Sexy

1448 Words
Quando ela acordou foi tomar banho, ouvi o chuveiro. Olhei a hora no monitor, dez e oito. Havia tirado a bateria do seu celular para ela só acordar quando descansada. Deixei salvo no notebook todos os possíveis trabalhos nos quais ela se sairia bem e outros nos quais ela precisaria de um curso de outra área para ganhar bem mais. Se aproximou com o celular na mão _ Tá descarregado _ presumiu erroneamente. _ Dá? Eu carrego. Obedeceu. Com o celular na mão indiquei o notebook ao lado do PC e puxei a cadeira ao lado para ela sentar. Enquanto se distraía, recoloquei a bateria no celular em baixo da mesa para ela não ver e devolvi o aparelho à mesa devagar. _ Não tem um emprego aqui? _ Está falando de CLT? Simone, emprego não é uma boa forma de ganhar dinheiro. _ Eu não sei como trabalhar por conta. Fui empregada a vida toda. O jeito como falou me fez rir _ Desculpa. Não é difícil, você continua sendo empregada, a diferença é que são vários patrões e você faz o seu horário _ Entreguei uma agenda que comprei mais cedo, quando fui comprar pão. _ Para mim? _ pegou e abriu _ Obrigada. _ Imagina. De repente, levantou olhando pela janela a vista do seu quintal. Acompanhei o seu olhar até o eletricista que fazia um gato na rede da sua casa. _ Contratei ele para você não perder o que tem na geladeira. A companhia elétrica só vai ligar a energia daqui a três dias. _ Isso é ilegal. _ E te deixar sem energia não é? Segundo a constituição todos têm direito a um ambiente que proporcione boas condições para atender as suas necessidades. _ Mas... _ O seu Zé faz muito esse tipo de serviço. Ninguém vai saber que você roubou luz _ achei graça do seu ponto de vista _ Vamos tomar café? _ desviei sua atenção da janela. Tomamos café em uma mesa cheia de escolhas, pois não sabia do que ela gostava. _ Você vai continuar dando aula? _ Encerrou o contrato e eu não pedi renovação. Foi bem quando o meu pai adoeceu. _ Isso é perfeito. _ Por que? _ desconcerto total. _ Porque eu quero muito tirar férias, e você precisa de férias. Vamos juntas? _ Não posso _ chorou. _ Pôr que? _ O mundo está desmoronando _ explicou lamentando. _ Hakuna Matata. _ Nara! _ explodiu. _ Pensa assim: o mundo vai desmoronar com ou sem você. Então por que não sai de férias comigo agora e, quando voltar, a gente vê como ele ficou e o que dá para fazer? _ Você é sempre assim? _ desagrado claro. _ É, eu sou. _ Certo, vamos viajar _ se rendeu. _ O que você gosta? Praia, deserto, neve, mar, floresta...? _ Praia. Qual é a sua escolha? _ Praia, ilhas, mar. Fazemos o seu plano de trabalho e montamos o seu livro de contatos. Vai fazer isso agora e entrega para mim. Estou terminando meus projetos e entrego até o final de semana. Depois disto, estou livre. Ficou silenciosa de novo. Continuei _ Ei, Simone! _ olhou para meu rosto _ Você não precisa passar por nada sozinha, estou aqui para você. Respirou fundo e assentiu. Trabalhamos lado a lado até as treze horas. Agora eu tinha sua lista de contatos e o seu currículo. _ Vamos almoçar? Levantei da cadeira e calcei um tênis simples tipo all star. Pareceu confusa por um instante. _ Vamos comer fora? _ Sim _ peguei as chaves e a sua mão para agilizar a saída _ É aqui perto. Você se importa de caminhar? _ Se for perto. Caminhamos de mãos dadas até o melhor restaurante local, o preferido dos turistas que se aventuravam por esses lados e em suas cachoeiras. Comi bem, mas a Simone só pediu folhas. Por isso pedi um filé para ela. _ Por que você pediu carne vermelha para mim? _ Porque te quero bem. Depois do almoço, nos separamos, ela foi para sua casa com luz elétrica e eu para o meu PC. Era noite quando recebi sua mensagem no watts me convidando para jantar em sua casa. Fui até lá e conheci sua casa, jantamos e sentamos no sofá para assistir tevê convencional. Que estranho! Haviam longos comerciais no intervalo. O ponto positivo disto, era que a gente tinha tempo para conversar. _ Você