5° Batalha.

2088 Words
- Você será encarregada da limpeza da sala de artes. - ele diz me guiando por um corredor enorme. - E o salário? - questiono rapidamente. - Certo...é 50 por dia e claro, folga aos sábados, domingos e feriados. - ele sorri. - É perfeito! - digo sorrindo. - Espero que dure, nossa última arrumadeira largou o emprego nesta manhã... - Me pergunto o por quê...não deve ser tão rui- entro na sala e vejo tintas nas janelas, no piso, no quadro e até mesmo na parte de trás da porta. - Isso é uma faculdade ou um jardim de infância? - Você limpa tudo, organiza os quadros em ordem alfabética e tem direito à quinze minutos de descanso todos os dias, são oito horas de trabalho, como a sala fica ocupada de manhã comece às 13 horas. - Entendo...darei o meu melhor...começo quando? - sorrio de leve. - Amanhã mesmo! Digo que são oito horas de trabalho, mas se terminar antes está liberada para ir embora. - ele sorri. - Te vejo amanhã Isabella! - ele sai andando até sua sala. Vou embora ao lado de Monica que estava bastante confiante sobre a sua vaga na faculdade, ela vai saltitando de alegria. - Dá pra imaginar? Eu escritora? Lançando poemas, livros enormes! Dá um frio na barriga só de imaginar! - ela sorri. - Afinal vi Jack, ele conversou comigo, é ótimo o emprego que ele arrumou! - Sim! Mas sabemos que não será fixo, quando o senhor Joel acabar toda construção, o que ele vai fazer? - questiono preocupada. - É...na empresa a carteira é assinada, então ganha uma boa vantagem... - Isabella Monteiro? - escuto a voz de alguém familiar. - Você por aqui? Quando seus pais disseram que se mudaria, não pensei que fosse para Abilene, que surpresa! - Steve Shirley herdeiro da vinícola no qual trabalhei por anos estava parado perante à mim. - O que faz aqui? Está me seguindo? - questiono surpresa. - Terminei meus estudos mês passado, estava passando um tempo na fazenda, mas agora me matriculei para administração na faculdade! - ele sorri apontando o dedo. - Não acredito! Vou trabalhar nela! - sorrio de leve. - Trabalhar? Não deveria estudar? - Você tem 18 anos Steve...deveria saber que nem todos nascem herdeiros feito você... - Me perdoe...fui rude, e percebi que seu casamento está dando certo, apesar de não ser ao meu lado...- ele sorri encarando Monica. - Que moça bonita, qual o seu nome? - Monica, irmã do marido dela! - Certo, bom, se cuidem meninas, foi um prazer revê-la e saber que frequentaremos um lugar diferente da vinícola...com licença. - ele sai correndo para a faculdade. - Quem é aquele? - Filho do meu ex patrão e claro meu ex pretendente...- sorrio caminhando com Monica. - Ele é bonito...me assusta imaginar que deixou de ser uma fazendeira rica para se tornar uma faxineira de faculdade... - Eu não o amo, isso já é mais que o suficiente. - Monica sorri levemente. - O que foi? Disse algo engraçado? - Você fala tanto de amor...mas nunca namorou ninguém antes do meu irmão, como tem certeza que é amor que sente por ele? Talvez seja apenas algo passageiro, já pensou nisso? - Não me confunda Monica! Eu o amo. Pensar nele, sentir saudade, anseia pela presença dele a todo tempo...se não é amor, o que seria então? - Calma Isa...só estava brincando... - Suas brincadeiras me deixam confusa...passo noites em claro pensando se fiz o certo. - Se o ama, por quê fica confusa? - Eu não sei! - digo respirando fundo. - Estamos chegando em casa, gostaria de que permanecesse o resto do caminho em silêncio por favor. - digo aumentando os meus passos. - Me perdoe Isa...