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Amor sem Fronteiras 3. A Herança do Escorpião n***o

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Blurb

SINOPSE:

Dion Paixão Barny descobriu cedo demais o que é perder.

Mesmo rodeado de amor, cresceu com o peso de um nome que carregava guerras, luto e promessas que jamais seriam cumpridas.

Aos cinco anos, perdeu o pai.Aos doze, conheceu o homem que mudaria tudo: Vicente Bastos — braços firmes, presença imbatível, amor silencioso.

Com ele, aprendeu a cair com honra e levantar com propósito.

Criado pela força incansável de Laura Paixão, treinado sob os olhos vigilantes de Ricardo, Rafael e Vicente, Dion cresceu entre códigos, suor e silêncio.

O silêncio dos Escorpiões.

O silêncio que antecede a guerra.

Mas nada o preparou para o que viria depois.

Na realização de seu maior sonho — estudar na melhor universidade da França — Dion acreditou que finalmente teria paz.

Mas a paz...nunca foi feita para homens como ele.

Quando a viu pela primeira vez, algo dentro dele cedeu.

Como se o mundo inteiro recuasse um passo…e deixasse apenas os dois diante do abismo.

Ele só não sabia que cair...seria inevitável.

Agora, o homem treinado para resistir ao mundo inteiro,vai precisar resistir a si mesmo.

Porque há amores que chegam como consolo.

E há amores que vêm como sentença.

Ela era um labirinto sem mapa.uma cicatriz aberta no meio da pele.

E Dion…Dion era veneno contido em frascos de silêncio.

Quando ela cruzou o caminho dele, não foi paixão.

Foi colisão.

Foi o caos com cheiro de lavanda e gritos guardados atrás dos olhos.

Ela o fez rir — e ele não ria.

Ela o fez sentir — e ele já não sentia.

Ela o fez amar — e isso... foi a parte que mais doeu.Porque amar, pra Dion, nunca foi leve.

Foi guerra.E guerra... ele conhecia bem demais.

Mas ela carregava segredos.

E Dion, fantasmas.

Ambos filhos da perda.

Ambos treinados pela dor.

Eles tentaram.

Se magoaram.

Se perderam.

Ela foi embora carregando no ventre a prova de que existiu algo verdadeiro.

Ele ficou… carregando nos olhos o peso de quem não soube segurar.

Mas alguns destinos se escrevem com sangue.

E alguns nomes, com legado.

Agora, de volta à Quinta do Barny, com o passado batendo à porta e o futuro crescendo no ventre de quem ele ama, Dion vai precisar escolher:

Fugir...Ou enfrentar.

Porque quando um Escorpião ama, ele não recua.

Ele morde.

Ele protege.

Ele mata.

E talvez, pela primeira vez na vida, Dion não lute por honra.

Não lute por herança.

Não lute por nome.Talvez... ele lute só por ela.Nem mais uma vez.

