O som do motor do jato era um sussurro grave, constante, quase hipnótico. As luzes suaves do quarto envolviam os dois em uma penumbra íntima, como se o tempo ali dentro obedecesse a regras próprias. Sayuri ajoelhada à frente de Hideo, os olhos fixos nos dele, sentindo o peso de cada respiração que ele soltava. Ele sentia como se os olhos dela pudessem explorar o mais profundo do seu ver, Hideo não duvidava da capacidade de Sayuri de o ler, assim como podia ver nos olhos dela que o seu único desejo era o provocar, o levar a loucura e ao limite. A suas mãos percorreram lentamente o abdômen firme dele, explorando com dedos curiosos as linhas do ventre até chegarem ao centro da sua excitação. Hideo cerrou os olhos por um instante, o maxilar tencionado, entregando-se ao toque dela. O seu cor

