8° Batalha.

2613 Words
- SENHORA ANASTÁSIA! - abro a porta assustada com a p************s no qual ela disse para a própria filha. - Pelo nosso Deus...isso não maneira de se falar...não se esqueça...Monica é sua filha. - Eu, Monica! Deveria ter ido embora com Jerry aquele dia...- ela diz entrando para o seu quarto e batendo a porta. - Nos perdoe Isabella...você ouviu coisas...drásticas...- Frederick diz se levantando do sofá. - Aonde você pensa que vai? - Anastásia questiona ao ver ele na porta do quarto de Monica. - Conversar com ela...''ainda tem o mesmo fedor de um rato do esgoto''? Ela está certa! Você enlouqueceu...- Frederick dá batidas fortes na porta. - Querida...deixe o papai entrar...vamos conversar... - Acho melhor deixá-la sozinha...ela está estressada...tentar conversar com ela só vai piorar tudo. - digo. de repente escutamos a porta da sala abrir, Jack havia sido liberado da delegacia. - MEU FILHO! - Anastásia vai correndo abraçar o mesmo. - Por quê não ligou? poderíamos ter buscado você! - Estou bem...afinal não foi eu quem apanhou...- ele me encara rapidamente. - Isabella...seu marido chegou! Ela estava morrendo de saudade! - Anastásia puxa meu braço nos aproximando. - Fico feliz não tenha agredido ninguém e culpado um desconhecido no caminho de volta para casa. - encaro ele friamente, Jack dá um pequeno sorriso irônico e entra para o nosso quarto. - Não podem continuar brigados...tentem se resolver...são um casal! - ela diz entre nós dois. - Eu não fiz nada para me resolver com ele, enquanto ele não se desculpar pelo ocorrido a senhora pode desistir, não vou correr atrás dele! - digo caminhando para fora de casa, precisava tomar um ar fresco, longe de todos e principalmente da Anastásia...nunca pensei que ela fosse capaz de dizer palavras tão cruéis... Caminho em direção ao parque florido, ele continuava famoso na região, todos os dias havia pessoas nele, imagino o quão felizes meus irmãos estariam aqui...é um ótimo lugar para crescer e formar uma família. - Permita-me! - um rapaz se aproxima atrás de mim. - Deixou cair seu brinco. - ele sorri me entregando. - Obrigada... - Uau! - ele me encara hipnotizado, então levanto minha mão mostrando a aliança. - Casada...era de se esperar...preciso ir, pego o trem para Wichita hoje mesmo...- ele sorri. - Wichita? Sortudo! Minha família mora lá...- sorrio de leve. - Então é do Kansas...veio para tentar uma vida melhor? - ele questiona sorrindo. - O casamento é algo de tamanha responsabilidade... precisávamos de um lugar para iniciar nossa história juntos...embora não tenha saído como esperado...- sorrio sem graça. - Casamento é algo complicado...mas precisam se apoiar...estou indo conhecer minha noiva em Wichita...me deseje sorte. - ele gargalha estendendo à mão. - Peter Blythe! - Isabella Monteiro. - correspondo o seu aperto de mão. - Monteiro? - ele questiona. - Meus ancestrais eram do México...- sorrio de leve. - Entendo, se o destino desejar nosso reencontro no futuro, levarei você para Wichita de graça! - ele sorri e sai correndo em direção à estação. O hospital...precisava pedir desculpas ao Steve pela vergonha que Jack me fez passar...saio correndo seguindo a placa que indicava o hospital principal de Abilene. Ao chegar na recepção, a assistente me dá o direito da visita me acompanhando até o quarto dele. - Isa...- ele diz com o todo enfaixado. - Não fale muito, pode afetar ainda mais seu estado...Jack bateu de mais em você...- me curvo. - Nos perdoe por tudo que você passou, quando eu pegar o meu primeiro salário, pagarei o hospital...- digo rapidamente. - Não foi você que me bateu Isa... - Mas meu marido fez isso...estou me desculpando no lugar dele, foi uma grande surra... - Nem me fale, m*l consigo movimentar meu maxilar...