sinto muito

929 Words
todos vestidos socialmente e sentados ao redor das mesas redondas, com tecidos brancos, ao ar livre, no grande jardim da mansão decorado, com arcos de flores brancas e amarelas envoltas de cetin, no centro uma grande mesa com o bolo branco, com uma linda cascata de flores e rosas de pasta ameridaca desceno cirscularmente. Artur ao lado de Belinda, segurando sua mão com força pensando que ela estava se divertindo, com todo aquele teatro, de ambos seus pais. ele olhou para ela apenas no momento em que pós a aliança em seu dedo, e não soube decifrar o pedido de ajuda escondido nos olhos de Belinda. Ele só não sabia que no momento em que ambos assinaram o contrato, tinham o mesmo desejo, liberdade. Pedro pega uma taça de vinho e bate com uma colher de chá na borda. - eu quero brindar este momento especial, pois hoje meu único filho, se uniu em matrimônio. Diz sorridente. - um Brinde aos noivos! Ele e os convidados levantam as taças e brindam. Belinda sente o desconforto na mão, e percebe que Artur a estava segurando com força, ela solta a mão dele e pega uma taça cheia de vinho, e toma de uma vez só. ela sente o gosto amargo, e coloca mais vinho na taça. ela se levanta e vai ao banheiro para se trocar e tentar acalmar seu coração. uma empregada estava limpando o banheiro do quarto de hóspedes. Então assim que fecha a porta, ela escorrega, e o salto quebra. - AH ! ! ela solta um grito agudo. mas ninguém da festa ouve, por conta da música alta. a empregada ajuda a se levantar. - desculpe senhorita, eu esqueci de colocar o aviso na porta. Belinda ri, está um pouco tonta por conta do vinho. ela aponta para o pé. - me ajude a tirar esse salto, está machucando. ela choraminga. a empregada sorri, e ajuda a tirar o salto. - quer ajuda para se trocar ? pergunta com um sorriso simpático. - sim, eu aceito. ela ri novamente. - você ouviu ? eu disse que aceito. e então começa a chorar. A empregada, sente pena, da garota chorando em sua frente, e a envolve em seus braços. - imagino que tudo isso, deve estar sendo um pesadelo para você menina. ela põe as mãos em seu rosto, e olha nos olhos de Belinda. - você precisa ser forte. e então sorri. - vamos trocar esse vestido, e passar uma maquiagem para disfarçar esse rostinho choroso . diz Susie. - não queria que isso estivesse acontecendo comigo. ela fala para a empregada. - a vida as vezes nos dá uma bela rasteira, não é mesmo ? diz a empregada. - o que você faria, se estivesse no meu lugar ? pergunta Belinda enquanto ela passa um gloss, e susie arruma seu cabelo. - eu jamais permitiria que minha filha se casasse assim, sem amor, sem carinho. explica. - acho que esse é o problema, minha mãe, obrigou. . . ela, sempre me tratou como se fosse uma pessoa fora da família. . . ela tratava como filha, apenas na frente de meu pai, jamais deu amor, ou fez um gesto real de que me ama. - Ah menina, eu sinto muito, isso deve estar sendo um grande pesadelo. lamenta. - está. diz e suspira fundo. - acredito que meu pai jamais aceitaria toda essa situação. Belinda lembra se deu pai, um homem carinhoso, cuja a vida foi tirada após um infarto fulminate. " - papai, papai, olha, uma borboleta! diz a pequena belinda segurando a mão dele, e com a outra aponta para a borboleta amarela. - Ela é muito linda, não é mesmo ? diz sorridente para belinda. - sim! concorda. ambos estão no caminhando pelo jardim da fazenda, em Iowa, à procura de um bom lugar para um pique-nique. ela lembra que estava com um vestido verde com flores amarelas. e seu pai com um macacão jeans escuro, e camisa azul clara e uma cesta cheia de frutas. sucos e um lindo bolo de coconut. seu pai a amava tanto, as vezes em dias de chuvas fortes, ele fazia achocolatado, e passavam o dia assistindo desenhos e filmes infantis. Ja sua mãe, quando o pai não estava em casa, ela trancava a criança no quarto, e se encontrava com seus amantes na sala, no quarto, cozinha . . . Dava desculpas para a menina dizendo que era, encanador, jardineiro, eletricista . . . certa vez, ela a deixou do lado de fora, enquanto o encanador (fazia o serviço), passou a noite toda, e pela madrugada seguinte, Belinda foi internada com hipotermia. " - pensando bem, eu não tenho nenhuma lembrança feliz com ela, apenas as suas atuações em frente ao papai. lamenta. - Ah minha querida, as pessoas muitas vezes, podem ser crueis e sem coração. ela diz fazendo um carinho nos cabelos da garota. - bom, eu tenho que ir, está na hora de cortar o bolo, vou pedir para o mordomo guardar um pedaço para a senhora. ela diz sorridente. - tudo bem pequena, se precisar de algo, grite, susie bem alto, que virei correndo. sorri Susie. - muito obrigada Susie, por me ouvir. agradece Belinda. Ela sorri novamente, se despede e sai do quarto deixando a só, terminando a leve maquiagem, e então coloca um lindo vestido cor nude, aberto em V nas costas, com um laço, se senta no chão em cima das pernas e então tira um belo par de sapatilhas pretas da caixa que trouxe em sua mala.
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