Não que eu achasse que a gente deveria t*****r depois que eu cantasse pra ele, mas eu acho que rolaria... A gente sempre acaba fazendo isso e eu não queria ficar na vontade por causa do resguardo e coisas assim.
Então decidi cantar pra ele mais para o fim dos mês.
Eu estava trabalhando meia hora a mais todo o dia, eu queria ter uma folga, então meu chefe fez esse acordo comigo, fazer hora extra e na segunda eu não precisaria trabalhar.
Aos sábados eu dizia que ia trabalhar, mas na verdade eu ficava na biblioteca da cidade estudando para o vestibular, eu não quero pedir crédito estudantil e deixar a gente mais pobre do que já somos.
É sexta e eu pedi para o Luhan levar o Baek pra sair antes de eu chegar, eu queria fazer a surpresa, não era nada muito elaborado, mas eu tinha preparado tudo com carinho.
••••
Depois que eu terminei de tocar, eu vi as lágrimas que escorriam pela face dele, eu fiquei... elas eram de felicidade, né?!
Eu o chamei para que sentasse em meu colo, eu enrolei um pouco na minha explicação, mas ele entendeu.
No fim das contas ele estava sentado no meu colo, com aquele sorriso retangular extremamente sexy e seus olhinhos brilhantes.
— Amor... a gente ainda tem mais 2:45min, acha que dá tempo?
— A gente faz dar.
Ele tomou meus lábios com desejo, nosso beijo era afoito e necessitado como se não fizéssemos isso há séculos.
Suas mãozinhas me empurraram de leve para que deitasse.
Ele rebolava em meu colo e me beijava com necessidade.
Sua cintura estava um pouco mais gordinha, era gostoso de apertar. Eu ficava segurando aquele local e o ajudando a friccionar os nossos membros, fazendo que gemidos, vez ou outra, interrompessem nossos beijos cheio de luxúria.
Ele arrancou minha camisa e passou a distribuir beijos pelo meu pescoço, sugando a pele, depois pelas clavículas onde pele passava a língua, fazendo o contorno dos meus ossos. Os meus m*****s ele passava a língua e brincava sugando e dando mordidinhas, intercalando entre um e outro, até que os dois estivem rijos e avermelhados.
A essa altura eu sentia meu pênis quase tão duro quando e uma época de cio.
— Baekkie... - meu corpo implorava por alívio.
Ele desceu mais um pouco e arrancou minha calça de moletom, passando a mão sobre a cueca azul molhada de pré-g**o, seus lábios delicados passaram de leve por cima da cueca me deixando mais louco, ele ameaçava sugar, ameaçava tirá-la, mas nada fazia.
Já estava sem paciência, troquei de posições ficando sobre seu corpo e tomando seus lábios com fervor, com desejo.
Eu me senti em um filme quando abri meus olhos e fitei aquela cena.
Ele não estava só de olhos fechados e sorrindo, ele estava gargalhando, realmente feliz.
Aquilo fez uma sensação nova se apoderar de mim, senti meu corpo se arrepiar e o desejo de tê-lo aumentar, mas da forma libidinosa , e sim, com amor, ternura e o carinho que só demonstravamos fora da cama.
— Bae... Eu te amo!
Ele abriu os olhos e continuou a sorrir, ele só havia dito uma vez que me amava e, embora eu diga isso todos os dias, eu nunca precisei que ele repetisse.
Eu segurei sua blusa pela barra e tentei levanta-la, mas ele segurou minhas mãos.
— Chan, não... Eu to gordo, não quero que perca o desejo por me ver assim.
Seus olhinhos se encheram de lágrimas.
— Eu acabei de dizer que te amo, deixa de ser bobo.
Levantei sua camisa, mesmo com sua relutância, e comecei a beijar seu pescoço, lambi a marca que diz que somos um, beijei sua clavícula, peito, umbigo, com extrema devoção, dizendo implicitamente que o amava independentemente do que ele pense.
Tirei delicadamente sua calça e cueca, passei a beijar suas pernas, suas coxas, até estar de volta a sua virilha.
