MALU NARRANDO
Nunca na minha vida eu iria deixar minha mãe pra trás, nem que ela more na casa ao lado, mas ela vai comigo, estou indo para um lugar onde não vou ter ninguém pra conversar, não vou ter uma família, então se ele me quer nesse c*****o vai me levar, não vou negar que ele é lindo, gostoso demais, se não fosse tão filho da p**a eu cedia a qualquer coisa pra ele, mas tinha que ser justo o cretino que fui prometida, não vamos dar certo isso é certo, ele vai bater de frente e eu não vou abaixar a cabeça e não aceito traição se me trair vai levar gaia também, f**a-se.
talibã - pelo visto você não segue a regra 2 - ele fala assim que a gente entra no carro
malu - e por acaso você segue alguma das regras? - pergunto sem olhar mas posso sentir seu olhar sobre mim
talibã - sou homem e sou livre - ele fala e eu o olho sorrindo
malu - eu também sou livre meu amor, espero que não esteja esperando uma mulher bobinha que aceita suas safadezas, se meter o louco eu te meto uma gaia - nesse momento ele vem com tudo pra cima de mim e segura meu pescoço me fazendo arrepiar toda - não faz assim que eu gosto - falo fazendo cara de safada provocando ele
talibã - Maria Luiza não me provoque! - sua voz sai rouca e carregada de desejo, ele está sob o meu controle, vou jogar com ele, vai me querer demais talibã mas só vai tocar em mim quando eu querer.
malu - não vou fazer nada que você não queira. Mas vou te provocar até você querer! - nesse momento ele abre um sorriso, passo minha mão levemente por sua barriga e paro bem encima do seu päu apertando sem machucar, ele solta um gemido e eu aproximo minha boca na dele e sussurro - mas neste momento talibã eu não te quero, por esse motivo não vou continuar a te provocar - o sorriso que estava estampado em seu rosto morre na hora, retiro minha mão que estava no seu corpo e ele me olha com raiva.
talibã - é bom saber que tu tá lidando com bandido garota - ele fala puxando meu cabelo pra traz e faz eu olhar para ele, eu olho rindo vai viver um inferno comigo talibã, nenhum homem é capaz de me fazer amar, e você é o único que não me apaixonaria.
malu - até com polícia já me envolvi cara, bandido é fachada - quando falo isso ele me dá um olhar sinistro e solta meu cabelo, ele dá partida sem falar mas nem um "A" não sei se fico com medo ou se fico aliviada, ele para enfrente a sua casa e tranca o carro - abre a porta - falo e encaro ele
talibã - quem é ele? - é a única pergunta que sai da sua boca desde as duas últimas horas
malu - não te enteressa - ele bate no volante
talibã - QUEM É ELE PÖRRA? - seu olhar se encontra com o meu
malu - vai me contar com quantas e com quem dorme todas as noites? - pergunto e ele n**a - pois então não me faça perguntas de quem eu saio ou deixo de sair, você se quer se interessou de me conhecer antes de me trazer pra esse muquifo aqui, ao invés disso estava em festinha privada com várias putas e nem por isso tô enchendo a pörra do seu saco, então abre a porrä da porta do carro que eu também não te devo nenhuma explicação do meu passado - falo e ele passa a mão pelo seu rosto tentando conter sua raiva.
talibã - escuta aqui Maria Luiza - ele fala e segura meu queixo fazendo eu encara-lo - você é minha tá entendendo? tá no meu porte e só sai dele quando eu morrer
malu - e tu tá no meu porte, se me trair com alguma vagäbunda desse morro, morre tu e ela - minhas palavras parece fazer efeito nele
talibã - eu pego quem eu quiser - dou um pequeno sorriso
malu - eu não tenho ciúmes - falo e o encaro - e creio que você também não vai ter quando me ver com outros. - destranco o carro e saio
talibã - enviada do diabö - escuto ele xingar quando me afasto, ou ele anda na linha ou nois dois perde a linha juntos, mas corna eu não vou ser, assim que vou abrir a porta ele me puxa pelo braço - escuta aqui garota - olho bem pra mão dele apertando o meu braço vejo a minha mãe mas os outros dois atrás
malu - PRIMEIRAMENTE TU LARGA A p***a DO MEU BRAÇO QUE EU NÃO GOSTO QUE ENCOSTEM EM MIM - falo com a voz alta - MEU NOME É MARIA LUIZA p***a - escuto só o estalo e eu caio no chão, ele me bateu acabo sorrindo e a porta é aberta - Começamos bem talibã, qual a próxima etapa, bater na minha mãe ou me matar? - quando eu falo isso a senhora sai da porta e mete três tapas na cara dele
Nilza - EU TE AVISEI TALIBÃ, SE BATER EM MULHER TU IA APANHAR O DOBRO MOLEQUE - olho pra senhora que acabou de me defender e me levanto apontando o dedo na cara dele
malu - não vou abaixar a cabeça nem pra você nem pra ninguém, da próxima vez que me bater tu nunca mais vai me ver na tua vida, isso se você sair com vida.
talibã - pro quarto agora Maria Luiza, e tu não se mete mãe, mostra o quarto pra ela - ele fala apontando pra minha mãe
Nilza - não se mete o caralhö, se tu bater nela de novo que vai te levar pra salinha vai ser eu - ela fala e ele encara ela mas não diz nada a ela
malu - vou dormi com a minha mãe - falo e ele n**a
talibã - não vou ter mulher pra ser de enfeite, amanhã a gente vai pra nossa nova casa - sua voz sai fria, e ele vai na frente - não quer que eu te pegue a força quer Maria Luiza? - apenas aceno para a senhora e vou subindo, quando chego ao quarto me surpreendo, é muito escuro, o clima é pesado, não vou conseguir dormi nesse quarto de jeito nenhum
malu - você vai dormir aqui? - pergunto quando vejo ele tirando os tênis
talibã - vou - diz seco - e você vai dormir do meu lado - ele me encara e se levanta aproximando de mim - foi errado eu te bater, mas você fala demais e eu tenho pouca paciência, se quer melhorar a convivência tu vai ter que aprender a calar a boca.
malu - eu não quero ter uma boa convivência com o filho do assassino do meu pai - falo e me afasto indo para o banheiro que tem ali.
Eu não sou nenhuma mimada que sempre teve as coisas de mão beijada, mas também não sou nenhuma boba ao ponto de deixar ele me humilhar, se falar vai ouvir, se trair vai ser traído se me tratar bem vai ter tratamento melhor ainda, ele vai receber exatamente o que manda pra mim, passo uma água no rosto e volto pro quarto
talibã - qual o filme que estava assistindo? - ele pergunta entrando no quarto com dois baldes de pipoca, acabo sorrindo disfarçadamente.
malu - o lado bom de ser traída - falo e ele concorda
talibã - quer assistir ele comigo? - ele pergunta e eu o encaro
malu - um balde de pipocas e um filme não vai fazer que eu te desculpo do tapa, sabe disso né?
talibã - só quero assistir o filme - ele fala seco sem olhar pra mim e liga a tv - vai ficar aí parada? - ele pergunta dessa vez com os olhos fixados em mim, eu apenas me aproximo e começo a assistir, até né dar sono.