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A Viúva do Narcotráfico (Um Novo Amor) M

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Blurb

Tayla Menezes, 25 anos leva a vida viajando perigosamente com Bryan. O seu parceiro e amigo por todo o Brasil e pelo mundo, os dois são os melhores no ramo, eles conseguem entrar e sair de qualquer situação, sem que ninguém perceba, eles são conheço como papaléguas, os dois carregam o mesmo vulgo , são rápidos e ágio. São transportadores do narcotráfico no exterior , eles conseguem engolir e contrabandear centenas de pacotes em uma única viagem, com isso chama atenção de gente muito perigosas , e em uma chamada de missão ,a vida resolve dificultar as coisas pra Tayla , eles são alvos de traidores, acabam caindo em uma emboscada, Bryan é morto e Tayla precisa fugir, e com o corpo cheio de produtos, correndo risco de ser morta pelos inimigos, ou pela própria substância que ela carrega no corpo, sozinha e sem grana , ela vai precisar se virar até ela conseguir contato com o chefe do narcotráfico no Rio , Rajada o cara que ela nunca viu , e sua vida virará de pé a cabeça, pois o traficante não quer só o serviço dela como mula , ele fica obssecado por ela aponto de não deixá-la fazer o que gosta que é correr, e muito menos sair do seu campo de vista Rajada 31 anos líder do narcotráfico no Brasil, um homem sombrio e solitário, cachorro louco ,tem a mulher que quer na hora que quiser , não curti aproximação e nem deixa ninguém se aproxima, sairá em uma caçada, pois dois de seus homens, que na qual ele nunca viu pessoalmente, some depois de receber uma missão , e diante de muitos disse e me disse, muito falatório é pouca ação, Rajada decide ir pessoalmente resgatar seu homem, que está encurralado no Acre, pra sua surpresa e surto, papaléguas não é um homem e sim uma mulher, e será essa mulher que tiraram o sossego e a paz de Rajada , aponto de fazer ele tentar esconder, a mulher mais linda que na qual ele nunca tinha visto uma assim antes .Entre tiros e porradas eles descobriram que o ódio que cresceu destro deles , não passa de um lindo e verdadeiro amor , onde nenhum dos dois darão o braço a torcer , dificultando ainda mais o convívio O que Tayla tem de diferente das outras mulheres ,capaz de chamar a atenção do nosso Rajada ?

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Capítulo 01 Viuva
Viúva Narrando Mais uma missão dada pelo chefe do narco do Rio, o grande Rajada, eu e meu fiel escudeiro e parceiro na vida, na cama e nos negócios. Estamos nessa há um bom tempo. Ele há mais tempo que eu. Nós estamos juntos nessa há 10 anos. Conheci Bryan, vulgo Papa-léguas, em uma festa do narcotraficante, onde fui convidada por uma amiga que o marido era do movimento. O que eu não imaginava era que nessa festa eu encontraria a pessoa que me traria pra essa vida, me mostrando que viver um romance com adrenalina é tudo de bom. Eu tinha apenas 15 anos, ele 25, já um homem feito. Eu tinha corpo de mulher, cabeça de mulher, mas idade de criança. Fazer o quê? Já estava no penúltimo ano do ensino médio, louca por aventura e adrenalina. Quando descobri que a tal festa era na maior boate da região, como sempre fui louca por esse tipo de festa, não recusei o convite. Vesti a melhor roupa — na verdade, na falta de roupa, fui no estilo: com pouca roupa mesmo. Ele chegou chegando, todo gostoso, marrento, sentou do meu lado e puxou conversa. Quando dei por mim, já estava aos beijos com ele. E que homem, e que beijo. Me apaixonei? Não sei. Mas gostei tanto, não só do beijo como do que ele fazia pra ganhar a vida. Não pude ir com ele na missão daquela semana, mas dei um jeito de me preparar pra próxima. Acabei fazendo um supletivo e, quando ele voltou pra mim, vê, eu já estava pronta. Não sou pra missão como pra seguir com ele. — Não acredito que esses nojento vão apertar minha mente, logo agora em cima da hora de sair pra essa missão — fala, e o Bryan me