Capítulo 2

1749 Words
Acordei com uma dor de cabeça horrível, e já fui para o banheiro vomitar. Já tem 2 meses que terminei com o Matheus, e estou tentando aproveitar minha vida ao máximo, e esquece de tudo, eu saí todo os dias agora e me divirto ao máximo possível. — Não acredito Amy, de novo — a Zoey falou entrando no meu quarto. — Nem começa, ok — falei e veio outra ânsia de vomito, e vomitei novamente. — Amy eu deixei você viver a sua fossa, mas já chega, eu quero a minha amiga de volta, você precisa volta a trabalhar, volta a fazer as coisas que você gosta, você precisa volta para sua vida. — Que vida me fala? — Suas crianças nunca mais você foi ver elas — ela falou, como sempre a Zoey sabe onde aperta o meu calo. — Eu não posso ir no hospital, esqueceu quem é o médico das minhas crianças... — O Matheus ligou para mim, ele pediu para você ir ver a Samy, ele me prometeu que não vai está no hospital hoje, mas ele disse, que ela piorou... — E porque ele não falou antes, eu vou ver ela hoje, você sabe que eu só não fui ver a minha menina por causa dele e daquele advogado estúpidos... — Depois você tem uma consulta com a ginecologista... — Certo mamãe... — Falando em mãe, a sua ligou de novo está preocupada com você... — Eu falo com ela depois... — Amy, é a tia Luíza, se você fala com ela... — Ela estaria aqui comigo, me mimando e me enchendo de amor e carinho, depois me daria um sermão, e me faria procurar ajuda psicóloga, e ia dizer que eu sou alcoólatra... — E tudo isso é o que você está precisando, Amy... — Mas eu não quero, não agora — falei entrando no chuveiro. — Você precisa — ela falou e fechei os olhos sentindo as água, e escuto ela mechendo nas minhas roupas — Eu sei, por isso eu vou embora — falei — Vai embora para onde Amy? — ela perguntou de cara fechada. — Vou para casa do meu irmão, tudo aqui me lembra o Matheus está casa, as ruas, eu preciso sair, e lá eu vou poder passar um tempo com a Angel, estou morrendo de saudades da minha anjinha — falei e ela sorriu — Que bom, então vai aceitar a proposta do seu padrinho? — Vou... — Quem sabe lá você não ache o cara perfeito... — Não existe cara perfeito, eu não quero um relacionamento... — Nem todo o homem vai fazer o que o seu ex marido fez... — Todos os homens são iguais tudo farinha do mesmo saco — falei me enxugando. — Amiga... — Eu cansei de ser b***a Zoey, de entrega o meu coração e depois ter que recolher os cacos... — E os seus sonhos? — Eles mudam e hoje a última coisa que quero, e um compromisso... — Isso eu já entendi, mas neste ritmo não duvido nada este m*l estar ser uma gravidez. — Eu fiz o teste de farmácia ontem, deu negativo, até onde eu me lembro nunca fiz nada sem camisinha. — E por que fez o teste? — Para ter certeza, assim como fiz o da Adis e de várias duas sexualmente transmissíveis, não é porque eu estou me divertindo que eu não me cuido Zoey. — Ok, pegou alguém ontem? — Só uns beijos eu bebe demais não queria me arrepender depois — falei passando hidratante no meu corpo. — Então a minha amiga responsável está voltando. — Amiga eu estava pensando, e eu quero muito ser mãe... — Você vai lutar pela guarda da Samy? — Eu não posso, ela é do Matheus eu não quero entrar em uma batalha judicial, eu só quero que ele me der o divórcio... — E você quer adota outra criança... — Na verdade eu quero gerar uma criança, eu quero engravidar... — Eu achei que você não quiser isso... — Não quem não queria era o Matheus, e eu não tenho mais está cruz para atrasar a minha vida, eu já tenho 30 anos, não vou mais fica esperando permissão de macho para realizar meus sonhos. — Que bom — ela falou sorrindo e terminei de ajeitar o meu terno. — Eu já vou, estou morrendo de saudades da minha princesa, você pode por favor providenciar o jatinho — pedi pegando a minha bolsa. — Eu vou embora amanhã mesmo eu tenho uma semana para começa a trabalhar, mas eu quero ir — falei e ela me abraçou. — Tudo bem, eu vou sentir a sua falta... — Vai nada eu estou te dando muito trabalho — falei beijando ela. — Você é minha melhor amiga, não é trabalho nenhum, agora passa um batom, ele não vai está lá, mas os amigos sim, mostra o quanto você não está abalada com a situação. — Verdade — falei me sentando na minha penteadeira — Eu não vou fazer uma pele não quero nada muito forte - falei e ela sorriu. — Você é linda de qualquer jeito amiga — ela falou me fazendo sorrir — Agora você precisa que eu arrume suas malas... — Amiga, você