Capítulo 4

981 Words
Havia se passado uma semana e Cloe só faltava tava subir pelas paredes pois exatamente hoje suas irmãs ou meia irmã ou não irmã, porém irmã.... Que complicado. Iriam chegar. _ Cloe cadê minha gravata azul? - Caio gritava do quarto. Como ela não responde ele sai a sua procura apenas de calça e camisa aberta. Enquanto isso na sala.. Gritos.... Isso mesmo, na sala estava uma euforia só, Marina e Clarisse acabaram de chegar, o tempo tinha sido mais que bondoso com elas, Clarisse loira e olhos azuis tão belos quantos de Caio suavizavam seu rosto, dando um ar de bonequinha. Mas Marina isso era um mulherão, cabelos curto preto que nem a noite, um sorriso encantador. As três se abraçando na sala e gritando como loucas de alegria, mas se calam ao ver Caio gritando chamando por sua amada esposa, três olhares se voltaram para ele no topo da escada. _ Eu não sabia que vocês tinham chegado! - ele diz fechando a camisa e descendo as escadas. _ Meu irmão você só pode usar algum tipo de remédio ou droga das braba, porque você fica mais gato a cada ano. - Clarisse fala indo em direção a ele com um enorme sorriso. _ Obrigado, mas meu segredo não conto. - ele diz rindo e abraçando a irmã. _ Caio essa é a Marina, é Marina esse é meu marido Caio. - Cloe diz os apresentando. _ É um prazer conhecê-lo, a Clarisse fala muito de vocês. _ Tenho certeza que são só coisas ruins. - Caio diz brincando _ Há falo horrores! - Clarisse diz é todos riem. *** O dia passou tão rápido como nunca havia se passado naquela mansão, pois agora não era só Cloe e Cristal, mas Cloe, Cristal, Clarisse, e Marina quatro mulheres falando sobre tudo, e sobre todos. Logo a noite após o jantar, Clarisse e Marina se recolheram para descansar pois logo na manhã seguinte tinha um desfile, Cristal tinha saído com umas amigas. E restou Cloe que ficou no quarto a esperar acordada seu marido, mas cansada logo pegou no sono. *Caio Narrando.... Ao trancar meu escritório, passo pela recepção e encontro o Ferdinando. _ Já vai chefe? - ele diz, ele sabe o quanto odeio ser chamado assim mais, mais esse filho da mãe insiste. _ Já sim, minha casa deve estar uma loucura. - digo rindo ao imaginar o que elas fizeram o dia todo. _ Como assim? _ Minha irmã chegou e a irmã da minha mulher esta lá em casa também! _ Uou quatro? Rapaz me convide qualquee dia desse! - Ferdinando fala e Caio cerra os olhos e Ferdinando cai na gargalhada. _ Desculpa chefe, esqueci que são intocáveis. _ i****a. - dei risada, não é assim que penso, mas digo isso pra deixar ele bem longe de uma das minhas irmãs, ele é uma ótima pessoa, mas muito galinha pra elas. _ Deixa eu ir, até amanhã. _ Até!! Entro no meu carro e sigo para casa e tenho certeza que Cloe novamente está dormindo, em todos esses anos ela faz a mesma coisa diz que fica me esperando mas dorme e quando eu falo que ela estava dormindo ela me chama de cego.. Amo tanto essa mulher, não vejo a hora de chegar em casa, tomar um banho e deitar ao lado dela depois dessa bosta de dia. Estaciono o meu carro na garagem e entro, vejo a hora e são quase onze, antes de subir passo na cozinha e abro a geladeira a procura de uma jarra de suco, e encontro, ao tirá-la e fechar a geladeira me assusto ao ver Marina atrás de mim. _ Te assustei? - pergunta ela rindo, tentei manter meus olhos no seu rosto, ela estava de pijama, não qualquer pijama mas um blusa fininha e sem sutiã e um shortinho bem curto, então manti o olhar no seu rosto. _ Talvez um pouco! - digo, colocando suco para mim. _ Desculpe não foi a intenção! Você sempre chega tão tarde assim? _ Na maioria das vezes! -digo, ela se aproxima e se senta ao meu lado. _ A Clarisse me contou sobre você e a minha irmã tudo que passaram até ficarem juntos! Impressionante. _ Eu fui t**o de não ter visto antes que sua irmã é a mulher da minha vida. - digo, Marina coloca sua mão sobre a minha. _ Que pena que não me conheceu antes! - sim, ela disse isso mesmo, tirei minha mão e com gentileza me afastei e disse. _ Sim, pois você seria uma ótima madrinha, com licença, vou me deitar. Boa noite. - subi apressadamente e entrei no quarto. E lá estava minha petulante esposa dormindo, roncando que é uma beleza. Entrei no banheiro, tomei um belo banho e não deixei de pensar no que a Marina falou, será que ela estava..? Não, ela não seria...? Por vias das dúvidas melhor não comentar com a Cloe. Me deito ao seu lado e fico uns minutos, olhando pra minha mulher, me aproximo e sopro no seu ouvido e me seguro para não rir, ela não acorda, sopro mais uma vez e ela resmunga e abre o olho. _ Sopre de novo e eu te bato. - ela diz sonolenta e se vira pra mim, com os olhos fechados e me abraça. - Eu estava te esperando. _ É eu vi... Seu ronco mostrou isso. - digo rindo.. _ Obrigado por me esperar. _ Por nada, só não se acostuma! - ela diz baixinho e dou risada. _ Eu amo você. - digo assim que percebo que ela estava dormecendo de novo, e um singelo sorriso surge nos seus lábios e eu sabia que era um eu também te amo de alguém que estava morrendo de sono. A abracei e fiquei ali até dormir do lado do amor da minha vida.
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