O primeiro grito veio de longe, fraco, cortando o ar pesado do labirinto. Ninguém soube dizer de que direção veio, mas o som se espalhou como se as paredes tivessem aprendido a repetir o pavor. Aurora parou, o corpo inteiro rígido. Noah ergueu a espada, os olhos vasculhando o corredor estreito à esquerda, enquanto Dante se adiantava alguns passos, atento a qualquer sombra. Outro grito. Dessa vez, mais perto. E logo depois, o som de algo quebrando — um impacto seco, seguido de um silêncio abrupto. Thorne rosnou baixo. — Começou. O grupo avançou até o fim da passagem e parou diante de uma a******a que dava para um pátio mais amplo. O chão ali era coberto por rachaduras que pareciam pulsar com uma luz tênue, quase invisível. Entre as fendas, pequenas flores brancas cresciam, absurdament

