A manhã começou com o zumbido de uma cidade que m*l sabia do terremoto que a atingira durante a noite. No topo de seu arranha-céu, Richard Schneider já estava em seu escritório, uma xícara de café intocada ao lado de uma tela de computador que exibia as manchetes urgentes dos portais de notícias. Ele pegou o telefone e discou o número de Alessandra. Ela atendeu no primeiro toque, a voz tensa. — Richard... — Ale, você está...? — Ele nem teve tempo de perguntar. — Sim — ela respondeu, a voz um sussurro. — Eu já estou vendo. A câmera de Alessandra, e a de Richard, e a de milhares de outras pessoas em São Pietro, estava focada na mesma imagem. A voz profissional e grave da repórter Lorena Correa, da SPTV, narrava a tragédia. — ...as informações ainda são preliminares, mas o que sab

