Mais um dia. O sol de São Pietro, fraco e filtrado pela poluição, m*l atravessava a persiana do meu quarto. Levantei, o corpo reclamando do colchão que já pedia um substituto. Meu apartamento não tem nada a ver com as coberturas que eu costumo frequentar a trabalho É um lugar comum, em uma área comum, que alguns dos meus clientes chamariam de "um put@ chiqueiro". Eu chamo de lar. O único lugar onde eu não preciso ser Argos, o cara fechado que parece carregar todas as respostas do mundo. A rotina é a mesma. Café preto, com muito açúcar porque eu não sou um coroa chato, e pão com manteiga. Me sentei no meu sofá surrado e liguei a TV, colocando no episódio do anime que me viciou nas últimas semanas. Eu sei, eu sei. Demorei anos para assistir, sempre neguei as modinhas. Mas preciso adm

