Amy Sangrend
Peguei o primeiro avião para o Canadá, liguei para minha secretária e amiga Zoey, precisava de um apoio, não podia ligar para minha mãe, mesmo querendo muito o colo dela eu não podia.
Assim que cheguei no aeroporto vi a Zoey e fui ao encontro dela e só a abracei apertado e deixei as lágrimas rolarem.
— O que aconteceu amiga? — ela perguntou, e eu só chorava. — Amy você está me assustando.
— Só me leva para a minha casa — falei em meio as lágrimas.
Ela ficou me olhando por um tempo na esperança deu falar algo.
Eu precisava chorar, precisava colocar tudo para fora estava doendo muito, eu estava me sentindo um lixo.
— Você tem certeza que quer ir para casa? — ela falou, e fiz que sim com a cabeça.
O caminho foi inteiramente em silêncio, só com os sons das minhas lágrimas.
Finalmente cheguei na minha casa, ela fica um pouco distante do centro, e a minha rua era bem familiar.

Minha casa é exageradamente grande, ela tem dois andares, seis quartos, academia, biblioteca, brinquedoteca, e nossos escritórios, eu comprei quando fiz dois anos de namoro com o Matheus e resolvi me mudar de vez para Toronto, comprei grande para ter espaço para os 6 filhos que íamos adotar os cachorros os gatos, eu sempre quis ter uma família grande, u cresce em uma casa movimentada.
Mas a minha casa sempre ficou muito vazia, assim que entrei vi a governanta uma senhora muito doce a Mary e a Ariele uma das meninas que trabalham aqui arrumando umas caixas, e achei aquilo muito estranho.
— Senhora D'Ávila — a Mary falou com um sorrisinho de brincadeira.
— Sangrend, eu não quero que ninguém mais fale este sobrenome.
— Sim, senhora — elas falaram juntas.
— E estas coisas? — perguntei me concentrando para não chorar.
— São do doutor Matheus senhora...
— E o que estão fazendo aqui?
— O doutor Caleb mandou, são algumas roupas os demais ele disse que ele pegava depois da lua de mel...
— Joguem tudo no lixo, queimem, façam o que quiserem com isso, eu não quero ver nada, e eu não quero ouvir o nome desde homem eu não quero nada dele nesta casa, a primeira pessoa que falar dele está demitido, entenderam avise a todos, eu vou para o meu quarto não quero ser incomodada — falei subindo, e fui até o meu quarto e a Zoey entrou no meu quarto junto comigo tirei o meu salto.
— O que aconteceu com você Amy? você está se ouvindo? O que aconteceu com o Matheus?
Quando ela falou o nome do Matheus, eu peguei o vazo de flores, e joguei no quadro onde tinha uma foto de nos dois.
— Amy — ela gritou.
E eu caí na chão perto dos cacos de vidros chorando.
— Amy vem — ela falou me chamando para deitar no colo dela. — O que aconteceu?
— O safado me traiu, eu já sabia que era um errou este casamento e******o, agora ele me traí em plena lua de mel Zoey, em plena lua de mel — falei com raiva.
— Vai passar amigas...
— Eu gostava tanto dele, foram mais de cinco anos da minha vida jogados no lixo.
— Não pensa assim, quem sabe você não vai conhecer um homem legal...
— Eu não quero um homem legal....
— Toda mulher quer conhecer um homem bacana, eu sonho em me casar, ter filhos...
— Eu também tinha estes planos com o Matheus, você mesma sabe o quanto eu sonho em ter filhos — falei chorando.
— Amiga vamos se acalma, o Matheus, ele só não era o homem certo para você...
— Não existe homem certo Zoey — falei me levantando para olha para ela.
— Existe sim....
— Não — eu aguentava mais ouvir estas bobagens.
— Você vai conhecer um cara do bem, que te proporcione uma relação estável...
— Eu não quero relação estável — falei me levantando indo para o meu closet, e ela veio atrás de mim.
Fui para a minha penteadeira, e comecei a limpar meu rosto que estava todo manchado de lágrimas.
— Eu não vou quero um relacionamento sério, AGORA EU SÓ QUERO SABE DE PASSAR O RODO — gritei para o mundo ouvi.
— Você nunca foi disso, amiga você nunca nem fez sexo casual...
— Mas agora eu sou assim, e sabe de uma coisa, eu não vou mais perder um minuto da minha vida chorando por conta de um i****a, eu vou sair e passar o rodo...
— Amy...
Comecei a me maquiar, eu não vou mais chorar por homem nenhum.
— Eu vou aproveitar a vida Zoey, homem para mim agora é objeto descartável — falei me arrumando.
Nunca fui de ir em balada eu só tive dois namorados, nunca tive nada casual, mas está Amy b***a i****a morreu agora eu vou pegar o primeiro cara que parecer.
— Eu vou com você — a Zoey falou quando eu estava pegando as roupas.
— Não eu vou para a caça sozinha, não quero ninguém me julgando.
— Você não está bem, eu não vou deixar você sozinha...
— Eu estou ótima, eu só peguei o meu marido na cama com uma qualquer...
— Eu vou com você e pronto..
