Capítulo 12 Porque quando uma mãe sente o chamado, não há mar, nem distância, nem noite que a detenha. Ela gemeu com a boca cheia, como quem agradece o elogio, e aumentou o ritmo. Uma das mãos massageava os testículos com delicadeza, enquanto a outra mantinha firmeza no controle dos movimentos. Sugava com mais intensidade, fazia sons molhados de propósito, soltava e voltava a envolver com a língua. Ele agarrava os lençóis. As coxas tremiam. — Ah, caralhoooo, Laura! Tá demais... p0rra...Que delícia! Ela parou por um segundo, deixou a saliva escorrer do canto da boca, e olhou pra ele com malícia. — Isso tudo… é pra você lembrar que essa boca aqui… é sua. Sua. E voltou. Mais selvagem. Mais voraz. Passou a língua por baixo, lambeu os testículos, e voltou ao topo, o sugando com vontade.