olha saindo do banheiro se preparando pra começarmos a introduzir as trouxinhas. Já estão todas embaladas, prontas pra ser ingeridas e introduzidas. — Tay, olha pra mim — Papa-léguas fala segurando meu rosto, me fazendo olhar dentro dos olhos dele. Ele faz isso desde a primeira missão, que eu queria muito fazer mas estava muito nervosa. — Esquece geral. Foca em mim, em você e na missão. Temos pouco tempo, cronometrado pra chegarmos do outro lado e tirar toda a substância do nosso organismo. — Eu balanço a cabeça, respiro fundo. — Te amo, minha linda — fala me dando um selinho. — Quem tem que acreditar em você sou eu, e o Rajada. E se eu bem conheço ele, vai topar tudo o que eu disser que é o melhor pra missão. Somos fechamentos há anos, não é agora que vou deixar você pra trás por causa desses arrombados — fala me prendendo em seus braços e beija minha boca. — Você sabe como me acalmar. Obrigada por me apresentar essa vida louca, obrigada por me apresentar o amor. Te amo, gatinho — falo correspondendo o beijo dele, que deixou de ser um selinho assim que eu abraço ele pelo pescoço. — Então vamos lá fazer o que sabemos fazer de melhor. Tá na hora de conhecer o homem — Papa-léguas ele fala se referindo ao tal Rajada, que é o nosso chefe, o qual eu nunca vi, mas o timbre de voz daquele homem é de assustar qualquer um. Estudei bastante pra saber que ele é o melhor no ramo, as missões dele nunca dão errado. É por isso que estamos vivos até hoje. Meu nome é Tayla Menezes, mais conhecida como Papa-léguas. É sim, eu e o Rafa temos o mesmo vulgo. Ele disse que seria uma maneira de nos proteger, primeiramente me proteger. Ninguém sabe que eu sou uma mulher. Tenho 25 anos, 1,60 m de altura, pele branca, cabelos negros. O que me diferencia de muitas mulheres foi eu ter nascido com uma mecha branca. Quando eu era bebê era só um sinal na testa, mas quando o cabelo começou a crescer vi que eu era diferenciada. Hoje eu tenho um tufão de cabelo totalmente branco. Hoje tenho tatuagem espalhada por todo meu corpo, cada uma dela tem um significado. Estou casada com o Bryan há 10 anos. Casei quando estava pra completar 16 anos pra poder sair do meu país. Foi a única saída no momento. Como estávamos namorando, meus pais não questionaram muito, mas também não tinha muito o que fazer. Quando eu colocava uma coisa na cabeça, eu fazia. Então, me conhecendo, eles sabiam que a qualquer hora eu podia meter o pé e sumir no mundo, mas preferi agir na clareza com eles. Eles concordaram e me casei com a bênção dos pais. E foi aí que as minhas aventuras começaram. Fui muito pouco ao Brasil, no máximo na fronteira. — O plástico que envolve elas agora é um dos melhores, chega a ser melhor do que látex. Sem atraso, vamos chegar lá com elas intactas — Papa-léguas ele fala sabendo que eu sou toda grilada. Gosto de verificar um por um, saber a hora exata, conhecer o trajeto e alguns atalhos pra não ter falha. Coloco uma calça legging por dentro bem apertada, uma calça folgada por cima, um Mizuno preto, um top e jogo uma blusinha colada por cima. Já pego uma japona e deixo preparada. Tiro os brincos, deixando só alguns piercings que eu tenho na orelha. Pra chamar menos atenção possível, pego a bagagem de mão. Ele também. — Um pressentimento r**m pra c*****o. Se minha mãe falasse "Tayla, não sai de casa hoje", eu não sairia — olho pra ele que busca pra mim. Eu entro no jipe, ele entra no volante e mais três atrás com a gente. — Tu é cabulosa, morena — Verruga olhou pra ele pelo retrovisor, mostro o dedo do meio. É um dos que tá enchendo minha paciência desde ontem, dizendo que vão ser pegos por minha causa. — Tá afim de morrer antes de chegar no Rio ou é Verruga? Se fecha, c*****o, que eu te passo aqui ainda, passa relatório pro Rajada pra falar porque você morreu — Papa-léguas ele trava o maxilar olhando Verruga pelo retrovisor. — É bom mesmo ficar na sua. Não te dei i********e pra tu chamar minha mulher de morena, pô. Ela tem