As suas palavras me pegam de surpresa, mas não demonstro isso. Comunico-me com o sujeito através de sinais discretos e, finalmente, posiciono-me ao lado da velha desequilibrada. — Vou te fazer pagar por tudo o que você me fez. — Faça isso. Desafiei ela como só eu sei fazer, manipulando-a com destreza. — Vou cobrar cada uma das suas ações contra mim. —Você está mirando errado, querida. Levo uma mão à união das minhas sobrancelhas. — É aqui que você deve atirar. — O que você está fazendo? Um suspiro coletivo é ouvido no quarto quando a pego pelo braço, forçando-a a apertar o gatilho na minha testa. Preciso que Gibson alcance a minha mulher agora. — Faça isso, Francesca. Eu a encorajo enquanto ignoro os soluços da doutora. — O culpado aqui sou eu e lamento te dizer que matar a minha e

