Havia se passado uma semana e Cloe só faltava tava subir pelas paredes pois exatamente hoje suas irmãs ou meia irmã ou não irmã, porém irmã.... Que complicado. Iriam chegar.
_ Cloe cadê minha gravata azul? - Caio gritava do quarto. Como ela não responde ele sai a sua procura apenas de calça e camisa aberta.
Enquanto isso na sala..
Gritos....
Isso mesmo, na sala estava uma euforia só, Marina e Clarisse acabaram de chegar, o tempo tinha sido mais que bondoso com elas, Clarisse loira e olhos azuis tão belos quantos de Caio suavizavam seu rosto, dando um ar de bonequinha. Mas Marina isso era um mulherão, cabelos curto preto que nem a noite, um sorriso encantador. As três se abraçando na sala e gritando como loucas de alegria, mas se calam ao ver Caio gritando chamando por sua amada esposa, três olhares se voltaram para ele no topo da escada.
_ Eu não sabia que vocês tinham chegado! - ele diz fechando a camisa e descendo as escadas.
_ Meu irmão você só pode usar algum tipo de remédio ou droga das braba, porque você fica mais gato a cada ano. - Clarisse fala indo em direção a ele com um enorme sorriso.
_ Obrigado, mas meu segredo não conto. - ele diz rindo e abraçando a irmã.
_ Caio essa é a Marina, é Marina esse é meu marido Caio. - Cloe diz os apresentando.
_ É um prazer conhecê-lo, a Clarisse fala muito de vocês.
_ Tenho certeza que são só coisas ruins. - Caio diz brincando
_ Há falo horrores! - Clarisse diz é todos riem.
***
O dia passou tão rápido como nunca havia se passado naquela mansão, pois agora não era só Cloe e Cristal, mas Cloe, Cristal, Clarisse, e Marina quatro mulheres falando sobre tudo, e sobre todos.
Logo a noite após o jantar, Clarisse e Marina se recolheram para descansar pois logo na manhã seguinte tinha um desfile, Cristal tinha saído com umas amigas. E restou Cloe que ficou no quarto a esperar acordada seu marido, mas cansada logo pegou no sono.
*Caio Narrando....
Ao trancar meu escritório, passo pela recepção e encontro o Ferdinando.
_ Já vai chefe? - ele diz, ele sabe o quanto odeio ser chamado assim mais, mais esse filho da mãe insiste.
_ Já sim, minha casa deve estar uma loucura. - digo rindo ao imaginar o que elas fizeram o dia todo.
_ Como assim?
_ Minha irmã chegou e a irmã da minha mulher esta lá em casa também!
_ Uou quatro? Rapaz me convide qualquee dia desse! - Ferdinando fala e Caio cerra os olhos e Ferdinando cai na gargalhada. _ Desculpa chefe, esqueci que são intocáveis.
_ i****a. - dei risada, não é assim que penso, mas digo isso pra deixar ele bem longe de uma das minhas irmãs, ele é uma ótima pessoa, mas muito galinha pra elas. _ Deixa eu ir, até amanhã.
_ Até!!
Entro no meu carro e sigo para casa e tenho certeza que Cloe novamente está dormindo, em todos esses anos ela faz a mesma coisa diz que fica me esperando mas dorme e quando eu falo que ela estava dormindo ela me chama de cego.. Amo tanto essa mulher, não vejo a hora de chegar em casa, tomar um banho e deitar ao lado dela depois dessa bosta de dia.
Estaciono o meu carro na garagem e entro, vejo a hora e são quase onze, antes de subir passo na cozinha e abro a geladeira a procura de uma jarra de suco, e encontro, ao tirá-la e fechar a geladeira me assusto ao ver Marina atrás de mim.
_ Te assustei? - pergunta ela rindo, tentei manter meus olhos no seu rosto, ela estava de pijama, não qualquer pijama mas um blusa fininha e sem sutiã e um shortinho bem curto, então manti o olhar no seu rosto.
_ Talvez um pouco! - digo, colocando suco para mim.
_ Desculpe não foi a intenção! Você sempre chega tão tarde assim?
_ Na maioria das vezes! -digo, ela se aproxima e se senta ao meu lado.
_ A Clarisse me contou sobre você e a minha irmã tudo que passaram até ficarem juntos! Impressionante.
_ Eu fui t**o de não ter visto antes que sua irmã é a mulher da minha vida. - digo, Marina coloca sua mão sobre a minha.
_ Que pena que não me conheceu antes! - sim, ela disse isso mesmo, tirei minha mão e com gentileza me afastei e disse.
_ Sim, pois você seria uma ótima madrinha, com licença, vou me deitar. Boa noite. - subi apressadamente e entrei no quarto. E lá estava minha petulante esposa dormindo, roncando que é uma beleza.
Entrei no banheiro, tomei um belo banho e não deixei de pensar no que a Marina falou, será que ela estava..? Não, ela não seria...? Por vias das dúvidas melhor não comentar com a Cloe.
Me deito ao seu lado e fico uns minutos, olhando pra minha mulher, me aproximo e sopro no seu ouvido e me seguro para não rir, ela não acorda, sopro mais uma vez e ela resmunga e abre o olho.
_ Sopre de novo e eu te bato. - ela diz sonolenta e se vira pra mim, com os olhos fechados e me abraça. - Eu estava te esperando.
_ É eu vi... Seu ronco mostrou isso. - digo rindo.. _ Obrigado por me esperar.
_ Por nada, só não se acostuma! - ela diz baixinho e dou risada.
_ Eu amo você. - digo assim que percebo que ela estava dormecendo de novo, e um singelo sorriso surge nos seus lábios e eu sabia que era um eu também te amo de alguém que estava morrendo de sono.
A abracei e fiquei ali até dormir do lado do amor da minha vida.