Vegas Eu não sabia que o som do riso dele podia me curar até escutar ele gargalhar naquela varanda ensolarada. Era o quarto dia na Grécia. E cada segundo parecia uma redenção. Pete andava descalço pela casa, com uma leveza que me tirava o fôlego. Usava minhas camisas abertas, o cabelo bagunçado pelo vento, e sorria por qualquer motivo b***a. Eu teria me ajoelhado ali mesmo, só por ver aquele homem feliz. A felicidade dele era tudo. E ver ele de volta à vida… era mais do que eu achei que merecia. A casa que aluguei era simples, mas tinha tudo que a gente precisava: silêncio, mar, e a liberdade de não sermos ninguém além de Vegas e Pete. Sem máfia. Sem mortes. Sem culpa. Às vezes eu acordava antes dele, só pra observar. O peito subindo e descendo devagar, o rosto sereno, o corpo co

