36 - Chanyeol: Estarei aqui

858 Words
Não acredito que consegui esquecer meu próprio filho, ainda bem que foi na casa da minha mãe. Mas não é como se eu não me importasse, é que depois de semanas com Baekhyun trabalhando ao meu lado eu já havia acostumado, então no momento que ele não estava lá era automaticamente como se ele estivesse em casa com o Hide. {•••} — Chanyeol, por que demorou tanto? Pensei que tivesse saído no mesmo horário! — Yoora me perguntou quase brava quando me entregou Hideki. — Sim é que... Longa história, mas obrigado Noona. Peguei Hideki no colo e peguei um táxi para votar pra casa. {•••} Baek já tinha preparado a papinha dele e assim que cheguei ele pegou Hide para dar a comida, eu fui para o quarto, precisava descansar para o dia seguinte, mas eu nem precisava ver a cozinha para saber que eles fizeram uma zona. {•••} Após dar um banho em Hide Baek veio para o quarto. — Channie, você está bem? — perguntou deitando na cama e acariciando meus ombros. — U-Uhum. — Não parece, parece que está suando frio. — To ótimo, pode vir dormir. Ele se deitou na cama de costas para mim, seu cheiro estava tão gosto, virei em sua direção e abracei sua cintura. Eu o apertei contra meus braços até que tivéssemos pegado no sono. {•••} O meu cio tinha chegado antes do que eu pretendia. Eu não consegui me controlar, tirei minhas calças e sua cueca, masturbei um pouco meu m****o para que a minha lubrificação fosse suficiente para nós dois. Comecei esfregar meu m****o em sua entrada. Meu corpo inteiro tremia só com isso. — Channie... O que está fazendo? Nós ainda estávamos de lado, então o virei de bruços e coloquei só um pouco ouvindo Baekhyun gemer, beijei seus ombros e comecei a fazer movimentos rápidos. — A-ah Channie... Saí do seu interior e o virei de frente para mim, tomando seus lábios com fervor. Minhas mãos apertavam suas coxas com possessão, nossos corpos estavam orvalhados de suor e a blusa branca, que ele ainda vestia, estava ficando cada vez mais colada ao seu corpo assim como as nossas franjas estavam em nossas testas. Adentrei seu corpo novamente e coloquei suas pernas em meus ombros e comecei a fazer movimentos cada vez mais rápidos até que gozamos. Tirei suas pernas dos meus ombros, me inclinei sobre seu corpo e o beijei, ainda sem me retirar do seu interior. — Desculpa, Desculpa, mesmo. – distribui beijinhos pelo seu rosto. — Tudo bem. Espero que esteja com o mesmo pique fim de semana. — Por quê? — É aniversário do Hide, Chan. — Ah, desculpe, nós... Não acredito que esqueci disso também! Além disso... Esse é um assunto que nunca paramos para conversar. Deitei ao seu lado.  — Eu acho que temos um relacionamento estranho. — Pois é... – rimos. Depois de tomar um banho morno deitamos sem roupa mesmo, logo eu teria que estar de pé para o trabalho. {•••} — Eu nunca fui trabalhar num cio, estou com medo. — Não se preocupe, você tem um companheiro, seu cheiro não vai atrair mais ninguém. – ele fazia o nó da minha gravata de garçom — E duvido que você tente comer alguém sabendo que eu vou cortar seu p*u fora. — Mas e se... — Se? — Eu ficar de p*u duro. – sussurrei. — Não pense em mim, vai dar tudo certo Chan, todos passam por essa fase um dia, no colégio tu até podia não ir à aula, seu antigo chefe te liberava porque ele achava normal, mas isso ia ter que te acontecer um dia. Uma hora eu também vou passar por isso, de repente depois que as crianças crescerem mais a Yoora fica com e elas e eu... Posso voltar lecionar. – vi seus olhinhos brilharem com as lágrimas, ele deu um sorriso e duas batidinhas em meus ombros – Já deu, vai trabalhar. Eu vou estar aqui pra quando voltar. E então aquela foi uma das manhãs que o Baek bancava o durão. Sem nem um beijo de bom dia, mas o "eu vou estar aqui quando voltar" era a forma dele dizer "eu te amo" todos os dias. {•••} Até que foi mais fácil do que eu imaginei, mas na hora do almoço eu realmente fiquei de p*u duro, eu tive que ligar pro Byun, ele me ajudou, o resto do tempo fora alguns tremores e sensações estranhas, ocorreu tudo bem. Mas eu precisava chegar em casa, eu precisava do Byun. Quando cheguei em casa Hideki estava tocando a barriga do Baekkie com a boquinha aberta naquele sorriso de bebê, até parecia que tinha descoberto algo mágico. — Omma...  – era a única coisa que ele sabia falar corretamente, a mim ele chamava de "pa" e a Yoora era "Yooa", ele não sabia falar tia ou algo do tipo, mais tarde o ensinaríamos, por hora estávamos deixando ele se desenvolver. Família mais perfeita não existia.
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