capi.06 talibã

1356 Words
talibã narrando Ela achou que mandava em mim, mas só achou mesmo, sai e deixei ela em casa sozinha, vou ficar em r**o de saia de mulher não, o meu pai disse que eu tinha que me casar com a pirralha, não ser fiel, e ela querendo ou não ela já é minha, e não pode me negar, até por que ela não pode negar o que é meu por direito. neguim - eai chefe, já tô sabendo que tá de coleira - dono do ppg vem com as ideias tortas dele Talibã - de coleira o caralhö, tenho que casar pra não perder o morro, mas se eu pudesse na primeira oportunidade matava pirralha Jovem - vocês estão juntos a dois dias e já querem se matar Jp - pra mim um dos dois já estaria morto, aquele meio metro de mulher é o d***o Purim Talibã - ela até pode ser uma diaba, mas quem governa o inferno sou eu, ela sabe até onde pode ir comigo neguim - e você também sabe até onde pode ir com ela - ele fala ao ver a Lili sentar no meu colo Talibã - prometi casar ser fiel já é outro assunto Jovem - até tu ver ela com outro Lili - ela quem? Jp - a esposa dele i****a - ele fala já com raiva, jp odeia a Lili, por causa dela a ayla ficou 2 meses sem olhar na cara dele, mas isso não é assunto meu Lili - tá muito estressado jp ta precisando relaxar. Jp - tô mesmo, e tô doido pra descarregar um pente todinho no meio da tua cara - ele fala e se levanta - vou dar um giro quando essa p**a barata sair daqui eu volto - ele fala e sai com a cara fechada, ficamos uns minutos ali até eu sentir ser observado, passei o olho em todo o local até cruzar com o alho cor de piscina, já vi mulher debochada, mas essa que arrumei ultrapassa as expectativas de qualquer um. Talibã - jovem vai até a diaba e manda ela ir para casa, se eu for lá as coisas não vai ficar boa - ele levanta calado, ninguém aqui me conhece como o jovem e o JP, por isso que quando falo que a coisa pode ficar r**m eles se levantam logo e resolvem, ninguém gosta de ver o d***o em ação. Ele fala algumas coisas a ela que nem se mexe então vem até mim. Jovem - tu se resolve com a tua dona la, aquele projeto do Satan não vai embora, pelo menos não comigo - ele fala e eu ja jogo a Lili de lado e ela segura o meu braço Lili - vai atrás de p**a mesmo talibã? Talibã - a única p**a que tem aqui dentro desse bar é tu, se coloca no teu lugar p***a - falo saindo dali e vou direto pra mesa a gente discute no meio de geral e sei que todos aqui estão curiosos pra saber quem é ela, mas antes de anunciar eu vou fazer ela tirar esse c*****o dessa roupa e por algo mais comportado, ta mostrando tudo nesse c*****o de longe da pra ver os aliados tudo babando nela. Aproximo dela segurando seu braço e ela me encara Talibã - eu sou seu marido e você tem que me obedecer - ela solta uma gargalhada e todos me olha malu - marido um c*****o, tu não é nada meu e eu te avisei se fosse meter o louco pra estar preparado, não sou mulher de aguentar chifre de homem safado que não da conta nem de uma mulher e quer ter todas, sou boa demais pra você talibã, se não quer ganhar enfeites na cabeça acho bom se comportar, pois ja tenho uma vítima pra hoje - a sua voz sai alta, mas não tão alta, somente o suficiente pra geral que esta aqui ouvir Ayla - c*****o gostei dela, mete o louco mesmo amiga, esses bandidos acha que manda até achar uma pior que eles jp - cala a boca ayla - ele grita com ela e ela o encara seria ayla - vem calar - ela fala e ele se aproxima dela a puxando dali bia - larga ela talibã a mina ta fazendo m*l a ninguém pô - ela fala e o jovem se aproxima Jovem - vamos embora daqui bia bia - um c*****o, tu some da minha vista jovem, ja ta sendo o suficiente o que aprontou comigo no baile passado e ontem, sou nem um ioiô pra tu brincar de vai e vem não p***a - ela fala e sai dali brava indo para o bar, a maria luzia encara nois dois depois olha em volta Malu - vocês são tudo farinha do mesmo saco, nao vale a comida que come - ela fala e eu dou um sorriso safado Talibã - ninguém nunca reclamou malu - por que tem medo de morrer, ou por que é p**a interesseira, mas comigo tu não se cria Talibã - ja chega maria luzia tenho pegado leve demais contigo, ta na hora de levar uma lição Lili - deixa careca - ela grita sorrindo malu - careca quem vai ficar é tu p***a, por que ele é dono e eu sou dona, p**a que se criar pra cima de mim é vala e sem mais Lili - tem que ser muito mulher para encostar na fiel do chefe - dou um sorriso malu - quem dera fosse você a fiel, pelo menos eu não teria que passar essas vergonhas - falo e ela se aproxima Lili - você não é fiel dele - ela fala e eu concordo, porque eu nem arrumei o casamento, mas ela não ser minha fiel não significa que ela não seja minha. malu - exato, serei só quando ele casar no papel comigo, por enquanto os dois são livres, mas teu homem insiste em estragar o meu role Talibã - JA CHEGA MARIA LUIZA, TU VEM COMIGO NESSE C A R A L H O - grito com ela e ela nem se quer se intimida malu - você vai pra casa ou vai voltar para esse cabaré? - ela pergunta com os olhos bem fixados em mim Talibã - isso não te interessa garota, vem, vamos - puxo ela dali por que vejo os vapores tudo de olho nela, p***a que diaba mano, tem que vir causando com essa roupa, isso la é roupa de mulher comprometida sair de casa, coloco ela dentro do carro e ela fica calada, entro no lado do passageiro e vou dirigindo até ela pedir, para mim, parar malu - destranca - ela me encara séria talibã - aonde você vai? malu - só vou comprar uma coisa cara abre - ela fala e eu destranco, ela desce e vai na vendinha de algodão doce e compra três pacotinhos, ela entra no carro sorrindo e não sei por que mas vê ela assim me fez sorrir também Talibã - não precisa gastar o seu dinheiro, falo dando partida, o que quiser eu te dou - falo e ela nega Malu - dispenso, pode usar com as putas será bem mais gasto, já que é disso que você gosta - ela fala e eu acabo sorrindo e ela me encara sem entender talibã - ciumes amor? - no mesmo instante ela n**a e me encara malu - para começo de conversa não sou teu amor, e segundo para ter ciúmes tem que ter amor e não é o nosso caso - ela solta de uma vez Talibã - quero ver depois que ficar comigo, vai cair aos meus pés - ela sorri debochada malu - que pena pra você já que para isso acontecer vamos ter que estar casados, e por infelicidade sua vai demorar meses - ela fala convicta e quem sorri debochado sou eu Talibã - nos casamos depois de amanhã querida - falo e ela me olha com os seus olhos cor de piscina arregalados mula - ta louco? nem pagando eu não me caso amanhã.
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