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Prólogo.
O Escorpião Nunca Dorme Juro que não queria estar aqui. Festa universitária. Bebida barata. Gente gritando. Corpos suados dançando sem ritmo. Mas meus amigos insistiram: — Vai, Dion… desliga um pouco. Como se fosse simples. Como se fosse só apertar um botão e esquecer quem eu sou. Esquecer o que carrego. O peso do nome Paixão Barny. O fardo de ser filho de uma lenda... e herdeiro de uma guerra. Mas eu vim. Pela primeira vez em meses, eu vim. Me joguei num canto escuro da varanda, num daqueles sofás que ninguém olha duas vezes. Não queria companhia. Queria só ar. Silêncio. Esquecimento. E foi aí que ela entrou. Não sei explicar. Só gostaria que fosse mais uma garota cruzando a porta como tantas outras. Mas o mundo pareceu silenciar só pra ela passar. A risada cortou o ar. O brilho no olho, o andar seguro, o cabelo preso como se fosse descuido — mas eu sabia que não era. E então começou. A música subiu. Ela desceu. Desceu com o corpo. Com o quadril. Com aquele rebolado maldito que me fez esquecer como se respira. A saia minúscula tremulava como provocação divina. Caralh0. Dizem que as vidas dos pais se repetem nos filhos. Será que estamos todos condenados? Condenados a desejar o que destrói? A ver o inferno... e querer dançar com ele? Porque eu tô aqui, vendo isso. Pior: desejando isso. Desejando essa dança que não é só dança. É possessão. É pecado. É uma mulher que estou vendo ela nua… só pra mim. P0rra, por que eu sentei bem aqui? Não tem outro lugar nessa festa? Não tem outro maldito sofá longe desse palco improvisado? Olha pra onde ela joga o quadril. Olha o jeito que ela sorri enquanto gira. Olha a p0rra dessa saia que cobre tudo e nada ao mesmo tempo. Se eu tô assim… imagina aquele put0 ali que já entrou nela. A esse desejo que ela já traz no corpo. Porque essa mulher não dança pra se mostrar. Ela dança pra se vingar. De alguém. De algo. Ou talvez de todos nós. Ai que ódi0. Quero ir embora. Mas o Theo e o Noah já estão de cara feia pra mim. Devem estar pensando que eu sou um ingrato. Um insensível. Se ao menos soubessem o que tá passando aqui dentro. Se ao menos eu pudesse olhar pra outro lugar. Mas não dá. Ela tá ali. E o mundo, nesse momento, é só ela dançando. E eu… fodid0. Fingindo que não tô ficando de p4u duro vendo a p0rra do destino se repetir diante dos meus olhos. E então ela olhou pra mim. Por um segundo, só um segundo, nossos olhos se encontraram. Azuis. Intactos. Atrevidos. E os meus… p0rra, os meus congelaram. A música seguiu. A dança também. Mas dentro de mim, o tempo parou. Flashback… — Você dança? — ela perguntou naquele quarto abafado. Com os cabelos soltos, o batom borrado, e a respiração ainda acelerada. — Um pouco — respondi, tentando manter a voz firme. Mas ela já tava ali. As mãos na minha camisa. Os dedos subindo devagar. Acariciando o escorpião tatuado no meu peito como se ele fosse uma coisa viva. Aquele toque… Uma força suave, precisa, me empurrando de costas até me deitar na cama. Ela se sentou em mim. E rebolou. Devagar. Provocante. Com raiva. Com fome. De volta ao presente: Aquele olhar. Aquele olhar. O convite mudo pra eu entrar nela. P0rra. Ainda bem que acabou. Ainda bem que isso foi enterrado naquele quarto, naquela noite, naquela loucura. Olhei de novo. Ela agora estava no balcão com a Paty e a Bia. Rindo. Despretensiosa. Como se não tivesse acabado de revirar o inferno dentro de mim. Acho que agora eu consigo não olhar, né? Acho. Talvez. Put4 que pariu. P0rra. Definitivamente essa não é a minha noite. E foi aí que eu vi. Ele colocou um comprimido no copo dela. Simples assim. Rápido. Sujo. Ela saiu em direção ao banheiro rindo, sem imaginar a merda que quase bebeu. Fechei os olhos. Respirei fundo. Merd4. Eu odeio me envolver. Mas eu me conheço. Eu não carrego sangue. Carrego veneno. Ela estava voltando. Me levantei. Caminhei com calma na direção dela. Fingi perder o equilíbrio e, com a mão certa, derrubei o copo antes que ela encostasse na boca. — Ei! — ela gritou, o líquido escorrendo pelas pernas. — Qual é o seu problema?! Não