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O herdeiro do morro da Rocinha, [15/06/2023 23:35] Capítulo 31 Lorenzo narrando Eu encaro a Silvia saindo de dentro da boca principal e encaro MT.  Achei que tinha dito que vocês nunca tiveram nada.  A gente nunca teve nada – MT fala  E o que foi isso?‼️  Um abraço Lorenzo – ele fala – você nãos abe o que é isso?  Eu sei, mas isso quer dizer muita coisa.  Eu jamais transei com a Silvia, é isso que quer saber, não. Sabe porque? – ele pergunta – porque eu nunca a vi como uma mulher e sim como uma menina.  Sei – eu falo  Meninos – minha mãe fala entrando dentro da boca – que clima pesado é esse aqui?  Nada não – MT fala – aqui fiz o relatórios que você pediu.  Que relatórios? – eu pergunto  Do que está entrando – minha mãe fala – estamos vendendo como nunca mesmo com aqueles idiotas do Rogui terem feito o que fizeram.  Com a idéia do Ph, com certeza a gente mais atrapalhou eles do que eles a gente. – eu falo  Isso eu tenho certeza – minha mãe fala e coloca as coisas dela em cima do balcão – mas, vocês sabe que o grande baile es´ta chegando, vamos abrir para muita gente, e precisamos ter drogas , o triplo.  O carregamento está chegando , fica tranquila – MT fala – tudo conforme tem que ser, com o laboratório que Lk e Mauro criaram no galpão, estamos produzindo muito, tanto quanto estamos vendendo.  Isso me deixa tranquila. O telefone da minha mãe toca e eu vejo o número e acho estranho quando leio Tea.  Quem é Tea mãe? – eu pergunto para ela.  Uma amiga antiga – ela fala – depois eu atendo – ela desliga a chamada. Na minha cabeça nessa mesma hora só me veio a Tea da Silvia na cabeça, eu fico a encarando e pensando, porque ela teria uma ligação dessa pessoa? Tea era um nome o quanto estranho e quase ninguém usava ele. Eu volto para boca e encontro meu pai sentado conversando com Ph.  A mamãe continua estranha? – eu pergunto  Como assim? – Rk pergunta  Estranha – eur expondo – com as saídas dela.  Não, pior que não , eu coloquei gente atrás dela e ela não saiu mais.  Quem sabe ela descobriu né? – Ph pergunta  Porque? – Rk pergunta  Eu vi uma coisa estranha – eu respondo  O que?  O nome Tea em uma ligação.  E o que tem esse nome? – meu pai pergunta  Foi a mulher que criou a Silvia – eu respondo  Mas ela já estava estranha antes da Silvia aparecer aqui nesse morro – Rk fala  Ai que está – eu respondo – será que ela não estava investigando Silvia bem antes? – eu pergunto  E porque ela faria isso? – Ph pergunta  Pelas dividas, talvez – eu respondo  Lorenzo – meu pai fala.  Nada não, devo está viajando, deve ser uma amiga dela.  Lorenzo – meu pai chama. Eu vou até o começo do morro e puxo um baseado e fico pensando no que a minha mãe poderia está fazendo e aprontando. O herdeiro do morro da Rocinha, [15/06/2023 23:47] Capítulo 32 Silvia narrando Eu começo a subir para casa de Lorenzo e subo o mais rápido possível, odiava passar perto da boca e ver todos aqueles traficantes, é quando uma garota me para e eu na hora vejo que era a Amanda.  Você – ela fala me encarando  Oi – eu respondo  Você mora na casa do meu primo?  Aranha?  Eu tenho medo de aranha, você também tem? – ela pergunta  Não muito, gosto de pisar nelas.  Eu não, eu corro , grito, me desespero, meu pai e meu irmão me chama de doida, sou um pouco – eu abro um sorriso – eu comprei uma passagem – ela me entrega uma passagem – na verdade diversas.  Para onde? – eu pergunto lendo  Portugual, era um lugar lindo nas fotos, comprei um monte para aproveitar – ela fala – você quer ir comigo? – eu a encaro e sorrio.  Eu adoraria.  Lorenzo vai também – ela fala  Não vou mais – eu respondo  Você não gosta dele? – ela pergunta – ele é legal. Ele gosta de mim, ele me defende, ele me traz chocolate e até me leva tomar açãi.  Você tem certeza que estamos falando da mesma pessoa?  Só existe um Lorenzo aqui e ele não tem medo de aranha, ele tem uma tatuada no pescoço.  Sim, eu vi – eu respondo  Você é legal, eu gostei de você, você tem o sorriso da minha mãe.  Sua mãe? – eu pergunto – Samanta?  Não, da Jéssica – ela responde  Jéssica? – eu pergunto  Ela morreu no parto, mas eu tenho foto dela, um dia eu te mostro. Você tem o mesmo sorriso dela. – ela fala encostando em meu rosto.  Ela morreu no parto do seu irmão mais novo? – eu pergunto  Não, do meu – ela fala sorrindo – Samanta que salvou a minha vida, mas eu sonho com ela todas as noites, ela é linda, assim como você. E tem o mesmo sorriso, ela também tem covinhas que nem você – eu sorrio.  Você também é linda e deve ser linda que nem ela.  Obrigada – ela fala  Amanda – eu olho para o lado e o pai dela se aproxima – tudo bem aqui? – ele era o sub do morro, o Ph.  Eu estava conversando com a minha amiga , só eu não sei o nome – ela fala  Silvia – eu respondo  Ela vai viajar comigo para Portugual – Ph me encara – mas não vai com Lorenzo e ela não tem medo de aranha, por isso ela está com ele, porque ele tem uma tatuada. – eu dou um sorriso fraco para ele.  Eu acho que eu preciso ir – eu falo – obrigada pela passagem, mas acho que não vou conseguir ir.  Vai sim – Amanda fala – é legal Portugual.  Você já foi Amanda? – Ph pergunta  Não, mas eu vou ir – ela fala – ai vou conhecer – ele abre um sorriso.  Então, leva a passagem – Ph fala – ela te convidou, vai ser legal a viagem.  Obrigada, estou ansiosa – eu respondo  Ela tem o sorriso da mamãe, até covinha tem – Ph me encara  Do que está falando? – Ph pergunta  Da mamãe Jéssica – Ph me olha e vejo que ele fecha sua cara e me encara – ela tem o sorriso da mãe Jéssica, eu sonho com a mamãe todas as noites.  Eu acho que é melhor eu ir – eu falo dando um leve sorriso – até mais. – ele me encara.
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