ás vezes falo as coisas sem pensar, com certeza você o ama! Isabella, você abandonou sua família para tentar construir algo em um lugar totalmente diferente...isso é amor...está disposta a encarar o perigo para permanecer ao lado de seu grande amor... - Certo, faça um livro sobre isso algum dia! - sorrio entrando em casa. - Bem vindas de volta meninas! - Anastásia diz preparando o jantar. - Como foi na faculdade? - Foi ótimo! Eles ainda não ligaram? - Monica questiona e o seu sorriso se desfaz. - Não...não eu saiba...Clara a faculdade ligou? - Não mamãe. - Clara responde Anastásia em seu quarto. - São 17:30 Monica, restam algumas horas para faculdade fechar, relaxe! - sorrio colocando minha mão no ombro da mesma. - Encontrei Jack no caminho para a casa de minha patroa! - Sim! Encontramos ele na faculdade, o que acha do emprego? - O salário é surreal...mas não é garantido que ele fique, então não sei o que pensar, preciso aguardar à chegada de Frederick. - Isa conseguiu um emprego também! - Monica sorri. - Sério? Aonde?! - Senhora Anastásia, está diante de uma arrumadeira da faculdade, ganharei 50 por dia, folga aos sábados, domingos e feriados...oito horas de trabalho e 15 minutos para descanso. - EXCELENTE! A minha patroa disse que uma amiga dela precisa de faxina aos sábados, 50 por dia, ganhará 200 dólares, mais 1500 da faculdade! - ela sorri. - É perfeito! Diga a sua patroa que começo no próximo sábado! - sorrio empolgada. - Finalmente vai conseguir juntar uma grana para investir na casa de vocês dois! Como se sente? está empolgada? - Clara sorri saindo de seu quarto. - Eu me sinto a mulher mais feliz do mundo! - sorrio. - Jack vai amar saber que agora tenho dois empregos! Bom, eu pensava que ele iria gostar, mas quando soube que a mulher dele trabalharia em dois empregos ele ficou o oposto de feliz, na verdade durante o jantar ele se silenciou por completo e informou ao pai dele que aceitaria o emprego de entregador por causa da assinatura da carteira. - Não ficou contente como esperava...- digo saindo do banheiro e fechando a porta do nosso quarto. - Me desculpe se demonstrei algo assim...estou muito feliz por você, agora podemos juntar o dinheiro para alugar uma casa com uma boa quantia de entrada. - ele sorri se deitando na cama. - Precisava de um banho, me sinto mais leve e limpo. - Acho que esse é o propósito dos banhos. - sorrio. - Sua boba! - ele me puxa para a cama fazendo cócegas em mim. - Para Jack! Para...ha ha ha ha...eu vou morrer de tanto rir! - ele para e fica observando meus olhos por alguns segundos deixando meu rosto quente. - É linda...às vezes me pergunto se mereço alguém tão delicada e perfeita como você.. - Jack...- encaro ele decidida. - Você ás vezes se sente confuso em relação à tudo isso? - Claro...dá aquele frio na barriga, não é? - Ah...que alívio...- sorrio respirando fundo. - É normal Isa...e é bom...significa que se importa...- ele me beija rapidamente. - Vá dormir...amanhã será um novo dia...boa noite. - o mesmo sorri se virando para o canto. - Jack... - Sim? - ele se vira confuso. - Eu acho que estou pronta...para aquilo...- sorrio constrangida. - Tem certeza? - Sim...- ele sorri me beijando rapidamente. Os beijos dele iam ficando ferozes a cada minuto, como se ele tivesse fome de meus lábios, é a minha primeira vez, me sinto uma massa trêmula esperando para ele me tocar ainda mais. Ele tirou a roupa aos poucos, abrindo botões e zíper como se tivesse todo o tempo do mundo. - Está gostando do que vê? - perguntou ele ao atirar a calça no chão e subir na cama usando apenas uma cueca box branca. A ereção pulsava atrás do tecido, pesada e volumosa. - Eu… - engulo em seco, admirada com a beleza do corpo dele, e sinto meu rosto queimar ainda mais de vergonha. - Bem, sim. Você é lindo, eu… - Então eu quero que você me toque e me descubra. - Jack, deitando ao meu lado novamente - Me descubra. Fico paralisada ao lado dele, mas depois de alguns minutos tomo coragem, estava com tanta vergonha, o suficiente para sentir o seu coração retumbar no peito e ao mesmo tempo em que se sentia extremamente envergonhada, também havia algo dentro de mim que fazia querer seguir adiante apenas para saciar os meus instintos e desejos. - Posso...posso tocá-lo? - pergunto, desviando o olhar do dele. - Foi o que eu pedi. - Jack responde com um sorriso sensual. - Sou todo seu pelos próximos minutos. Assenti e abaixei as duas mãos no corpo musculoso com pelinhos aparados. Sento a pele quente e acaricio. Subo as mãos um pouco mais, lentamente, e paro quando chego ao coração. O coração do Jack pulsava velozmente, talvez tanto quanto o meu, me fazendo sorrir aliviada. - Quero beijá-lo.