nome. Respeito é bom e te dá alguns dias de vida — ele fala sério. Verruga balança a cabeça. — Desculpa aí, patroa. Não tá mais aqui quem falou. Só não acho certo uma mulher tá no meio disso — Verruga abre o porta-luvas pra pegar uma arma, e o Bryan passa a mão na minha perna e só com um olhar eu sei que ele não quer que eu faça aquilo. — Boca fechada não entra mosca, p***a. CALA A BOCA, MEU IRMÃO — Vesgo já sem paciência. Sou a voz e eu pisco pra ele, que corresponde cheio de graça. — Quer dizer que eu sou o arrombado, agora o Vesgo pode piscar pra sua mulher? É um c*****o — Verruga ele fala, e o Bryan dá uma freada brusca, para o carro, já abre a porta e desce. — DESCE AÍ, VERRUGA. ACHO QUE TEMOS QUE RESOLVER NOSSAS DIFERENÇAS AQUI ANTES DE ENTRARMOS NAQUELE VOO — Papa-léguas ele vozesfera, parecendo aqueles cães raivosos. — Qual, irmão? Vai descer ou não? — fala metendo a mão na porta, abre, e eu desço correndo, fico entre ele e a porta. — Vamos, Bryan, não precisa ser agora. Depois você resolve isso com ele. Foca na missão, e já perdemos tempo demais — falo empurrando ele, que segue com o corpo duro encarando o Verruga, mas entra no jipe e seguimos pro aeroporto. — Lembrou da medicação? — Papa-léguas, ele perguntou. Balanço a cabeça fazendo que sim. Dou um comprimido pra cada um e uma garrafinha d'água pra cada. — Só um gole pra medicação descer, não vamos encher o bucho não. Temos que deixar o estômago parado o máximo possível — ele fala olhando pra geral, que só balança a cabeça. — Tá quieto assim porque? Sei não, hein? — falo olhando pro DDD que me olha pelo retrovisor e balança a cabeça negando. — Tô de boa, patroa. Focado na missão. Só vamos — DDD fala, ih, sei não. O jeito dele me intrigou, eu hein. Ele não é assim. Ele é sempre o mais agitado da turma. Tá calado desde que saímos de casa. Estranho. — Deixa o cara, Tay. Ninguém tem que viver abrindo os dentes todo dia, pô. Cada um é cada um, pó, e um dia não é igual ao outro — Papa-léguas fala parando estacionando próximo à pista clandestina, e vamos descendo. Antes de chegarmos perto do jatinho, vários carros se aproximam. — PARADO — um grandão com mó cara de maluco, do bicodão, fala assim desce já com a arma apontada pra gente. — ENTRA NO JATINHO, TODOS, AGORA — grito e começam a atirar na nossa direção. — COMO ELES SABIAM O NOSSO HORÁRIO? — grito nervosa, começo a atirar na direção deles. A trocação começou. Eles chegaram exatamente no mesmo horário que a gente, até com atraso bateram certinho. p**a que pariu. Traidor ou rastrearam a p***a da mercadoria. — MEU BRAÇO, p***a — grito sentindo o braço queimar e o sangue descer. — Meu anjo — Papa-léguas ele me olha se abaixando atrás do jipe. — Estou bem. Vamos sair daqui — falo e chegam mais dois carros. — PRO JATINHO, VAMOS, c*****o — grito pro Bryan, porque só estamos nós dois do lado de fora. Os outros três já estavam dentro do jatinho. Corremos na direção do jatinho e a bala começou. Continua... RECADINHO DA AUTORA 💋 Se você ama um romance proibido, cheio de desejo, tensão e reviravoltas, então esse livro é seu lugar. Vem comigo viver essa aventura. De uma humilde autora pra você, leitora quente e corajosa. Te espero nas próximas páginas. AVISO LEGAL Esta obra é fruto da imaginação da autora. Qualquer semelhança com nomes, pessoas, lugares ou situações reais é mera coincidência. 🚫 Proibido para menores de 18 anos. Contém cenas de viølência, sexø e linguagem imprópria. Todos os direitos desta obra estão reservados. A reprodução, distribuição ou compartilhamento em formato digital (PDF, ePub ou qualquer outro), sem a autorização expressa da autora, é proibida por lei. A viølação desses direitos é considerada crime, conforme a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que regulamenta os Direitos Autorais no Brasil, podendo resultar em sanções cíveis e criminais. A distribuição não autorizada desta obra é crime. 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