TALIBÃ NARRANDO
Que raiva de mim mano, c*****o nunca encostei o dedo em nenhuma mulher, mas ela me intriga e me provoca, essa marra dela me quebra todinho, eu esperava uma mulher calma que eu falasse e obedecia, no lugar veio um furacão, vamo ver se eu não pego outras mulheres, pego quem eu quiser, inclusive ela, e ela vai ter que aceitar calada, não vou mais encostar o dedo nela para bater, mas ela é minha e mulher minha não vai ser enfeite dentro de casa, vou deixar a mãe dela morando com a minha aqui, já tinha mandado construir outra casa para mim e para diaba gostosa lá no pico do morro, tá tudo pronto e mobilhado, amanhã vou para lá, mas a vida dessa diaba não vai ser esse mar de rosas, vai ficar sem celular enquanto eu quiser, não vai sair daquela casa e só pode receber visitas da mãe dela, a vida de viver solta acabou, mulher casada tem que aprender a se comportar.
Fiquei intrigado quando ela falou que se envolveu com policial, sei que ela não transou com ele, pois isso era a regra, ela só pode ser minha, apenas minha, então foi só uns beijos, mas me incomoda saber que outro homem a beijou, eu não quero que ela pense em outro, quero que ela pense em mim, porque sou teu marido, e ela sabia disso desde os seus 10 anos. Olho para o lado da cama e ela já está dormindo, parece até um anjo assim, m*l sabem que acordada é o d***o em figura de gente, o meu pai arrumou a mulher mais gostosa do Rio de Janeiro para mim, pelo menos uma vez ele acertou, só é uma pena ele ter arrumado a mais difícil também, acho que ele escolheu ela já nessa intenção. Desligo a tv e tiro as pipocas de cima da cama, me viro e tento dormir, até sentir os seus braços abraçarem o meu corpo, nunca dormi com mulher nenhuma, vou para as resenha transo memo com várias, mas nunca durmo com nenhuma, não sei se vou me acostumar a dormir com ela.
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Acordo sentindo ela se mexer, mas finjo que continuo dormindo, sinto o olhar dela sobre mim, mas ainda, sim, não abro os meus olhos.
malu - vai se arrepender de ter aceitado esse acordo talibã - ela fala baixinho e se levanta, abro os meus olhos vendo ela entrar no banheiro, mulher é bicho criado do d***o mesmo, mete o louco com bandido, essa perdeu o amor pela vida, escuto a água do chuveiro caindo, me levanto e tento abrir a porta, mas ela trancou, vamos ver Maria Luiza até onde você vai aguentar ficar sem o meu toque, você querendo ou não vai ser minha. Saio dali e vou para o banheiro do quarto de hóspedes, faço as minhas higiene, tomo o meu banho, saio e vou para o meu quarto, ela continua no banheiro, pois a porta continua trancada, visto uma cueca e uma bermuda e ela sai.
Talibã - desce e toma o café, despede da tua coroa que vamos para a nossa goma - falo frio, não vou pegar leve com ela
malu - a minha mãe vai ficar aonde? - pergunta com o mesmo tom de voz, fica difícil me concentrar nela assim só de toalha, morena pilantra.
Talibã - aqui! - ela me encara e apenas concorda, desço dali já escutando uma conversada danada.
Jovem - saiu da lua de mel dondoco? - ele fala zoando
Talibã - tomar no cu sem lubrificante vocês não querem né? - falo e eles negam
Jovem - dizem que dói né - ele fala sorrindo e a diaba maldita, dez mil vezes maldita desce as escadas com apenas a minha camiseta, pörra, o jp e o jovem ta babando na minha mulher, avanço pra cima dela e a encosto na parede
Talibã - o que tu pensa que esta fazendo diaba? - pergunto com o meu corpo colado ao seu - ta querendo morrer pörra?
malu - ja falei que a tua arma não me dá medo, e eu não tinha roupa queria que eu descesse pelada? - ela pergunta afrontosa
talibã - vai subir que eu vou levar a tua roupa la - falo e ela dá uma risada irônica
malu - nem füdendo - aperto a sua cintura e a camiseta sobe um pouco ela aproxima a sua boca do meu ouvido e sussurra - é bom tu não subir muito a camisa, não tinha calcinha para vestir, estou sem - ela fala e se afasta de mim
Talibã - maria luzia pra dentro do carro agora - dou a ordem e todo mundo ja percebeu que não é o ravi que esta aqui e sim o talibã, ela finge que não escuta e continua andando, tiro a minha arma da cintura e destravo dando um tiro quase pegando nela
Zélia - filha pelo amor de Deus obedece - ela grita
Talibã - VAI PARA O CARRO MARIA LUIZA - ela se vira lentamente e vem até mim, eu não sei por que, mas sinto medo do que ela possa fazer neste exato momento, pois ela me encara com o ódio que eu nunca vi nenhuma mulher me olhar, quando ela fica de frente comigo ela pega a minha mão que esta segurando a arma e coloca no meio do seu coração.
malu - atira talibã, mas agora atira pra não errar, não vem querer meter o louco se você não tem coragem - ela fala sem nem tremer a voz de medo, eu tiro a arma e volto ela para cintura, sei até onde eu posso ir com ela e se eu matar o comando vem com tudo pra cima de mim, vou viver um inferno ao lado dessa mulher. Puxo o braço dela e a arrasto até o carro, escuto a minha coroa acalmando a mãe dela, enfio ela dento do carro e saio dali indo para a minha casa
Talibã - é bom tu não testar minha paciência garota, normalmente eu não êxito em atirar - falo e ela solta um sorriso bem debochado e me encara com os seus olhos azuis no qual eu me perco toda vez que ela me olha, ela poderia ser feia pra ser mais fácil de resistir.
malu - você não exita em atirar em p**a, eu vou ser sua esposa! - ela fala e desce, como assim vai ser? ela já é, desço e vou atrás da diaba, mulher só serve pra tirar meu juízo na moral, vejo que ela vai subir as escada e alcanço ela antes dela subir eu puxo seu braço
Talibã - ta dê caô diaba? Tu ja é minha esposa - falo e ela me encara séria e olha para o braço onde eu estou segurando, solto pra não causar caô
malu - só vou ser sua esposa quando nos casarmos, ao contrário você é só mais um, ah e claro - ela se aproxima - só vai poder me tocar depois do casamento, e se eu souber que ficou com alguma p**a o casamento acaba antes mesmo de começar, se quer que eu seja só sua, pois bem também vai ter que ser somente meu - ela fala e sai, diaba é isso que ela é, vou organizar essa p***a de casamento, mas vamos ver se eu não vou pegar as minhas putas, ta pra nascer uma mulher pra mandar em mim!