Eu não o insultaria fingindo que não sabia do que ele estava falando. Ele esperava que eu estivesse em sua cama, o que eu não estava, e queria saber por quê. — Meus amigos me chamam de V. Respondi sem pensar. Eu não tinha certeza de como formular a resposta à sua pergunta. Tantas coisas aconteceram, mas eu não queria que Jiro se envolvesse mais em nossa história do que já estava. — Muito legal. Mas não sou seu amigo, Violeta. Ele pronunciou o meu nome lentamente, fazendo com que parecesse uma de suas carícias eróticas que me fizeram instintivamente pressionar as minhas coxas uma contra a outra. — Eu não quero ser o seu amigo. Eu quero ser muito, muito mais. Os seus olhos percorreram a minha camisa de algodão e pararam na bainha na coxa. — Muito mais. Ele disse novamente, seus olhos não ma