Comecei a chupar vagarosamente sua glande, ele suspirava e arranhava o lençol,
arqueando as costas em um podido mudo para que eu o engolisse mais de pressa.
Chupei alternando entre devagar e rápido, passando a língua em sua glande, sugando e voltando a o engolir por inteiro.
Comei a beijar toda a extensão do seu m****o, seguido por seus testículos e então sua entrada, que eu beijei e lambi, passando a língua vagarosamente de forma circular , vai e vem e tentando penetrar aquele canal quente e apertado.
— Chan... Por favor... - ele falava entre suspiros, de olhos fechados e os dedos apertando tanto o lençol fino que os nós dos dedos chegavam as estar brancos.
Eu o beijei de baixo pra cima, refazendo toda a trilha anterior e me posicionando sobre seu corpo.
— Não, não coloca ainda. - ele se levantou da cama e foi a até a cômoda que ficava mais afastada, revirou um pouco as roupas e voltou de lá com um pacotinho. - Não queremos mais bebês agora né?!
Ele riu e começou a colocar a camisinha em meu m****o, se deitou novamente com as pernas e braços abertos, esperando por mim.
Me posicionei novamente sobre si e comecei a adentrá-lo.
Ele suspirava de olhos fechados e as vezes ria, era isso que eu mais achava lindo, ele ria e não só sorria.
Fiquei parado um tempo esperando ele se acostumar, eu beijava seu pescoço que estava quentinho e cheiroso.
— Channieee...
Comecei a fazer movimentos calmos e ritmados, sem me preocupar com o tempo ou qualquer outra coisa.
Eu só queria estar dentro dele e beijá-lo até que o mundo acabasse.
Tomei seus lábios em um beijo lento e apaixonado, que era guiado pelo ritmo de nossos corpos.
— É a primeira vez que não transamos e sim...
— Nem termina essa frase, que coisa que clichê.
— Como você é insensível.
— Eu nunca disse que queria curar o mundo com amor... Agora cala a boca e continua...
Ele fechou os olhos e começou a mover o quadril mais rápido de encontro ao meu.
Suas mãos agarraram meus cabelos me trazendo para mais perto, nossos lábios ficavam se roçando sem iniciar um beijo, pois ele não decidia se gemia ou me beijava.
Então eu o beijei. Aquele beijo com respirações falhas e estalos altos.
Nossos movimentos ficavam cada vez mais rápidos e os beijos mais molhados e selvagens.
— Aah Channie... E-eu... Aaah...
— Eu te amo! - terminei sua frase.
Acelerei ainda mais os movimentos, senti ele gozar entre nossos abdômens e isso foi demais para mim, gozei forte, mordendo seu ombro pra não gemer alto demais. E fiquei um tempo ainda fazendo movimentos que iam ficando cada vez mais lentos, até que eu
me retirei do seu interior, fui ao banheiro jogar a camisinha no lixo e voltei para cama, exausto.
— Isso foi...
— Com certeza...
A gente se olhou e começamos a rir, até que nosso fôlego tivesse acabado novamente, nossos lábios se encontraram mais uma vez naquela dança lenta e prazerosa.
Até que formos forçados a voltar a vida pela campainha tocando e o bebê chorando.
— Eu vou ver o Hide e você atende a porta. - Baek me deu um selinho e levantou da cama.
Ele colocou uma camiseta minha e me me atirou minha calça, Baek ainda parecia uma gazela, ele saiu meio correndo e rindo.
Eu coloquei a calça as pressas e fui atender a porta, a pessoa tocava a campainha de forma insistente e irritante.
— JÁ VAAAI! - gritei irritado.
Abri a porta e nem precisei perguntar quem era o desconhecido, seu cheiro e seu rosto se assemelhavam muito a alguém.
Alguém que já tinha chego a sala e estava branco como papel.
Eu comecei a rosnar alto, estava enfurecido por aquele traste estar batendo na minha porta aquela hora da noite e estragando o momento feliz.