respondi. Só olhei. Aquele olhar. Aquele olhar que atravessa o peito. Que grita antes da voz sair. Eu reconheço ódio. Treino pra isso. Eu nem sei o nome dela. Ou talvez saiba. Mas não quero dizer em voz alta. Porque dizer... seria aceitar que ela entrou. O tapa veio seco. Estalou no meu rosto com uma força que não era só dela. Talvez fosse do mundo. Ou da dor dela. Ou da minha. Meu veneno subiu pela garganta. Engoli. Dei as costas. Mas ela… Ela não parou. — SEU MERD4! — ela gritou atrás de mim. — VOCÊ ACHA QUE TEM O DIREITO DE ME SALVAR E SUMIR?! — COVARDE! ESCUTA O QUE EU TÔ DIZENDO! A rua ainda fervia com o som da música da festa, as luzes piscando ao fundo, mas pra mim só havia o som da voz dela — cortante, desesperada. Acelerei o passo. Entrei no primeiro beco escuro que vi, só pra respirar, só pra fugir da p0rra do mundo que ela virou ao meu redor. Mas ela veio atrás. — OLHA PRA MIM, DION! — VOCÊ F0DE MINHA NOITE E ACHA QUE VAI SAIR ANDANDO? Minha mandíbula travou. Meus punhos fecharam. Eu queria manter a calma. Mas minha cabeça estava um turbilhão. Ela me alcançou. Parou na minha frente, ofegante, com os olhos em brasa e a boca trêmula. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ela começou a me bater no peito com os punhos fechados. — SEU FILHO DA PUT4! — cada soco era um grito — — VOCÊ NÃO É MELHOR QUE NINGUÉM! — VOCÊ ACHA QUE SABE DE TUDO! — QUE É UM HERÓI! MAS É SÓ UM FUGITIVO DE SI MESMO! As batidas dela não machucavam o corpo. Mas por dentro… Caralh0, por dentro, parecia que ela quebrava cada pedaço que eu escondia. Fechei os olhos. Respirei. Nada adiantava. Me afastei. Saí da frente. E ela… seguiu. Mesmo soluçando. Mesmo cambaleando nos próprios passos. — VOCÊ NÃO TEM O DIREITO DE SUMIR ASSIM! — DE ME OLHAR COMO SE EU FOSSE UM PROBLEMA! Pisei fundo no chão de pedra. O beco cheirava a cigarro velho, chuva seca e a P0rra do perfume dela ainda no ar. Paz. Eu só queria paz. Mas ela é guerra. Guerra de carne, de cheiro, de voz. E eu… Eu tô no meio do campo de batalha com o peito aberto. Queria fugir. Mas cada passo dela me arrasta de volta. E o f0da é isso. Ela não me deixa respirar. E eu... Eu tô ficando viciado nessa falta de ar. Minha respiração fica ofegante. Coração acelerado. Meus ensinamentos sobre equilíbrio? Foram pra casa do Caralh0. Virei. Olhei nos olhos dela. Maxilar travado. Punhos cerrados. E alguma coisa… virou. Minhas mãos foram para o rosto dela. Beijei. Pronto. Ela se calou. Mas… a língua dela tocou a minha. E meu corpo… respondeu. Meu p4u pulsou. Caralhooooo. Que tesã0 da P0rra. A empurrei contra a parede do beco. Estava escuro. Só nós dois. A saia minúscula não ajudava. Minhas mãos foram rápidas. Rasguei a calcinha. Entrei. Ela estava ensopada. Como se estivesse esperando por isso. Como se tivesse desejado isso antes mesmo de me ver. P0rra … eu também precisava disso. Com raiva. Com desejo. Com dor. Estoquei fundo. Lento. Forte. Cru3l. Ela gemeu no meu ouvido. E cada gemido era como terapia. Meu peito acalmando. Minha mente silenciando. Como se o corpo dela tivesse sido feito pra isso: me curar. Os olhos dela… Azuis. Molhados. Encontraram os meus. Verdes. Ardendo. Não queria ver. Fechei os olhos. Beijei de novo. E então… Senti o líquido quente envolvendo meu p4u. Ela g0zou. P0rra. Que delícia. A peguei no colo, sem tirar de dentro. A parede rangia atrás dela. A batida aumentava. Ela gemia mais alto. E então… — Dion… — ela gemeu. Gemeu meu nome? F0da-se. Isso me arrebentou. G0zei. Mas tirei a tempo. Joguei tudo na parede. Na pedra fria do beco. Sem pensar. Olhei pra ela. Ainda sem palavras. Só respiração ofegante. Só silêncio. A coloquei no chão. O único som que saiu da minha boca foi: — Desculpa. Amanhã… te dou uma calcinha nova. Fechei a calça. E saí. —DIOOOOOON. Ela gritou. — Eu não preciso que você me ame de volta. Eu só queria que você tivesse ficado. Que não fugisse toda vez que eu tentasse te dar um lugar no meu mundo. Mas parece que você só veio pra me mostrar como é perder… até o que eu nunca tive. E fui embora. Sem olhar pra trás.

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