Quando Baekhyun disse daquele jeito sexy e vulgar dele que me perdoava eu fiquei achando que eu era o cara mais sortudo do mundo. Mas então, depois de um beijo daqueles que faz a gente se excitar só de pensar, ele disse que estava em greve de sexo.
GREVE. DE. SE.XO!
E como essas palavras foram proferidas pelo senhor Byun, sinto que provações estão por vir. E que Deus me ajude.
Depois de falar com a Dra. Lee Yang e ela liberar-nos, voltamos para casa de Beom.
Ele tinha ficado com o Hide quanto estávamos no hospital.
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Quando chegamos ele estava sentado ao lado de sua namorada com uma taça de vinho em mãos.
— Oh, Baekhyun, prazer finalmente conhecê-lo. Eu sou Kim Sook. – ela fez uma reverência.
— Nem me fale, achei que isso não ia acontecer. Ah, esse é meu marido Chanyeol. – respondeu por mim, falando com tom de "ah, tanto faz".
— Prazer. – outra reverência – Eu tive que trabalhar hoje, mas pelo o que Beom falou não teve festa.
Beom sorriu e mexeu o vinho na taça antes de tomar um gole.
— É, tivemos alguns problemas. – Baekhyun olhou pra mim.
— Onde está o Hide? – perguntei, eu estava louco para me livrar daquelas acusações.
— No quarto, dormindo.
— Obrigado.
Segui até o quarto e deixei Baekhyun conversando com ela e com seu irmão.
Hideki estava deitado de bruços com uma das mãozinhas cerradas rente ao rosto. Vez ou outra ele mexia as perninhas no ritmo de seu sonho.
Eu me ajoelhei na frente do cercadinho onde ele dormia e acariciei seus cabelos. Ele suspirou profundamente, mas não acordou.
Baekhyun entrou no quarto alguns minutos depois e ficou ao meu lado, de pé. Acariciou meus cabelos e depois beijou o topo de minha cabeça.
— Eu vou tomar um banho. Arruma a cama pra gente deitar.
Então eu arrumei, coloquei uma calça de moletom e fiquei esperando por ele.
Alguns minutos depois Baekhyun apareceu no quarto, com aquele cheiro gostoso de sabonete.
E ele estava pelado. PE.LA.DI.NHO!
Eu pensei que ele colocaria pelo menos uma cueca antes de se deitar. Mas não, ele deitou na cama de frente para mim e me puxou para um beijo. E que beijo.
Suas mãos se agarravam com firmeza aos meus cabelos, sua perna estava por sobre a minha cintura e ele fica se esfregando em mim, dando umas reboladas. A cada rebolada que ele dava somado a aqueles beijos molhados e cheios de mordidas eu sentia meu m****o repuxar. Apertei suas nádegas com força o trazendo para ainda mais perto, deixando a fricção ainda mais gostosa.
Quando ele sentiu que eu estava duro, quase molhando a calça de moletom, ele deu um selinho nos meus lábios disse um "boa noite, amor" murmurado, virou de costas pra mim e puxou minha mãos para que eu o abraçasse.
Demorou horas para eu pegasse no sono. Toda vez que eu tentava me distrair pra abaixar minha ereção ele esfregava a b***a em mim.
Talvez ele estivesse sonhando.
Ou ele queria apenas me torturar empurrando aquela b***a na minha direção ao ponto que minhas costas ficasse prensadas na parece que a cama estava encostada. Ele resmungava algumas coisas e fazia movimentos circulares, apertando minha mão ainda mais contra seu peito.
Eu sabia, eu tinha certeza que ele ia fazer da minha vida um inferno. Nós não passamos nem do primeiro dia.
Eu não sei quanto tempo ele pretende continuar com isso. Mas eu não vou aguentar muito. Eu tenho algemas e sei como usá-las. E garanto que ele vai gostar.