cap.05 malu

1536 Words
MALU NARRANDO Se ele achou que iria me trazer para essa casa longe de todos para tocar no meu corpo e fazer de mim o que ele bem quer, ah mais ele se enganou e caiu feio do cavalo, se é pra mim ser esposa então que seja feito direito, com o casamento, ja que estou no inferno mais antes estar nele por completo, sei muito bem das consequências minhas e dele se eu não ficar com ele ou se eu fugir, aquele escroto do pai dele deve ter dado a ordem que se eu desobedecesse quem iria pagar era minha mãe, prefiro não arriscar, amo a minha mãe ela é a única pessoa que eu consigo desabafar, ou até mesmo deitar e chorar no seu colo, a minha mãe vivia dizendo que eu era impossível, mas fazia isso de propósito até porque o talibã vivia postando stories com mulher no colo dele ou até mesmo com a mão no seu p*u, eu não nasci para ele me fazer de b***a, quero ver a sua reação quando descobri que eu não fui só dele. Subi para o quarto no ódio, nem sei se é esse o quarto que eu vou ficar, mas entrei e fiquei, eu não quero me casar não quero passar o resto da minha vida com esse d***o, eu só quero viver a minha vida se possível sozinha, mas sei que isso não é possível, por esse motivo estou tentando adiar qualquer proximidade dele, sei que para ele organizar um casamento levara tempo, por isso posso ficar tranquila ele não é louco de tocar em mim, e bom eu sei que ele vai se relacionar com essas putas que tem por aqui, m*l sabe ele a dor de cabeça que vai ter. Depois de quase uma hora dentro do quarto, ouço passos pelo corredor sei que é ele, pois o mesmo para na porta e espera um minuto até bater. Talibã - abre a porta maria luzia - ele nem pede quase manda, reviro os olhos e me levanto da cama destrancando a porta malu - algum problema? - pergunto sem abrir toda a porta Talibã - vou sair e o nosso quarto não é esse, o nosso quarto é aquele - ele fala apontando para o último quarto do corredor malu - eu não vou dormir lá, estou melhor aqui, e aonde vai? Talibã - não te interessa, quando eu voltar quero você lá, a suas coisas estão lá - ele fala e se vira saindo, ele está muito enganado se acha mesmo que vai sair e fazer o que bem quer enquanto eu o espero, sai dali e fui direto ao quarto em que ele falou que estava as minhas coisas peguei uma roupa e fui direto para o banho, lavei os meus cabelos quando sai sequei e passei chapinha e finalizei com um babyliss deixando ele meio onduladulado, peguei o meu celular e olhei algumas pastagens sobre o morro, acabei vendo o meu futuro marido em uma das páginas de fofocas daqui sentado numa mesa rodeado de bandido e de mulher está escrito "pagode da gaiola" no próximo stories vejo uma mulher sentada no seu colo, acha mesmo que eu sou alguma b***a, me levantei na mesma hora e vesti uma roupa, coloquei um short jeans da lavagem mais clara e uma blusa, mais para um cropped bem curtinho preto, por mais que o short seja de cós alto mostra muito a barriga, e eu gosto assim faço uma make com o batom vermelho e coloco um salto não muito alto preto, pego uma bolsa só para colocar o meu celular mesmo e está ótimo, não estou indo fazer isso para provocá-lo só quero que ele saiba que do mesmo jeito que ele pode eu também posso, vai fazer de b***a outra eu não. Olho as horas e vejo que já são 12:00, queria ver a surpresa que ele vai ter em me ver, aliás, vai ser muito difícil não ver, já que sou nova aqui no morro, sei que vou chamar atenção principalmente dele, saio da casa e os seguranças ficam tudo olhando, mas nenhum fala nada, até achei que iriam barrar a minha saída, mas pelo visto talibã não quis causar com isso. Escuto o barulho do som assim que chego na segunda rua, vou andando distraída até tromba com uma mulher, que por sinal é muito bonita, ela é um pouco mais alta do que eu e os seus cabelos são loiros, deve ter