Capítulo 229

434 Words

O som da sirene era um grito de urgência que cortava o ar. As portas da ambulância se abriram e o caos organizado do pronto-socorro do Hospital São Lucas entrou em ação. No centro de tudo, calmo como o olho de um furacão, estava Gabriel. — Vítima de acidente de carro, capotamento. Homem, 42 anos, múltiplos traumas, saturação caindo para 88! — Gritou um paramédico. — Para a sala de trauma um, agora! — Ordenou Gabriel, a voz firme, já caminhando ao lado da maca. — Quero acesso venoso com duas linhas, prepara o ultrassom FAST. Preciso ver se há sangramento interno. Sua equipe se movia com uma precisão coreografada, cada um sabendo sua função. Ele era o maestro daquela sinfonia de vida ou morte. Ali, em meio ao sangue, aos monitores apitando e à adrenalina, ele não era o homem quebrado

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