— Ok, mas não venha me regular eu vou pegar quem e quantos eu quiser eu vou me divertir — falei e ela saiu para se arrumar.
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Depois de três anos procurando uma roupa sem ser formal finalmente fiquei pronta para ir até a balada.
— Você tem certeza?
— Absoluta, eu sou uma nova mulher — falei entrando e fui direto para o bar — Uma dose de whisky — pedi e ele colocou e virei de uma vez só.
Preciso de álcool no sangue urgente, pedi outra, e não demorou nem dois minutos para um rapaz veio até mim.
— Não bebe isso, eu vi um cara colocando alguma coisa — ele falou segurando meu braço e tirei a mão dele bebendo.
— O barman colocou na minha frente, jura que está entrada rola? — perguntei a ele pedindo outra dose.
— Sim muitas vezes, vou te deixa em paz — ele falou e eu o puxei.
— Não é porque eu não cai na conversa que eu não esteja interessada — falei com um sorriso de lado e já puxei ele para o beija-lo.
— Você é rápida...
— Para que perde tempo se a vida é uma só — falei beijando ele novamente, nos pegamos.
— Vamos para a minha casa ou a sua? — ele perguntou.
— Para quer se existe escada de emergência — falei e as coisas estavam ficando mais quente.
Fomos até a escada de emergência aos beijos. Mau as portas se fecharam a luz de emergência nem havia se apagado e já estávamos nos beijando calorosamente novamente, e que delicia de beijo! Ficamos assim por alguns instantes a luz se apagou e iniciaram as carícias mais ousadas.
Quando ele me puxou pela cintura sei que ele notou que estou sem calcinha, ele me colocou virada para a parede enquanto ele beijava o meu pescoço e apertava o meu seio me deixando arrepiada.
Enquanto ele beijava a minha orelha, sua mão percorria meu corpo até chegar no fim do meu vestido, ele começou a levantar lentamente enquanto dava leves mordidas na minha orelha, sua mão passou na minha b***a de primeira para conferir se estava de calcinha, e quando ele teve a certeza que estava sem, ele já foi passando a mão na minha b****a, constatando que eu já estou toda molhada. Ele começou a fazer movimentos circulares no meu c******s enquanto respirava pesado na minha nuca, podia sentir o seu p*u hétero sendo pressionado contra a minha b***a, ele me puxou pelo cabelos e começou a beijar o minha orelha e mordendo meu pescoço, fechei meus olhos, e soltei pequenos gemidos, eu não demorou muito para mim gozar no dedos dele.
Mas ele não estava satisfeito e muito menos eu, da forma que estávamos ele apenas se abaixou atrás de mim, e começou a beijar a minha b***a, na mesma hora eu me arrepiei toda, ele passou a língua no meu cuzinho, eu até tentei fugir da língua dele ficando na ponta dos pés, mas nesta momento me lembrei do i****a e resolvi só aproveitar o momento, me debrucei no corrimão, empinando a minha b***a na cara dele, assim a língua dele pode atingir a minha b****a, e ele subia até o meu cu novamente, estava realmente delicioso, mas eu queria mais, ele se levantou abaixou a calça e o seu p*u saltou na mesma hora, não era muito grande mais era meio grosso, dava para o gasto, e ele estava duro feito pedra, ele colocou o prestativo, e apenas colocou na entrada da minha b****a molha, e eu empurrei ele o meu quadril para trás, fazendo com que entrasse tudo de uma só vez, e me sando que fez ele solta um gemido e na mesma hora eu coloquei a minha mão na sua boca, enquanto ele bombava gostoso na minha b****a, eu rebolava, eu evitada olha para os olhos dele, mais isso não era necessário.
Ele começou a estocar com mais força e profundo,eu coloquei a mão por baixo do meu corpo e comecei a massagear a suas bolas e passei a mão pela sua b***a enquanto ele me fodia gostoso, sei o meu dedo molhado pelo seu cuzinho fazendo ele se arrepiar enfiei o meu dedo no seu cuzinho enquanto ele aumenta as estocadas. E ele começou a me beijar, está realmente bom.
Ele resolveu mudar de posição, notei isso quando eu subiu um degrau da escada. Levantei o meu vestido até a cintura e sentei o colo dele, de frente para o mesmo, e o p*u dele entrou gostoso na minha b****a todo de uma só vez, E sei que estou deixando ele doido, cruzei os pés atrás das suas costas, e comecei a rebolar cm o seu p*u dentro de mim, e falando no seu ouvido.
— Vai seu gostoso... Fode com gosto vai — falei fazendo ele aumenta as estocadas.
— Você é muito gostosa... — ele falou soltando gemidos.
— VAI.. VAI QUE EU VOU GOZAR NO SEU p*u BEM GOSTOSO.. — falei a adrenalina, o medo e aquela sensação era demais.
Ele gozou e comecei a gozar que até escorria liquido de sua minha b****a, eu não resistia mais.
Eu nunca tinha feito nada assim, mas a adrenalina estava a flor da pele.
— Podemos repetir a dose qualquer dia desses? — ele perguntou enquanto estávamos nos ajeitando.
— Foi ótimo, mas eu não quero figurinha repetida — falei mandando um beijinho e saindo.
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Continua....