- ele sorri tocando o queixo. - Por quê o provocou daquele jeito? - questiono me aproximando dele. - Eu queria levar alguns socos...queria me sentir vivo...- lágrimas surgem em seu rosto. - E queria principalmente uma briga no histórico da minha adolescência...- sorrio ao lado dele. - Tem 18 anos...já é um adulto. - Poxa...meu pai não acha isso... - Seu pai soube da notícia? - Veio no jato particular da família, viu que estou bem e já se foi...- ele diz cabisbaixo. - Aposto o quão bravo ele ficou...achei milagre o Jack não ter pagado pelo o quê fez...- digo séria. - Ele pagou...ficou uma noite naquele lugar...e eu implorei para o meu pai não fazer nada...eu sou o culpado disso tudo...- ele sorri tocando minha mão. - Me perdoe por ter tentado te beijar...não sou assim...espero que sejamos amigos enquanto eu não me formar... - Não sei...a briga de vocês...quase resultou em demissão...se eu for demitida, será ainda pior... - Entendo...então vamos nos ver dentro da faculdade, fora dela seremos estranhos...vai ser interessante e uma boa história para Monica escrever...- ele sorri ao meu lado. - Bom...já são 11 horas...o dever me chama. - sorrio caminhando até a porta. - Isabella...Obrigado pela visita e por sua preocupação...nos vemos em breve na faculdade...estranha! - Ainda não concordei com isso. - digo rapidamente. - Infelizmente eu sou um ótimo amigo...vai ser impossível achar alguém melhor que eu...- ele sorri convencido. - Bobo! - saio do quarto e quando fecho à porta encontro Jack e Anastásia. - Você por aqui? - ela questiona surpresa. - Vim pedir desculpas pelo ocorrido no lugar do Jack...- digo séria. - Ah...bom, suas desculpas não são mais necessárias, seu marido insistiu para eu acompanhar ele... - Isso significa...- encaro Jack surpresa. - Ele veio se desculpar com o rapaz...- ela sorri se vangloriando do filho. - O que eu fiz...foi errado...- ele me olha rígido e vencendo o seu orgulho se curva para mim. - Me desculpe, empurrar a mulher que amo foi uma coisa horrível de formas diferentes...minha agressividade e fúria foram longe de mais. - Ah eu...- fico paralisada e não consigo dizer absolutamente nada. - É melhor eu ir...- saio correndo sem olhar para trás. Por quê estou fugindo? Eu não fiz nada...então por quê? Corro para a faculdade sem ao menos passar em casa para almoçar. - Isabella...- o senhor Holmes se surpreende ao me ver tão cedo. - São 11:30 ainda...aconteceu algo? - Sim...eu quero minha mãe...- lágrimas surgem em meu rosto e ele rapidamente me abraça. - Pobre criança...- ele passa a mão em minha cabeça. - O casamento é algo difícil no início...mas fique tranquila...vai ficar tudo bem...- ele me encara sorrindo. - Você é a jovem mais forte que já vi dento desta faculdade...vá na cantina...almoce e depois vá para a sala de artes...preciso administrar algumas coisas agora...tente ficar alegre...são 11:30 ainda! O dia m*l começou. - ele limpa minhas lágrimas com o seu lenço. - Aqui...pode ficar com ele... Era a primeira vez que eu via o senhor Holmes como um ser humano, ele parecia ser alguém duro, mas era gentil e educado, a esposa dele deve ser feliz ao seu lado...caminho até a cantina e como um pouco, depois começo o meu trabalho na sala de artes, era bastante solitário limpar tudo aquilo sozinha, quando Steve se ofereceu para me ajudar, a sala ganhava mais vida. - Com licença...- Jack bate na porta cabisbaixo. - Não deveria vim aqui depois de tudo que fez...- digo surpresa ao vê-lo. - Você saiu do hospital assustada... - Se saí do hospital correndo...foi porquê não queria ver você...