Diogo Deitei ao seu lado ainda trêmulo do amor que tínhamos acabado de fazer. Como tinha sentido saudade dessa i********e e cumplicidade. Ela estava nua, de olhos fechados, respirando ainda meio apressada, se acalmando aos poucos, e observei o suor que escorria pela sua barriga e fazia uma pequena pocinha no seu umbigo. Baixei minha cabeça e o lambi, sentindo seu sabor salgado na minha língua. Deitei minha cabeça ali, sentindo suas mãos em meus cabelos, enquanto acariciava sem pressa seus quadris com a ponta dos meus dedos. — É assim que sonho estar com você todas as noites. — Eu também. — Ela falou entrelaçando nossas mãos. — Só me sinto completa quando estou com você. — Está muito difícil continuar fingindo. — Murmurei. — Eu sei. — Eu disse baixinho. — Às vezes é quase insuportável

