(capítulo 3)

806 Words
James Acordei às 07:00 horas da manhã com o celular despertando, fui até o banheiro fiz minhas higiênis pessoais e tomei um banho morno, depois me sequei na toalha fui até o meu closet vesti uma cueca branca Box e um terno slim Oxford azul marinho com uma gravata verde escura. Arrumei a minha barba no espelho passando uma loção, calcei meus sapatos sociais de couro marrom e passei meu perfume amadeirado. Estava pronto para a leitura do testamento da Charlotte, sai de casa na minha Porchat preta dirigi em silêncio até o hangar, chegando lá meu advogado Maicon já estava me esperando. Estamos no meu jatinho particular e fomos até o Canadá sem saber o que esperar desse testamento. Quando pousamos a aeronave em um hangar no centro da cidade de Montreal no Canadá, descemos e alugamos um carro temporário para chegar até o escritório onde seria feita a leitura do testamento. Entrei no espaço e era bem modesto, diferente do que eu imaginei, a secretária logo nos conduziu até a uma sala de reuniões, assim que passei pela porta vi dois homens sentados com postura reta, e uma jovem de beleza sobrenatural, ela tinha uma certa semelhança com a Charlotte mais ela era muito mais linda, rosto angelical, boca redonda, pele branca como veludo, cabelos ruivos naturais como se fossem fogo em chama alta, ela está sentada e suas pernas estavam cruzadas com uma meia calça fina em um vestido curto, me perdi nas curvas da suas coxas, tudo nela me atraiu como magnetismo. Advogado- Bom chegou quem faltava, por favor seja bem vindo senhor James Oliver. o homem veio até mim e apertou a minha mão. Anna- como é que é? você é o James de Nova York que minha mãe namorou por 3 anos? caralho ela não era só parecida ela era aquela menina que eu nunca conheci, a filha da Charlotte, ela falou gritando comigo e se levantando da cadeira de onde estava sentada vindo em minha direção visivelmente irritada. James- sim sou eu mesmo, algum problema? falei em um tom arrogante, eu não ia deixar aquela fedelha gritar assim comigo na frente de pessoas que eu nem conheço. Anna- ahaaa com você eu tenho todos os problemas possíveis, pra começar o que você pensa que está fazendo aqui? ela me afrontou sem medo algum, aquilo pra mim já era coisa rara, eu pretendia responder mais o oficial de justiça se meteu na frente de nós dois. oficial de justiça- por favor peço que todos mantenham o bom ânimo, uma leitura de testamento já é bem difícil sem nenhuma briga, agora vamos respeitar a vontade da Charlotte ela queria os dóis aqui presente hoje, o senhor James foi convocado Anna o nome dele foi citado no documento. ela me olhou como se fosse capaz de me matar só com o olhar. James- não me olha assim eu estou tão surpreso quanto você, a dois anos eu não tive contato nenhum com a sua mãe e fiquei sabendo sobre a sua morte somente ontem no fim da tarde. falei sincero olhando pra ela firme, nada mudou ela ainda me olhava com os braços cruzados no próprio corpo e cheia de ódio por mim, um sentimento que agora era muto. Anna- está bem vamos acabar com isso logo leia o que está escrito aí, eu quer saber o que minha mãe estava pensando me colocando na mesma sala que esse homem desprezível. Ela falou voltando a sentar e olhar para o advogado ali em questão. James- sim concordo, vamos acabar logo com isso eu preciso voltar para Nova York ainda hoje. falei sem paciência ignorando o seus olhos me fuzilando do outro lado da sala. Advogado- Charlotte Svensson passou todos os seus bens em vida para a sua filha Anna Svensson, isso conta as duas propriedades no Canadá e a empresa de marketing digital, Anna deve assumir a empresa e ficar com tudo quando completar a sua maior idade que é 18 anos, até lá os bens devem ser administrados pelo senhor James Oliver e a guarda da sua filha Anna Svensson também é total responsabilidade do senhor James Oliver. Eu não acredito que tô ouvindo isso, o que passou na cabeça da Charlotte para fazer um testamento desse, eu não posso ser responsável por uma menina mimada que me odeia, isso não faz o menor sentido eu não sou o pai dela nem tão pouco tenho afeição por ela e a sua petulância o que ela tem de linda ela tem de arrogante. James- isso só pode ser brincadeira né? Anna- não pode ser, é claro que não vou ficar com um homem nojento que eu desprezo com toda a minha alma, isso não pode estar certo. ela estava indignada tanto quanto eu, era óbvio que não poderíamos concordar com aqueles termos.
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