- me viro para à janela. - Eu agi errado Isa...machuquei você por fora e por dentro...quando nos casamos eu prometi ao seu pai que cuidaria de você...descumprir minha promessa...então entendo se quiser o divórcio...te darei dinheiro para voltar ao Kansas...você decide... - Divórcio? - encaro ele surpresa. - Se cada casal se separasse por causa de uma briga... - Então não quer o divórcio? - ele se aproxima. - Seu comportamento foi horrível e irresponsável...mas quero te apoiar e mudar você...se tiver força de vontade, vamos fazer isso juntos! - digo. - Obrigado por não desistir de mim! - ele se aproxima ainda mais e logo me beija lentamente. - Não quero te fazer chorar...você é meu bem mais precioso Isa...- ele beija minha testa sorrindo. - Não deveria trabalhar hoje? Pedi o senhor Joel um dia de folga, expliquei tudo e ele compreendeu... - Bom...preciso trabalhar, poderia se retirar. - sorrio estendendo meu braço. - Que mandona! - ele sorri me rodopiando pela sala. - Vou ajudar você...assim vamos ter mais tempo livre...quero passar o dia ao seu lado...- ele sorri pegando o quadros do chão. - Aonde coloco esses? - Ali na prateleira...em ordem alfabética senhor! - sorrio limpando a janela. - Ande logo madame, irei passar o pano no chão! - Nem organizou os quadros ainda! - Quando pego algo pra fazer sou rápido...- ele sorri mordendo os lábios. - Nem tente! Aqui é meu local de trabalho, se o senhor Holmes aparecer...seria demitida...- sorrio. - Bom...Monica está na faculdade, meu pai foi para a empresa, minha mãe foi trabalhar e Clara na escola...- ele se aproxima agarrando minha cintura. - Se acabarmos mais cedo, a casa é toda para nós. - Entendi o recado! - digo limpando mais rápido. *HORAS DEPOIS* Chegamos na porta de casa e ao entrarmos notamos que ela estava realmente vazia. Enquanto meu coração batia forte no peito, pelo menos meio minuto se passou, e nenhum de nós disse nada. - Finalmente a sós...- ele diz me colocando contra a parede da sala, a mão dele se moveu para minha coxa e começou a acariciar. Nossas respirações se encontraram no mesmo ritmo.- Vire-se para a parede...meu amor. - sua voz calma quebrou o silêncio e eu ajeitei minhas costas, com os olhos grudados à frente. Vagarosamente, eu me virei, enquanto ele passava a mão pelo meu corpo. Eu podia sentir a maneira como ele esticou a mão, tocando com a ponta dos dedos toda a extensão das minhas costas até pressionar seu polegar contra a pele macia dos meus quadris. Abaixei a cabeça para encontrar seus olhos, que me observavam de volta atentamente. Podia ver seu peito subindo e descendo, cada respiração mais profunda do que a última. Um músculo tremeu em seu queixo quadrado quando seu polegar começou a se mover, acariciando lentamente de um lado para outro, os olhos ainda grudados nos meus. Ele estava esperando que eu o interrompesse. Tive muito tempo para afastá-lo ou simplesmente para me virar e ir embora. Mas havia muitas sensações dentro de mim que eu precisava digerir antes de poder reagir. Nunca tinha me sentido assim, e nunca imaginara que um dia me sentiria dessa maneira em relação a ele. Eu queria dar um tapa no rosto dele, e depois puxá-lo pela gola da camisa e lamber seu pescoço. - No que está pensando? - ele sussurrou, com os olhos ao mesmo tempo zombando e mostrando ansiedade. - Eu...não consigo pensar em nada...- sorrio de leve. Então ele começou a subir a ponta do dedo, tracejando a alça do meu vestido arredando ela para o lado e mordendo meu ombro devagar. - Jack...