Aquele era o último dia da Fênix na casa de Aurélio. Eles tinham aproveitado bastante a companhia uns dos outros. Valia a pena: a cada novo encontro entre eles era visível o quanto se reaproximavam mais. Aquela família jamais seria desfeita, não importava a distância ou o tempo. — Que cara é essa? — pergunta Bernardo, entrando no jardim onde eles estavam sentados. — Onde você estava, Bernardo? Nunca fica longe de casa muito tempo. — diz Charles, olhando para ele. Bernardo coça a cabeça com um sorriso tímido nos lábios. — Estava cuidando de algo para o chefe, em um dos pontos de distribuição. — diz ele em voz baixa. — Que ponto? — pergunta Xavier, interessado. — Aquele ponto de anos atrás. — diz ele de forma sugestiva. — Espera! Está falando do lugar em que salvamos as crianças aquel

