Enquanto Alessandra fervia em sua prisão domiciliar, a matriarca da família Fontana estava em sua biblioteca, assistindo à mesma reportagem com uma calma fria. O Dr. Alencar havia feito um trabalho magnífico. A narrativa de "Vitória, a Vítima Coagida" estava sendo engolida pela mídia. A porta se abriu e Vitória entrou, parecendo uma pessoa completamente diferente da ruiva "Paola Brasi". Seus cabelos estavam de volta ao seu tom natural, escuros e sedosos, e ela usava um vestido preto de corte impecável. — Agradeço por ter me avisado sobre a imprensa, vovó — disse Vitória, servindo-se de uma dose de uísque no bar de Olívia. — Deu tempo de pintar o cabelo e me livrar daquela figura ridícula antes que os fotógrafos aparecessem. Ela deu um gole, o sorriso cheio de escárnio. — Disseram q