- sussurro sorrindo maliciosamente. - Beije-me. Onde quiser e como quiser. - respondeu ele. A minha inocência o enchia de ternura e amor, eu podia sentir, mas ele pretendia esperar o tempo que fosse até que eu se sentisse segura e pronta para ele. Abaixo a cabeça e o beijo nos lábios, em seguida na bochecha direita e no pescoço. A pele dele era salgada e quente, e fazia algo estranho dentro de mim se remexer em excitação e desejo. - Não sei o que fazer. - digo em um tom de voz quase inaudível. Jack se levanta e fica de joelhos de frente para mim. Levou uma das mãos na direção da minha cintura fina e a puxou para si, unindo os corpos. Sem dizer uma palavra, ele me beija lento e profundamente, sentindo o sabor e minha alma, entregando-se da maneira mais completa. A ereção dele pulsava de encontro à calcinha úmida, e de maneira ousada faço alguns leves movimentos na cintura para que sentisse mais dele em sua região sensível. Ele tirou o sutiã e o atirou ao chão, admirando os meus s***s redondos e fartos se libertarem. Em seguida me deitou na cama e lhe tirou a calcinha, deixando-a completamente nua para si. - Linda, simplesmente linda. - sussurrou ele em meu ouvido quando nós dois já estavam nus. Aos poucos fui se sentindo mais calma e confiante. Fecho os olhos e pouso as duas mãos na cabeça dele, quando Jack abriu-lhe as pernas e se posicionou entre elas. A língua invadiu minha f***a úmida e rodopiou, fazendo eu revirar os olhos e estremecer de prazer. Logo Jack começou a tocá-la com os dedos abeis que iam e vinham ao redor dos lábios vaginais inchados e pulsantes que ansiavam por ele. Nunca havia sido tocada daquela forma antes, nunca se entregaria de maneira tão complexa e sem limites á outro. Sentia-se quase como uma louca por fazer algo daquela magnitude sem ao menos se perguntar se aquilo não traria arrependimentos no dia seguinte. No entanto não conseguia pensar direito, por isso apenas decidir se entregar cada vez mais e mais na direção de um precipício invisível. Após alguns minutos que passaram lentamente, uma impulsão invadiu meu corpo, fazendo gritar de prazer e me deixando trêmula. Mas ele não deixou eu descansar após toda a pressão s****l que ele lhe infligia. Se afastou e abriu a gaveta ao lado da cama, pegando uma camisinha e voltando a focar toda a sua atenção totalmente em mim. Ele posicionou seu m****o pulsante e extremamente duro, apenas roçando na pele úmida, e em seguida começou a me preencher lentamente, centímetro por centímetro. No início senti uma ardência dolorida e fechei os olhos, mordendo os próprios lábios para segurar a dor que crescia dentro de mim. - Relaxe. - ordenou Jack ao perceber que estava começando a ficar tensa outra vez. Ele levantou para me dar um beijo e a abraçou-me, seu corpo suado. Ele era um homem grande, forte e poderoso em todos os sentidos, no entanto eu era uma mulher pequena de s***s fartos e pele branca, por isso quando decidiu torna-la sua, segurar meus braços para penetrar mais fundo e fazê-la cavalgar cada vez mais rápido, senti que se perdia no prazer de ser dominada por um homem tão vigoroso quanto Jack. Meus músculos procuravam se adaptar ao m****o duro que entrava lentamente, invadindo e impondo uma mistura de prazer e dor que transpassava tudo o que ela era. Eu o abracei forte, sentada em seu colo enquanto ele me segurava pela cintura, direcionando os movimentos ritmados. - Isa...eu vou...- ele sussurra em meu ouvido. - Eu também...goze junto comigo...- suspiro cavalgando ainda mais forte até atingirmos completamente o clímax.
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