Anna Winslow Os lábios dele se movem novamente, dessa vez mais firmes, subindo até a linha da mandíbula. Os dedos encontram minha cintura, deslizando pelas laterais do corpo, leves, quase uma carícia imaginada. O espelho diante de nós revela tudo, o contraste das peles, o reflexo dos olhares, a tensão suspensa no ar. Sinto os lábios dele tocarem a base do meu pescoço, descendo um pouco mais, e o ar me foge por completo. As mãos dele exploram com maestria, sem urgência, apenas o bastante para deixar uma trilha de calor onde passam. Um toque sutil no quadril, outro na curva do braço, outro na minha coxa perto demais da minha i********e. Tudo é medido, mas o efeito é devastador. Meus olhos se fecham por instinto, mas ele murmura próximo demais: — Não fecha os olhos, Anna. Obedeço. E