tem algumas proposta de trabalho com edição de livros. _ Já, tão rápido!? _ É assim mesmo. Eu criei uma conta de email, f*******:, blog todos com o seu perfil comercial que eu também criei. Adicionei seus contatos a estas contas e associei o seu nome ao meu. Posso registrar eles no seu celular? Entregou o aparelho assimilando a informação. Entreguei o celular com suas novas contas já salvas. Ficou um tempo explorando e voltou para mim com uma dúvida. _ Este valor que você cobrou para editar o livro está certo? _ Achou pouco? _ Na verdade achei muito. _ As editoras cobram o dobro. Você já tem quatro livros para editar. Vai aceitar o trabalho? _ Mas é claro que vou _ sorriu e me beijou _ Obrigada, você salvou minha vida. _ Então posso pedir para você dormir comigo essa noite de novo? _ fiz cara de anjo. Sorriu para mim. Demorei no banho, o jato de água forte atingindo minha cabeça me ajudava a pensar clareava as ideias. Sei que a vida da Simone não estava nada fácil, que ela não saíria do buraco sozinha, mas será que o modo como eu tomei os seus problemas para mim, não a forçava a ficar comigo? Eu não queria isso, nunca quis uma relação de interesse. Na verdade estou morando aqui para fugir de uma relação assim. Talvez eu tenha forçado e a barra sim, mas ela me quis antes de tudo acontecer. Se ela tivesse ficado naquele dia, não teria passado por nada disso sozinha. Se..., mas não foi assim. Ela sumiu por quase duas semanas e me atacou quando voltou. Mais uma prova de me considera, pois só cobramos das pessoas à quais demos algo. Ouvi a campainha tocar e fui atender vestida no roupão. Era a Simone, o seu olhar passou pelo meu corpo molhado e corou um pouco. Talvez eu nao devesse atender a porta vestindo uma toalha. Ela entrou trancando a porta da sala e foi desligando as luzes, eu não entendi. _ Tira a toalha e vamos para a cama, eu preciso de você. O que ela quis dizer com preciso? Obedeci sem entender. Estava sentada em minhas pernas quando ela se despiu como se a roupa pegasse fogo e veio até mim me beijando. Foi um beijo quente. instintivamente toquei o seu c******s apertando repetitivamente, como se ele fosse uma tecla macia e quente. Os seus gemidos deixaram bem claro o grau da sua necessidade. Teve um orgasmo fácil, como se tivesse sido provocada e tocada o dia todo. Voltou a me beijar quando parou e o meus dedos voltaram a brincar com o seu prazer. Acho que seu corpo se acostumou comigo. Ambas de joelhos sobre a cama. _ Podemos usar brinquedos? _ pedi. Insegurança no seu rosto, mas consentiu. Abri a gaveta do criado mudo e escolhi um vibrador em forma de U. Encaixei o brinquedo metade dentro da sua v****a e metade na f***a macia em cima do c******s. Ficou em expectativa sobre aquilo e sobre o eu faria. Voltei a beija, nos fiz deitar durante o beijo. Ela estava muito excitada hoje. Sentia a sua impaciência aflorada nela. Seus s***s nas minhas mãos, meus beijos em seu pescoço, minha língua chupando seus s***s cada um, sem pressa, enquanto liguei o brinquedo. Um gemido escapou quando pessionei o vibrador sobre o seu c******s e o mantive assim quando simulava a sucção com os meus dedos em um dos b***s do seu seio e brincava com minha língua no outro bico. Movia um pouco o objeto, agora, provocando mais o seu corpo e******o. A eminência dos orgasmos. Seu corpo estremeceu, as pernas trêmulas. Tirei-o de cima do c******s e de dentro da sua b****a para penetrar, o U invertido, somente na sua b****a. Chupava o seu c******s, mantendo os seus orgasmos e a fodia com o vibrador que equivalia a um pênis agora. Seus dedos dentro dos meus cabelos. Seu prazer sob minha língua e dedos. Molhada, gemendo baixinho e constante, totalmente imersa em espasmos infinitos. A vibração era branda e a minha língua tocava macia e lenta. Seguia gozando no primeiro orgasmos provocado pelo brinquedo sem pausa. Nada no mundo supera isso em beleza.
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