Cinco horas da manhã. Britney despertou sobressaltada, o coração acelerado como se tivesse perdido algo precioso. — Eu preciso tirar o leite! Eu tenho que alimentar meus filhos! — exclamou num sussurro agitado, erguendo-se da poltrona ao lado do bercinho térmico improvisado. Helena, que já havia notado seus movimentos inquietos, sorriu com ternura e calmaria. — Calma, meu bem… eles acabaram de se alimentar — disse em tom reconfortante. — Mas já que você acordou... o que você acha de aquecer os seus pequenos com o seu calor? Colocá-los junto ao peito, ouvir o seu coração, deixar que eles se lembrem da sua presença, como era no útero? Eles sentem tudo, sabiam? Os olhos de Britney brilharam com a sugestão. — Eu posso fazer isso? — perguntou com a voz ainda embargada pela emoção. — Não

