O som de ossos se partindo foi seguido por um grito agudo que ecoou pela sala vazia. Leo, amarrado à cadeira, choramingava, o suor e as lágrimas escorrendo por seu rosto. Dois dos dedos de sua mão direita estavam dobrados em ângulos antinaturais. — Eu não sei! Eu juro, eu não sei do que vocês estão falando! — Ele implorava. Vitória, sentada à sua frente, observava a cena com um tédio calculado. Ela estalou os próprios dedos. Uma. Duas. Três vezes. Um ritmo lento, quase musical. O único outro homem na sala, um gigante silencioso que ficava nas sombras, se aproximou de Leo. Sem uma palavra, ele agarrou a mão direita de Leo novamente e, com uma série de torções rápidas e brutais, quebrou os três dedos restantes. O grito de Leo desta vez foi abafado, um som de pura agonia. — Vai fica

