Ainda deitada no peito de Patrick, com o sol já alto no céu de Boston, Lana mexia devagar no anel em seu dedo. A joia parecia irradiar calor, como se simbolizasse de verdade o que queimava dentro dela: aquele amor intenso, repentino e inegável. Ela girou o rosto para ele, que sorria sem abrir os olhos. — Você vai mesmo comigo almoçar na casa da minha mãe? — perguntou, ainda com um sorrisinho desacreditado. — Claro que vou. Eu vou pedir tua mão. E quero que seja oficial, como homem decente que sou. — disse ele, abrindo os olhos com aquela intensidade azul que desarmava qualquer argumento. — Patrick... eles vão surtar. — Ótimo. Porque assim já se acostumam. A filha deles vai se casar com um CEO um pouco... determinado. Ela riu, nervosa. — Vou avisar pra minha mãe, mas... por favor, nã

