Thais Cheguei na lanchonete que o Terror tinha me indicado, e havia algumas pessoas conhecidas por ali. Acenei pra Bruna, irmã do Índio, que estava sentada com a Maria Eduarda... ou Duda. As meninas acenaram de volta, mas não pude falar nada, porque as crianças já estavam gritando pra senhora do caixa que queriam sorvete de chocolate. Fiz os pedidos, mas não pedi nada pra mim. Estava sem fome, de tanta ansiedade. Vitória: Mamãe, vamos no parquinho? Pedro: É, mãe! Por favor! Quero jogar futebol! Bruna: E aí, mana? — se aproximou com a irmã do lado. A Duda ficava toda envergonhada perto de mim. Eu não entendia o motivo, mas apostava que tinha algo a ver com o meu irmão, por ela ter chamado ele pelo nome e não pelo vulgo. — E esses pequeninhos aqui? Thais: Oi, Bruna — sorri. — Meus fil

