*Manu Narrando *
Eu nem estou acreditando que aceitei essa proposta, acredito que foi a pressão das palavras do Kleber misturado com o d****o e a tensão do corpo dele tão próximo ao meu, agora não dá pra dar pra tras, é só ir e ver no que vai dar. Ele me deixa na academia, eu faço meu treino intenso para liberar a tensão, tem alguns meninos me olhando mas nem dou bola, já estou acostumada com tantos olhares, seja positivo ou negativo. Vou pra casa correndo pela estrada, gosto de aquecer e sentir o vento frio batendo no meu rosto, eu entro pra tomar um banho e procurar uma roupa pra essa noite, não vou dar pra ele no primeiro encontro, primeiro quero conversar com ele, seria muito fácil e muito rápido então quero ir com calma, tenho certeza que não fara falta pra ele já que tem tantas mulheres. Coloco um conjunto de croped e short rosê que super combina comigo, rosê é minha cor favorita, acho delicado igual a mim, solto meu cabelo e faço uns cachinhos com o babylis, faço uma maquiagem bem basica com gatinho e passo um glos rosa, coloco alguns acessórios e pronto, me olho no espelho e me sinto linda, como sempe. Escuto a buzina do carro do Kleber, olho pela janela e vejo o carro dele parado na frente da minha casa, suspiro, - como pode ser tão i****a? Me pergunto em meus pensamentos, eu não seria louca de sair assim, a vista de todos com o Kleber, pego meu celular e mando mensagem em seu w******p.
*w******p on*
- Kleber!! Aqui não, ngm pode saber que vamos sair.
Kleber: deixa de bobagem e desce, não devemos nada a ngm
- Só vou se você me esperar na outra rua.
*w******p off*
Escuto ele saindo cantando pneu, provavelmente com muita raiva, o mimadinho gostoso não sabe ouvir não, ele não tem a menor ideia mas está só começando, não deito pra homem nenhum.
Pego minha bolsa e desço as escadas fecho tudo já que minha mãe nunca está em casa, só quando vem comer alguém ou estourar meus tímpanos, vou andando para a outra rua, entro no carro e olho pro Kleber com a cara toda fechada. Deus, me dê paciência que sua filha não tem muita.
- vai ficar assim mesmo? Aceitei sair contigo pra ficar de cara amarrada?
Kleber: ta com vergonha de sair comigo? ~ Ele pergunta com a mão escorada na janela sem me olhar
- Não é isso, apenas não quero que o pessoal fique se metendo na minha vida, somos praticamente irmãos, nos conhecemos desde crianças, vamos com calma, aos poucos, não precisa ficar assim. ~ Ele não fala nada e continua na mesma posição. - se quiser eu vou embora. ~ Falo com a mão na porta me posicionando para sair. Ele rapidamente me olha e toca na minha coxa e diz:
- Calma, esperei muito por esse momento, Nossa!! Você tá muito linda, mais linda ainda, deslumbrante. ~ Ele fala colocando a mão no meu pescoço e puxando de encontro a boca dele. Nossos lábios se encontram e abro passagem pra língua dele. Que beijo gosto, quente, com gosto de hortelã e uísque que provavelmente ele tomou antes de vim, ele me beija em um beijo lento que confesso ser muito melhor do que imaginei, ele para o beijo e encosta a testa na minha e diz sussurando:
Kleber: Nossa!! Que beijo gostoso, eu quero esse beijo todos os dias. ~ Ele fala com convicção e carinhoso, o que me surpreende. Me afasto dele e digo:
- Nem parece o Kleber que conheço, mas sei que logo isso passa e vc cansa de mim, pegador. Falo debochada
Kleber: já te falei que pegador só de rouba gata, e aí, vamos pra onde? Por mim te levaria pra minha casa e te comeria a noite toda. ~ Ele fala como se fosse muito simples e natural pra ele, o que me deixa irritada.
- pois dessa vez não, vamos jantar em algum lugar que estou cheia de fome. ~ Falo rápido e ele sorrir
Kleber: quando não está?
Ele seguiu em direção a uma cidade próximo a malibu paramos em um restaurante, passamos a noite conversando e comendo. Rimos muito e depois fomos andar pela orla, paramos e sentamos em uma calçada que parece uma barricada para a água do mar não avançar pela cidade, estava ventando muito como todas as noites na beira mar, o céu estrelado. De repente paramos de rir e ele me olha com um olhar apaixonado não fala nada e me beija novamente. Passamos a noite nos beijando, que beijo gostoso, eu já estava querendo avançar nele e t*****r ali mesmo deixando pra traz todo os meus planos de ir com calma. Mas ele que estava mais contido, eu olhei no relógio e falei:
- Já está tarde, temos que ir. Falo choramingando
Kleber: por mim eu ficava te beijando aqui a noite toda, mas vamos pra dona Michele não pegar no teu pé. Falou todo atencioso e cuidadoso
- Você disse que quer me levar em um lugar. ~ Falo relembrado
Kleber: Vai ficar pra eu te pagar na próxima vez, só assim tenho motivos pra sair contigo novamente.
- E eu que pensei que você era burro
Kleber: ta vendo aí? Não penso só com a cabeça de baixo. ~sorrimos juntos e seguimos viagem...
Ele foi o caminho todo segurando minha mão e beijando ela, pedi pra ele me deixar no mesmo lugar e ele ficou emburrado mas concordou, nos despedimos com um selinho e uma sensação de quero mais. Cheguei em casa e minha mãe estava fumando na sala e bebendo uma vodka quase toda com o son nas alturas, tava tudo muito bom lá ser verdade mesmo...
- Mãe, mãe, MÃE. grito na terceira vez e ela me olha com o olhar de poucos amigos. - baixa o som. Falo fazendo sinal com a mão.
Ela me olha com o olhar de desprezo e simplesmente me ignora, o que me deixa triste pois sou uma filha boa e faço tudo pra agradar, fiquei nos Estados Unidos por causa dela e mesmo assim ela não me dar o amor que mereço, mas hoje estou bem, não vou me deixar abalar, pois o Kleber fez minha noite ser incrível e eu vou curtir isso. Subo as escadas sem dar importância nem me preocupar com o que ela quer, se quer se acabar no álcool e drogas vou deixar por sua conta em risco. Entro no meu quarto, não tomo banho para ficar com o cheiro dele a noite toda, isso tá muito coisa de apaixonada, estou ate estranhando, sorrio, coloco o pijama, faço minhas higienes e vou dormir. Adormeço rápido e mais rapidamente abro os olhos com várias mensagens chegando no meu celular de uma só vez...
- o que será que aconteceu? Quem será que morreu? ~ penso sonolenta e sem entender