Vegas on
-Você não tem ideia das coisas que eu quero fazer com você Pete, do quanto eu quero te f***r, fazer você gozar várias vezes seguidas, isso tá me deixando louco, todos esses pensamentos, você me enlouquece. –digo segurando sua cintura por trás, apertando levemente.
Pete- V-vegas... Não faz isso.–diz ofegante.
-Nao fazer o que huh? Me fala que não tá gostando, diz que não está sentindo o mesmo que eu agora, se me dizer que não quer, eu me afasto. –deposito leves beijos em torno do seu pescoço, seguindo até sua orelha, chupando a mesma.
Pete nada diz, apenas joga a cabeça para trás se entregando aos meus toques e carícias.
Levo uma de minhas mãos até seu m****o, que se encontrava levemente duro, dou um aperto fazendo o mesmo soltar um pequeno gemido.
-Tira a roupa. –peço com minha voz grave próxima ao seu ouvido.
Pete- O-o que?! –Pergunta com uma tentativa falha de se afastar, já que eu rapidamente o puxo fazendo seu corpo se chocar completamente contra o meu.
-Eu não vou repetir Pete, eu sei que você quer tanto quanto eu quero...–Digo rouco de t***o.
Vendo que o mesmo continuava estático, suspiro soltando o mesmo lentamente, que parecia aliviado com meu gesto.
-Eu não vou te pressionar, eu sei que mais cedo ou mais tarde você vai estar na minha cama, me implorando para desfrutar de cada parte do seu corpinho gostoso. –sussurro próximo aos seus lábios, Pete fecha os olhos e faz um biquinho fofo esperando que eu o beijasse, mas eu me afasto sorrindo maliciosamente.
Pete resmunga alguma coisa que não consegui entender e então eu volto a me pronunciar.
-Você é livre para fazer suas escolhas, se quiser ir embora eu não vou te impedir, mas saiba que estará mais seguro aqui... comigo. E eu realmente gostaria que você ficasse, pense com carinho. Eu vou estar no escritório, se precisar de alguma coisa não exite em me chamar. –digo me retirando daquele quarto, que parecia tão quente a cada segundo que eu passava lá dentro.
Respiro fundo já dentro do escritório, fecho meus olhos com força, o que eu estava pensando? Eu sou tão pervertido, estou tanto tempo sem f********o que isso deve estar afetando meus neurônios.
Agora que Pete já sabe toda verdade, confesso que sinto um alívio imenso, e ao mesmo tempo uma onda de preocupação tomou conta de todo o meu ser, eu sei que muita coisa está por vir. E eu estou preparado para tudo, então por que estou com esse pressentimento r**m me assolando?
Me sento no sofá afrouxando o nó da gravata, retirando a camisa logo em seguida, me sirvo um pouco de whisky, logo tomando um gole do mesmo, que desce queimando minha garganta. Sou interrompido de meus pensamentos, quando a porta do meu escritório é aberta bruscamente, e Pete entra apressado, se jogando em meus braços logo unindo nossos lábios, em um beijo ardente e cheio de paixão.
-O que foi isso? –pergunto depois que encerramos o beijo.
Pete- Eu sei que eu posso me arrepender amanhã, mas não importa...eu quero você , e eu...–Nao o deixo finalizar a frase, tomando seus lábios novamente, agarrei seus cabelos entre meus dedos e os puxei, fazendo Pete soltar um gemido rouco gostoso.
-Eu tenho certeza que você não vai se arrepender de nada. –digo quando cessamos o beijo.
Ficamos nos encarando por um tempo, Pete estava ofegante, com os lábios entre abertos, me olhando de uma forma indescritível. Meu coração estava acelerado, por que eu fiquei paralisado agora? Dias e noites eu só conseguia pensar nesse momento, e agora, eu estou sem ação?
-Nao quero que você se sinta pressionando, ou que esteja fazendo isso por puro impulso, e muito menos quero fazer isso aqui no meu escritório. Quero que seja especial. –Digo, e fecho os olhos suspirando ao sentir os dedos delicados de Pete entre os fios do meu cabelo, fazendo um carinho gostoso.
Não vou mentir, estou duro feito uma rocha, chega doer, levo uma de minhas mãos até sua b***a, apertando com uma certa força, fazendo Pete se jogar para frete, gemendo perto do meu ouvido.
Levantei com o mesmo em meu colo, e sai do escritório, sem me importar com quem fosse ver, subi as escadas, caminhando até meu quarto, Pete estava feito um gato se esfregando em meu pescoço, e esse ato estava me dando mais t***o ainda. Abri a porta do quarto e fechei com o pé, caminhando lentamente até a cama, logo depositando Pete nela, que me olhava agora, com os olhos cheio de desejo.
Comecei a desabotoar minha camisa, sem desviar os olhos do mesmo, agora seus olhos pairavam em meu abdômen, que em modéstia parte era bem definido, não vou negar, eu sou gostoso pra caramba, sei bem disso.
