O Complexo respirava sob uma tensão elétrica. O ar parecia mais denso, carregado com o presságio de que o tabuleiro de xadrez de Isabella Sterling tinha acabado de ser virado com um chute de violência bruta. O sequestro de Maya, a filha caçula de Menor e Lisa, agora com 17 anos e a protegida de todos na comunidade, foi um golpe direto no plexo solar da dinastia. Ela foi levada à luz do dia, na saída da escola de artes que frequentava no Jardim Botânico. Os mercenários russos — conhecidos como o grupo Volk — não deixaram rastros digitais, apenas três corpos de seguranças de elite do morro caídos no asfalto e um rádio de frequência curta deixado no local. Na Casa Grande, o clima era de um funeral que ainda não havia acontecido. Lisa estava inconsolável, amparada por Liz, enquanto Menor, ce