no máximo uns 20 a 22 anos. malu - desculpa, tava um pouco distraída com o lugar - falo e ela me dá um sorriso, bom isso sim é surpreendente, até onde eu conheço essas mulheres aqui do morro, ela deveria estar me xingando por não prestar atenção. xx - está tudo bem, é nova por aqui? - ela pergunta curiosa malu - poise, cheguei ontem - falo um pouco desanimada e ela parece me analisar xx - satisfação Bianca, mas pode me chamar de bia - ela estende sua mão e me dá um sorriso eu a encaro e sorrio tambem malu - ah, satisfação, maria luiza, mas pode me chamar de malu - falo e aperto a sua mão bia - vai pro pagode? malu - bom estava querendo conhecer um pouco mais daqui - ela sorri e concorda bia - seu dia de sorte, também estou indo, a minha amiga já está lá, é solteira né? - ela pergunta e eu confirmo malu - por pouco tempo, mas sou - falo e ela me olha confusa enquanto descemos o morro bia - como assim? malu - longa história, mas em breve você entendera - ela concorda sem fazer mais pergunta. Logo chegamos e fomos direto para uma mesa onde tem outra menina que aparenta ter a mesma idade que nós duas, os seus olhos são escuros, a sua pele é clara e os seus cabelos são pretos. xx - eai bia, quem é? - ela pergunta na lata bia - essa é a malu Ayla, se mudou ontem para o morro - ela fala e a tal ayla parece me analisar ayla - ela não parece ser p**a - ela fala e eu sorrio malu - nem vocês parecem, por isso me simpatizei - falo e ela sorri ayla - senta aí malu, é bom saber que ainda existem moradoras novas que não vem para o morro para ficar de pega, pega com bandido - eu a encaro e dou um sorriso forçado malu - infelizmente eu vim forçada por um - falo baixo, mas sei que elas escutaram, a ayla me olha curiosa assim como a bia, me levanto disfarçando e dou um sorriso - vou pegar algo para beber - elas concordam e eu saio dali indo no bar, sinto olhares sobre mim, parece que chamei a atenção por aqui. Barman - c*****o, já vi mulher bonita, mas você está muito além de um simples, bonita - ele fala me fazendo sorrir malu - obrigada, me dê uma heineken por favor - peço e ele confirma me entregando uma bem gelada, pago e saio, mas antes que consigo chegar a mesa vejo ele ali com uma mulher em seu colo beijando seu pescoço, encaro ele até seu olhar se cruzar com o meu, dou um sorriso e levanto a cerveja cumprimentando ele, saio indo a mesa e as meninas me olham bia - o que você é do talibã? malu - por enquanto nada - falo fria - não quero falar dele jovem - malu - ele me chama malu - não vou - ja falo antes dele falar jovem - por que caralhos você tem que ser tão teimosa? malu - se ele está preocupado, que venha ele mesmo - falo e ele fica na minha frente jovem - se continuar assim ele vai acabar te matando - ele fala um pouco preocupado malu - o inferno não deve ser pior que isso que estou vivendo né? - ele n**a e sai, dou um gole da minha cerveja e as meninas me encaram ayla - você e o talibã são um casal? malu - não, só vamos ser um casal quando nos casarmos caso contrario ambos são livres - sinto meu braço sendo puxado com força, fazendo eu bater com tudo em seu corpo, todos nos olha curiosos talibã - QUE PÖRRA VOCÊ VEIO CAÇAR AQUI? - sua voz sai bem alterada malu - vim ver como são os homens do morro - falo e lhe dou um sorriso - com certeza são bem mais interessantes do que os do asfalto - falo sorrindo e ele aperta mais o meu braço - larga o meu braço - falo e ele aperta mais - LARGA A PÖRRA DO MEU BRAÇO TALIBÃ talibã - senão o que? - me aproximo do seu ouvido malu - senão eu entro com a proteção do comando - ele solta e me olha com raiva talibã - eu nao te dei permissão para sair malu - nem eu te dei e mesmo assim você esta aqui - dou um sorriso debochado e ele passa a mão no rosto furioso talibã - MALDITA DIABA!
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