Caminhei a passos pesados até o centro do pátio, arrastando meu fuzil folheado a ouro 24 quilates pela bandoleira tática. O silêncio daqueles duzentos soldados era total, uma reverência que beirava o pavor de morrer na minha mão. Eles sabiam que quando eu tava com aquele brilho psicopata no olho e com o maxilar travado desse jeito, o dia só terminava quando as gavetas do IML estivessem entupidas de corpo sem identificação. Subi com um salto só no capô do meu SUV blindado, o "Monstro", e olhei de cima praquela massa de homens que tavam doidos pra tomar tiro e puxar gatilho pela minha palavra. — Escutem aqui, bando de carniceiros de elite! — Comecei, a minha voz saindo pesada, rasgando o ar igual metal batendo em ferro. — A milícia safada achou que podia extorquir comerciante na nossa divis

