— Sou sua, Cassandra Di Lauro. Eu respondo. — Só sua. Uma semana depois, estou de volta ao trabalho. A investigação ainda está em andamento e meu marido me deu algumas pistas, mas pouco mais. Ele está me mantendo no escuro, e não estou insistindo em obter informações como prometi. No entanto, a sensação de aperto no estômago não passa. Termino o almoço e me preparo para sair do refeitório. Agora, eles o serviram com pratos espetaculares, além de uma troca de funcionários. Não preciso cavar muito para descobrir o culpado. Então, o cirurgião id*iota me interrompe. — Parece que ainda tenho o meu emprego. Você sabe alguma coisa sobre isso? — Não faço ideia. Me faço de boba antes de passar por ele. — Dra. Di Lauro. O seu chamado me interrompe no meio do caminho, então me viro para encará-

