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1872 Words

A porta do térreo dá sinal de cansaço quando nossos ombros colidem pela sexta vez contra. — Falta pouco agora — diz Romy com a lanterna na mão enquanto eu e o outro professor se prepara para outra sequência de batidas de ombros. — De novo? — pergunto. — De novo — ele concorda. Suspiro. Estou odiando a água que circulam pelos meus tornozelos. Só está me atrapalhando a conseguir arrombar essa porta para ver Angus. Voltamos a golpear a porta com os ombros. O ferro da porta é amassado, junto dele se acompanham nossas queixas de dor e os gritos de incentivo de Romy. A porta finalmente cede, o lado de fora é revelado e o tronco de árvore que estava emperrando a porta escorre pelas escadas do subsolo. Acabando por ser levado pela correnteza. — O térreo virou uma piscina — comenta o profes

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