Meus pensamentos foram interrompidos por uma batida forte na porta, o que significava que meu tio já havia esperado o suficiente. Ele abriu a porta e tinha seu habitual olhar infeliz no rosto. — Oji, o que posso fazer por você? Ele sentou-se sem ser convidado e balançou a cabeça. — Esperei quase uma hora. Olhei rapidamente por cima do ombro e Jiro revirou os olhos antes de fechar a porta atrás de si, deixando-me sozinho com meu tio. Traidor ! — Tive algumas situações para resolver. Você sabe como é estar no comando. Nem sempre podemos fazer o que queremos. Seus lábios, que antes estavam tensos em uma linha fina, relaxaram como eu sabia que aconteceriam. Meu tio achava que ele era um mistério, o símbolo do orgulho yakuza, mas para mim ele era apenas um homem idoso, preso em seus hábit

