Capítulo 11 Porque com ele, eu sou fêmea, sou abrigo, sou tudo — e sou inteira. — Minha Eva... olha que delícia. Ela subia as escadas com a naturalidade de quem sabe ser desejada. Ele a seguiu, admirando cada curva. Ao entrarem no quarto, Laura seguiu direto para o banheiro, sem dizer nada. Rafael deixou as roupas sobre a cadeira no canto e parou na porta do box. A água caía quente, densa. Laura estava de costas, com as mãos nos cabelos, os olhos fechados. — Se toca pra mim, amor — pediu ele, com a voz rouca de desejo. — Deixa eu ver você. Ela abriu os olhos e sorriu com malícia. Virou de frente, encostou-se na parede fria e deslizou a mão entre as pernas, devagar. Começou com toques suaves, provocando os próprios gemidos. Depois, com mais pressão, mais desejo. Os dedos rápidos, circ