- solto um gemido leve. - Silêncio! - ele bate a sua mão grande em minha b***a. Como eu poderia deixar meu corpo reagir daquela maneira? Ainda queria lhe dar um tapa, mas agora, mais do que isso, eu queria que ele continuasse. Um desejo angustiado estava se concentrando entre as minhas pernas. Ele alcançou o topo da minha calcinha e deslizou os dedos debaixo do tecido. Senti sua carícia contra minha pele e o resvalar em meu c******s antes de ele enfiar o dedo lá dentro, e então mordi os lábios, tentando, sem sucesso, abafar meu gemido. Quando olhei para baixo, gotas de suor estavam se formando em suas sobrancelhas. - Merda - ele grunhiu silenciosamente. - Você está molhada - seus olhos se fecharam e ele parecia lutar a mesma batalha interna que eu enfrentava. Olhei para seu colo e pude ver o quanto ele pressionava contra o tecido macio da calça. Sem abrir os olhos, ele tirou o dedo e agarrou a renda fina da minha calcinha a rasgando. Eu estava tremendo e com um movimento rápido ele puxou minhas coxas com força, colocando meu corpo em cima da mesa fria da cozinha e abrindo minhas pernas na sua frente. Soltei um gemido involuntário quando os dedos dele voltaram, escorregando por entre minhas pernas e me penetrando novamente. Eu odiava admitir, mas ele era muito bom naquilo. Seu toque não era aquela coisa gentil e amorosa a que eu estava acostumada. Ali estava um homem habituado a conseguir o que queria, e acontece que, naquele momento, o que ele queria era eu. Minha cabeça pendeu para o lado quando me apoiei nos cotovelos, sentindo um orgasmo iminente se aproximando a todo vapor. - Jack...por favor seja gentil... Ele parou de mexer, puxou os dedos de volta e manteve o punho fechado na frente do rosto. Eu me sentei, agarrando sua camisa de seda e puxando sua boca com força contra a minha. Seus lábios eram tão perfeitos quanto pareciam, firmes e suaves. Mordi seu lábio inferior enquanto minhas mãos rapidamente baixavam até o cós de sua calça, onde abri a fivela e tirei o cinto por inteiro. - É melhor você estar pronto para terminar o que começou...- sorrio de leve para ele. Ele tirou meu vestido rapidamente e deslizou as mãos pelas minhas costelas e sobre meus s***s, apertando com os polegares em meus m*****s endurecidos, com seu olhar sombrio fixado na minha expressão durante todo o tempo. Suas mãos eram grandes e tão ásperas que quase me machucavam, mas, em vez de reclamar ou me afastar, eu pressionei o corpo contra suas palmas, querendo ainda mais, e mais forte. Sem conseguir me aproximar mais, eu me apressei com seu zíper, tirando e jogando suas calças e cueca no chão. Então apertei forte seu p*u, sentindo-o pulsar em minha mão. - Não aguento mais esperar! - ele diz me deitando na mesa novamente. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ele segurou meus calcanhares, agarrou seu p*u e deu um passo para frente, penetrando fundo dentro de mim. Eu nem pude ficar horrorizada pelo gemido alto que soltei, estava surpresa. - O que foi? - ele questiona sorrindo. Eu estava envergonhada pela maneira que ele era ágil e rápido. Alguns minutos me penetrando fortemente, ele tira bem quando eu estava prestes a gozar. Por um instante, achei que iria me deixar ali daquele jeito, mas então ele agarrou meus braços e me puxou para fora da mesa, pressionando lábios e língua contra minha boca. - Vamos para o quarto! - ele me leva no colo até nosso quarto e me atira sobre a cama subindo por cima de mim e enfiando seu pênis duro e quente para dentro. Ele me deixou de quatro, esticou o braço e moveu as pontas dos dedos por cima do meu c******s, exercendo a pressão perfeita, no ritmo perfeito. Eu podia sentir seu sorriso pressionado contra minha nuca e, quando ele abriu a boca e mordeu minha pele, eu gozei. Um calor se espalhou por minhas costas, ao redor dos quadris e entre as pernas, me jogando de volta contra ele. Minhas mãos bateram no vidro e meu corpo inteiro tremeu com o orgasmo que se espalhou em mim, me deixando sem ar. Quando finalmente acabou, ele saiu de dentro e me virou, mergulhando a cabeça para chupar meu pescoço, meu queixo, meus lábios. - Você é incrível Isa...- ele estava prestes à gozar dentro de mim. - Não tire! - agarro a cintura dele deixando o seu esperma fluir. - Você é maravilhoso meu amor...- sorrio abraçando seu corpo suado.
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