não é minha secretária pessoal, você não precisa fazer isso, eu posso me virar sozinha, pelo menos com as minhas roupas — falei e ela riu. Tremei de me arrumar e passei na cozinha meu café da manhã se resume em um suco verde. Fui até a garagem peguei o meu carro e antes de ir no hospital fui na loja de brinquedos, queria levar um presente para a minha bonequinha, e acabei entrando em outra loja. A Samy é o amor da vida do Matheus, eu acabei me apaixonando por ela também, a minha menina forte, doce, meiga, ela está internada no hospital desde o dia que nasceu a sete anos, ela nunca saiu do hospital, o Matheus cuida dela desde este dia, e ele passa dia a pós dia procurando a cura ou tentando fazer ela pelo menos ter uma vida melhor, a mãe dela a abandonou no hospital no dia em que ela nasceu, quando ela viu a filha ela se assustou e disse que não era mãe de um monstro. Eu não entendo como uma mãe possa pensar assim, a minha bonequinha, nasceu com duas doenças muito raras, uma delas e uma má deformação no rosto onde ela não tinha nariz era só dois buracos, e o maxilar era torto, mas nada que o melhor cirurgião plástico não resolvesse, bom até hoje não conseguimos construí um novo nariz, ela tem dificuldade para respirar, porque ela nasceu 90% dos pulmões comprometido, e ainda estamos na filha para a espera de um pulmão novo, fora que ela para de respirar toda as vezes que dormi, por isso não pode ficar sem os aparelhos. Entrei no hospital e fui direto para o quarto dela, ele é todo decorado, em tons rosas o Matheus pediu autorização para que a princesa dele podesse ter um quarto aconchegante. Assim que abri a porta do quarto, vejo a babá dela lendo um livro, ela sorriu quando me viu. — Mama... — ela colocou a mão na boca, e doeu um pouco ver ela não me chamando de mãe, mas vai ser melhor assim. — Tia Amy — ela falou com um sorriso que já me deu vontade de chorar, por culpa de não está vindo aqui. — Oi minha bonequinha — falei me aproximando dela para beija-la. — Que bom que você veio eu estava com saudades, mas o papai falou que você não era mais minha mãe, e eu não ia mais poder te ver — ela falou e me sentei na cama dela. — Me perdoa não ter vindo aqui antes, eu estava morrendo de saudades, mas está uma confusão meu amorzinho — falei e ela sorriu. — Tudo bem, o papai já explicou que ele te machucou, e vocês não são mais namorados, e por isso você não pode ser minha mãe eu não gostei disso eu te amo... —Eu também te amo mais que tudo neste mundo, E mesmo não sendo mais nada do seu pai, nós vamos continuar sendo amigas — falei e ela sorriu. — Você odeia o meu pai? — Não Samy... — Você ama ele? —Também não, mas me conta que história você estava ouvindo. — A Rapunzel... — A sua favorita, olha o que eu trouxe — entreguei o presente a ela que logo abriu o presente. — Uma Rapunzel, obrigada, eu te pedi da última vez... — E eu não esquece... — O papai te contou a novidade? — Não meu amor, o que é? — Ele foi hoje busca meu novo pulmão lá no México, e não vai demorar muito para mim ir para casa — ela falou e eu beijei ela. Eu estava tão feliz por ela, imagino que o Matheus também está feliz são sete anos de espera e ela finalmente poder ir para casa e eu não vou está lá. — Eu estou muito feliz que você vai ficar boa meu amor, eu infelizmente não vou está aqui, mas olha eu trouxe outro presente — falei entrando o a caixinha. — UAU é um celular... — E meu número já está ai, toda vez que você quiser falar comigo é só ligar, ou mandar mensagem, da para fazemos chamadas de vídeo, eu vou trabalhar em um lugar bem longe, mas sempre vamos ser amigas entendeu. — Sim, me responde uma coisa? — Pode perguntar meu amor — Eu nunca ouvi falar de ex-mãe... — É porque não existe, eu vou sempre te amar meu amor, mas até eu não resolver umas coisas com o seu pai eu não posso vim até aqui te ver, mas você pode me ligar sempre... — Está bem mamãe, eu vou sentir a sua falta... —Eu também vou sentir a sua... —Mas quando eu ficar boa eu vou te visitar certo. — Eu vou te esperar meu amor... Ficamos juntas por um tempo eu gosto muito dela, depois que ela dormiu fui para a consulta foi até que tranquilo. Voltei para casa para arrumar as minhas malas, eu estava certa do que estava fazendo a melhor escolha, mesmo o meu coração doendo por deixa a Samy, mas está muito difícil esta tão próxima e não poder vê-la. ©©©©©©©©©©© Continua....
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