejando o que é meu, igual como você fez quando chegamos. - Você é doente.- Ela falou me olhando através do espelho, comigo ainda segurando seu cabelo. - Talvez.- Fiz biquinho de desdém para ela. - Como estamos em um lugar publico, eu infelizmente não posso fazer aquilo que realmente desejo com você, pois a qualquer momento iram sentir sua falta. Então meus planos mudaram, mais pode ter certeza que vai doer... muito. Com a mão entre seu cabelo, segurei seu olhar com os meus olhos que começou a aparecer chamas vermelhas igual fogo. - O que você está fazendo?- Ela se debateu em minhas mãos. - Te levando para o seu maior pesadelo.- Sussurrei em seu ouvido, com meus lábios pintados de vermelho, transmitindo toda a maldade em meu sorriso malicioso. Ela foi parando de se debater aos poucos, e seus olhos começaram a ficar branco por causa da magia que meus olhos estava causando dela. - Vamos descobrir qual é seu maior medo, passarinho. - Entrei em sua mente. A primeira coisa que vi assim que já me encontro em sua mente, é uma floresta, porem essa é diferente da que aparece em meus sonhos. O ar de maldade da minha floresta está em todos os lugares, e nesta floresta, a única maldade aqui, sou eu. - Passarinho, cadê você?- A chamei. Comecei a andar pela floresta atrás dela, mais um dos caminhos que eu fiz, me levou para uma estrada muito molhada pela chuva que começou a cair muito forte. Um carro está vindo em alta velocidade em minha direção, e no volante está ela. - Vai com calma Marina! - Uma mulher de meia idade, no banco da passageiro pediu. - Calma mãe, estou indo de vagar. - Ela recamou. - Vocês deveriam ter ficado em casa, se fosse para vir e ficar reclamando da forma que eu dirijo. Em sua mente pude ver que apesar de todo o medo que ela sentiu naquela época, ela nunca falou para ninguém, pois nada aconteceu durante a viagem por essa estrada. - Vamos deixar a historia mais interessante.- Sorri maliciosa. Com um movimento da minha mão, causei um tremor no chão, e começou a cair granizo junto com a chuva. E isso foi o suficiente para ela perde totalmente o controle do carro. O carro começou a deslizar pela estrada, até cair em um barranco onde começou a capotar até parar de cabeça para baixo. Desci todo o barranco calmamente até parar ao lado do carro destruído. - Mamãe, acorda.- Ouvi a voz dela, assim que parei ao lado do carro. Sem ter uma resposta, ela saiu do carro se arrastando no chão, e foi até o banco de trás, puxando o corpo de uma criança. - Harry, acorda e olha pra mim.- Ela pediu chorando. Mais assim como com a mãe dela, não ouve uma resposta por parte da criança. - Você os matou!- Acusei parando do meu lado, porem de pé. - Não!- Ela gritou apertando o corpo da criança.- Foi sem querer. - Não foi, você queria fazer isso.- Me abaixei ficando de frete pra ela, e na sua altura.- Você queria acabar com eles, não os suportava mais. - Mentira.- Ela balançou a cabeça freneticamente. - Verdade, olha o sangue da morte deles em suas mãos.- A olhei de uma forma acusadora.- Você os matou, por puro egoísmo. - Não, não.- Ela começou a balança seu corpo pra frete e para trás, em quanto n**a. Meus olhos voltou para a nossa imagem em frente ao espelho, e aos poucos o tom verde de seus olhos voltou. Seus olhos estão vermelhos e suas bochechas molhadas pelo choro. - Eu não os matei. - Ela negou. - Não os matou, mais enquanto você estiver dentro deste prédio, ira carregar a culpa pela morte deles.- Falei baixinho em seu ouvido. - Mais quando você estiver indo pra casa, vai ser como se nada tivesse acontecido aqui. Será como se nunca tivéssemos essa conversa no banheiro, certo? - Certo.- Ela concordou. Ela está em uma espécie de hipnose, então tudo que eu pedir para ela fazer, ela ira e sem fazer perguntas. - Boa menina.- Soltei seu cabelo, e ela teve que se apoiar na pia por causa das pernas tremulas. Dei uma ultima olhada no espelho, para ter certeza que os olhos azuis está de volta, e que não tem nada fora do lugar, com meu cabelo e maquiagem. - Tenha uma boa noite.- Sorri doce para ela. - Igualmente.- Ela desejou. Destranquei a porta do banheiro, e ao sair pra fora deixei a minha parte nada agradável para trás, e voltei a ser a bela e amável garota doce. Fiz o caminho de volta para minha mesa, coloquei a bolsa de volta no lugar e me sentei novamente de frente para o Nick. - Já fez nosso pedido? - Perguntei sorrindo docemente. - Já sim.- Confirmou. - E o que é?- Perguntei animada. - Surpresa.- Ele pegou minha mão por cima da mesa.- Não erra isso que você queria? - Verdade, vamos deixar você me suspender novamente.- Apertei levante sua mão. E assim segui nosso jantar, com muita conversa, provocação e muito flerte. Quem me vise agora, não acreditaria que boa mulher naquela mesa, é a mesma que a poucos minutos atrás, estava torturando uma outra mulher, psicologicamente.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD