Eu estava brincando com Hideki, estávamos sentados no chão da sala e ele estava mexendo na minha barriga e dando aquelas risadinhas como se aquilo fosse algo muito especial.
Chanyeol chegou e ficou parado na porta nos observando como muitas vezes ele fazia, só que normalmente ele tirava apenas os sapatos e o casco e hoje bom, ele ficou só de cueca me olhando.
Imagino que o dia tenha sido difícil, ainda mais depois daquela ligação que eu recebi meio dia, eu estava dando comida para o Hideki a hora que Chanyeol me ligou gemendo.
Eu tive que ficar segundo o telefone com o ombro enquanto dizia em códigos coisas safadas, pois eu não podia parar de alimentar meu filho.
— Baek... — chamou num sussurro.
— Sério mesmo?
— Uhum. – ele falou inflando as bochechas.
Peguei Hide no colo e dei um beijo em sua cabeça. Coloquei-o no cercadinho que eu havia deixado atrás do sofá, bem afastado, mas não longe dos meus olhos.
Ele se sentou ali e ficou brincando com seus ursinhos e mordendo as coisas emborrachadas.
— Não faz um barulho.
Tirei a calça de gravido que eu vestia e o chamei para um beijo.
Ele passava as mãos em cada cantinho do meu corpo, me apertando e me fazendo suspirar, eu mordia seus lábios a todo o momento para não gemer.
Eu tirei sua boxer preta e comecei a masturbar seu m****o.
— Nossa, já está tão duro assim. Não me diz que veio assim pra casa. – ri.
— Não seja malvado.
O empurrei para que sentasse no sofá e fiquei de joelhos no meio das suas pernas, comecei a passar a língua de leve por seu m****o.
— Não tortura. – ele disse com os olhos fechados, eu ri e engoli apenas sua glande.
Eu sugava e às vezes o engolia por inteiro o ouvindo suspirar. Vez ou outra ele mordia os lábios para não gemer alto demais.
Quando achei suficiente parei de chupa-lo, tirei minha boxer e sentei seu colo, o puxei pela nuca e colei nossos lábios como se eu estivesse com cede e ele fosse meu rio.
O senti apertar as minhas nádegas e separa-las, se posicionando para adentrar meu corpo.
Na outra extremidade da sala, já dormindo, estava Hideki. Estou me sentindo uma pessoa mais horrível da terra. Ele não pode ver nem ouvir nada, mas de qualquer forma... Que merda de sociedade.
Senti meu corpo ser preenchido por Chanyeol, eu estava fazendo movimentos lentos, e acho que só porque Chanyeol estava segurando minha cintura e me ajudando, pois minha cabeça não estava ali.
— Chanyeol, a gente tem que parar de t*****r.
— Como assim?
— Ahn... Nada. – dizíamos aos sussurros.
Comecei a fazer movimentos mais rápidos, minhas unhas estavam cravadas em seus ombros.
Os movimentos se intensificando cada vez mais, ele apertava minhas nádegas e se impulsionava para cima me deixando mais imerso em prazer, até que...
Alguém bateu na porta.
— Baekhyun... Abre a porta. Eu to com frio e com fome. Abre logo.
— Não, B-Beom-ah, vai pra casa.
— Eu não disse, ele tem um radar de fodinhas, ele adora atrapalhar. – Chanyeol sussurrou.
— Deixa de ser i****a. Como ele ia saber que a gente ia t*****r?
Enquanto discutíamos aos sussurros não percebemos que aquele traste entrou na minha casa.
— Nunca diga a pessoas inconvenientes onde se guarda a chave reserva. - Passou pela gente, pegou uma maça na fruteira, Hideki no colo e foi para o meu quarto.
— Me diz que a gente pode terminar... Eu vou morrer se continuar duro assim. — Chanyeol pediu suplicante.
— Rapidinho.
Ele me deitou no chão da sala e começou a fazer movimento sobre-humanos de tão rápidos, eu podia ver estrelas a cada investida mais bruta que ele dava.
O puxei para um beijo cheio de mordidas para esconder a vontade incontrolável de gemer.
Naquele ritmo não demorou para que gozassemos.
{•••}
— Eu vou dormir aqui essa noite.
— Beom, sabe que o Chanyeol não gosta dessa situação.
— Eu não ligo, não é como se ele fosse me matar, ele só vai olhar feio. – falava enquanto vasculhava algo dentro da geladeira para comer.
— Você não tem jeito. — sacudi a cabeça para o lado sorrindo.
Chanyeol estava dando banho em Hideki enquanto estávamos conversando na cozinha, logo meu melhor amigo invadiu minha casa.
— BAEK... EU PRECISO CONTAR UMA COISAAAA! – disse Luhan com um sorriso na cara e dando alguns pulinhos muito afeminados.
— Como entrou aqui criatura?
— A porta tava aberta, enfim... Baek eu fiz a ultrassom é menina, Baek. Foi tão bom ouvir o coração dela bater e...
— Como o Sehun ficou ao saber?
—Como assim?
— Ainda não contou Luhan? E como ele não viu? Já faz quatro meses. — falei desacreditado.
— Eu dou meu jeito.
— Luhan você precisa contar pra ele.
— Não, agora não.
— Luhan, você vai contar pra ele hoje, chame o Sehun aqui.
{•••}
Quando Sehun chegou em casa estávamos todos sentados na sala, alguns no chão, outros no sofá.
Ele nos olhou com uma cara desconfiada e imediatamente seus olhos procuraram Luhan, ele franziu o cenho quando disséssemos as preciosas palavras.
— Precisamos conversar.