15 anos depois do Gran Finale... O Rio de Janeiro de 2041 era uma metrópole de contrastes tecnológicos, mas o coração da cidade ainda batia no ritmo do Complexo. A Casa Grande agora era um palácio moderno, cercado por jardins suspensos e segurança de última geração que utilizava drones silenciosos com inteligência artificial. Victor Silva, agora com 22 anos, caminhava pelos corredores com a mesma postura imponente que seu pai, Guilherme, exalava no passado. Mas Victor tinha um diferencial: ele fora educado nas melhores universidades do mundo. Ele era a fusão perfeita entre a malícia das ruas e o intelecto de Harvard. — O carregamento de grafeno do porto de Itaguaí foi interceptado, Victor — disse uma voz firme às suas costas. Victor se virou. Era Guilherme Jr., filho de TZ e Bia. Aos 2