Depois de tirar minha camisa, fiz o mesmo com a calça, ficando apenas de cueca, logo me debrucei sobre Pete, juntando nossos lábios, meu corpo estava pegando fogo, e o de Pete não estava diferente, o mesmo me afastou e começou a tirar a própria roupa, fiquei estático encarando seu corpo nu, sua pele lisa feito uma pluma, começo a traçar linhas com as pontas dos meus dedos em sua pele, fazendo Pete arfar, e se contorcer. Eu podia ver e sentir cada parte do seu corpo se arrepiando com meu toque, ele estava tão entregue a mim, e de fato, essa beldade na minha frente me pertencia.
Ele é, e sempre será, somente meu.
-Ah amor...você é uma delícia. –digo com minha voz rouca de puro t***o.
Pete se encolhe um pouco envergonhado, tentando cobrir seu belo corpo.
-Nao faça isso, se mostre para mim, você é perfeito. –digo olhando em seus olhos.
Pete nada diz, logo seus olhos param em meu m****o duro, que nesse momento latejava dentro da cueca, Pete me olhou pedindo permissão com o olhar, eu assenti e o mesmo começou a abaixar minha cueca, fazendo meu m****o bater com tudo em seu rosto. O mesmo agora se encontrava com os olhos arregalados, olho para o meu p*u, pingando pre g**o e volto meu olhar para Pete, sorrindo ladino.
-Veja como ele baba por você, gatinho lindo. Pode me tocar se quiser...–digo, louco para sentir sua boca quente no meu p*u, mas é claro que eu não vou forçar.
Ainda em silêncio, Pete me surpreende, colocando meu p*u diretamente na sua boca, me fazendo gemer alto e rouco, no instante que senti sua boca quente me envolvendo, quase gozei, agarrei seus cabelos entre meus dedos. Impulsionando seu rosto cada vez mais contra meu m****o, que desapareceu completamente em sua boca.
Sentia que estava perto do meu limite, e levantei Pete, fazendo o mesmo resmungar insatisfeito por eu o ter afastado, o joguei na cama e fiquei por cima, eu estava sedento como um leão, eu só queria sentir meu p*u se enterrando em seu interior.
-Agora é minha vez de sentir seu líquido doce. –digo, e começo a traçar beijos por seu peito, descendo para a barriga, até chegar em seu m****o ereto.
Pete-V-vegas o que você tá...–nao o deixei terminar e abocanhei seu m****o.
Estava tão molhado, tão gostoso, Pete gemia alto, e puxava meus cabelos com força, seus gemidos eram como música para meus ouvidos, chupei com tanta vontade, como se fosse meu último dia na terra, como se fosse a última coisa que faria na minha vida.
Pete-V-vegas...eu vou... Estou quase lá...–o mesmo dizia entre gemidos.
Continuei chupando o mesmo, intensificando meus movimentos, até que sinto seu líquido doce e quente invadindo minha boca. Engoli todo o seu g**o, e lambi meus lábios.
-Delicioso. –digo, subindo em cima do mesmo.
-Vai doer um pouco, mas eu vou fazer com carinho, meu anjo. –digo e o mesmo assente.
Peguei a camisinha e coloquei em meu m****o, logo me posicionando na entrada de Pete.
-Eu posso? –pergunto já louco para me enterrar nele.
Pete- sim...–diz e logo suspira, fechando os olhos ao me sentir adentrando em si.
-Quer que eu pare? –Pergunto preocupado com sua expressão de dor, eu só havia colocando a cabeça do meu p*u.
Pete n**a, e logo continuo penetrando, até estar completamente inserido dentro do mesmo. Começo a me movimentar lentamente, sentindo o mesmo se contrair em meu p*u, o apertando ainda mais em seu interior.
-T-tao apertadinho...aah você me deixa louco. –digo estocando o mesmo com mais intensidade.
Pete gemia alto agora, eu estava pouco me importando com quem poderia ouvir, senti uma ardência em minhas costas, com Pete cravando suas unhas em minha pele, me fazendo gemer rouco.
Eu já estava perto do meu limite, o barulho de nossos corpos se chocando ecoava por todo o quarto, juntamente com o barulho da cama rangendo e nossos gemidos.
-p**a que pariu, como você é tão apertado, está esmagando o meu p*u! –digo com a voz rouca, sem parar de estocar o mesmo.
Sinto o corpo de Pete ficar trêmulo, indicando que seu orgasmo estava próximo, aumentei minhas investidas, logo sentindo meu orgasmo chegando , mais umas estocadas e logo gozamos juntos, senti meu g**o vazar da camisinha, preenchendo o interior de Pete.
Sai de dentro de Pete com cuidado ,me jogando ao seu lado para recuperar o fôlego, o mesmo estava tão ofegante quanto eu.
-Eu te amo Pete, e estou tão feliz que eu fui seu primeiro. –puxei o mesmo para mais perto de mim, que deitou em meu peito.
Pete - Eu também te amo Vegas, independente de qualquer coisa, eu te amo de verdade e eu quero sempre estar com você . –ele diz me olhando, dou um selinho no mesmo que volta a deitar em meu peito.
Pete - Mas eu estou com um m*l pressentimento, como se algo r**m fosse acontecer...–diz preocupado.
-Nada de r**m vai acontecer meu amor, vamos ficar juntos sempre, eu te amo. –acaricio seus cabelos.
Não vou deixar nada de r**m acontecer com Pete, mas para isso acontecer, eu preciso completar a minha missão.
Eliminar Nabin.