Cassandra Acordo cercada por paredes brancas já conhecidas. Por alguns minutos sinto-me desorientada, mas depois tudo me vem de repente. Francesca, meu pai... meu bebê! — Adriano? Chamo-o de repente, assustada. — Estou aqui, querida. Vejo ele caminhar da porta para a minha cama. — O bebê... — Está bem. Ele me consola no momento, enquanto se senta ao meu lado. — Eles o têm numa incubadora porque ele nasceu prematuro, mas está bem. — Quero vê-lo. — Dentro de pouco o trarão para que você o alimente, fique tranquila. — E o meu pai? O seu corpo ensanguentado vem à minha memória, arrepiando-me. Meu marido aperta os lábios numa linha tensa e temo o pior. — Oh, Deus! Acaso...? — Não... Ele não me deixa terminar ao deduzir a minha pergunta. — Ainda. — O que isso quer dizer? Questionei

