Chego no galpão vou direto no homem que está me devendo e tentou fugir, odeio essas pessoas que pegam dinheiro comigo a juros e não pagam, ou aqueles que pegam uma quantia boa de drogas para fazer dinheiro e não me pagam a minha parte, se não soubessem quem sou, ou do que sou capaz, mas conquistei o respeito desde novo. É cada uma.
O homem está dependurado pelos pulsos, ele não é muito magro, então seus pulsos estão vermelhos. Não permiti que dessem comida ou água, sua boca está claramente seca. Ele está a pouco mais de 12 horas desse jeito.
— Desçam ele, vamos apenas conversar.
— Sim senhor.
Meus homens o descem e algemam seus pés na cadeira. Ele tenta falar mais eu levanto a mão e ele se cala.
— Guarde sua saliva, iremos ser rápidos, ok? Eu pergunto e você me responde.
Ele vai abrir a boca novamente e eu fecho meu semblante, ele apenas concorda com a cabeça. Tiro minha jaqueta e entrego para meu braço direito.
— Guarde, não quero sujá-la de sangue.
— OK.
Me sento em uma cadeira bem de frente ao homem, é nítido o medo em seus olhos.
— Então achou que poderia se esconder e não me pagar?
— Me desculpe... Senhor Miller, irei lhe pagar sim, só preciso de mais tempo.
— Sabe, o que mais me intriga, não é a tentativa de fuga em si.
Me levanto, me aproximo dele, ficando atrás dele.
— O que me intriga, é você ser abusado o suficiente de ainda entrar no meu depósito e tentar me roubar.
Volto para a frente dele, aperto o seu rosto, olho bem dentro de seus olhos e grito.
— QUERO A MINHA MERCADORIA. AONDE ESTÁ?
— Não... eu não fui...
Dou um soco em seu rosto tão servido que a cadeira chega a cair.
— Levanta ele.
Meus homens o levantam.
— Não é o que fiquei sabendo Miguel.
Vou até a mesa onde contêm alguns acessórios de tortura, escolho um alicate de corte.
— Bom quem sabe isso ajude a refrescar sua memória.
Corto o dedo mindinho da mão dele, ele começa a gritar.
— AHHHHHHH!!
— E só me dizer aonde está o que me pertence que eu paro. – Ameaço cortar outro dedo.
— Eu não peguei nada, apenas fugi... porque não consegui o valor total... para lhe pagar... Eu não quero morrer.
— E quanto conseguiu juntar? Um terço? Metade? Fala p***a.
Dou mais um soco nele, dessa vez ele não cai, mas cospe sangue.
— Fala seu merda.
— Quase tudo.
— E aonde está?
Dessa vez, escolho um martelo e dou um golpe no joelho esquerdo dele.
— AHHHHHH!
— Vai falar ou ficar sem mexer os dois joelhos?
Levanto o martelo para acertar o joelho direito e ele começa a falar.
— Tudo bem, está em um armário na rodoviária.
— Olha só, não foi difícil falar, precisava de tudo isso?
Olha para a minha roupa, está toda suja, preciso de mais detalhes.
— Traga água para ele.
Meus homens trazem um copo de água, ele bebe de uma só vez.
— Bom garoto, agora me diga, onde está a chave do armário e qual armário é.
Ele passa todas as informações, meus homens já sabem o que fazer.
— Rápido.
Meus homens saem para ir em busca da chave e do meu dinheiro. Me sento novamente na cadeira, dessa vez começo a mexer no meu celular, tem algumas mensagem, respondo elas e como sempre tem mensagem daquela louca, ela não cansa, só de ver a mensagem dela me estresso. Meus homens chegam com a bolsa com o dinheiro. Me levanto e digo ao homem.
— Pronto, agora meus homens irão verificar quanto está me devendo. Mas não pense que me esqueci do seu atrevimento de entrar em meu depósito.
— Senhor Miller, eu lhe disse, não te roubei.
— Hahaha. – Dou uma risada alta. — Eu sei, mas não faz diferença.
POW
Acerto um tiro na testa dele. Sigo para a sala ao lado, aquele ali sim é o ladrão. Mais um vez seguimos o fluxo, uma mentira, uma tortura, alguns gritos e no final o maldito acaba cedendo e contando o que quero saber. Claro que com ele o final foi diferente, ele me roubou, não poderia simplesmente deixar morrer, preciso passar um recado, assim evito que outros tentem a mesma façanha. Após estar espancado, todo sujo de sangue e ainda por cima de merda, sim o maldito se cagou, não aguentou alguns choques, tudo bem que os pés dele estavam dentro de um balde com água, mas ele mexeu comigo. Leonard Miller.
Fiz um furo nele com uma adaga bem fina, o sangue escorre em seu pescoço, mas não o mata ainda, mandei meus homens o levarem para o local onde estava guardada a mercadoria, ele foi arrastado do galpão até lá, cerca de 20 quilômetros, eles chegaram lá, amarram ele em um poste bem em frente a porta como se fosse um espantalho.
Enquanto eles fazem isso eu tomo um banho no galpão mesmo, quando estou saindo do banheiro recebo uma foto dos meus homens do ladrãozinho de merda, troco a camisa e a calça, visto minha jaqueta e saio de moto em direção a boate Seducción.
Chego na boate, todos me conhecem sigo direto para o bar, peço uma dose de Whisky, viro em um único gole. Peço mais uma, mas dessa vez, levo o copo comigo, vou em direção a ao setor das dançarinas. Fico admirando as dançarinas um pouco, elas fazem um número bem sedutor, mesmo que sejam as mesmas meninas ainda é animador.
Não demora muito e María vem rebolando e se senta em meu colo, tem diversas meninas aqui na boate, mas, das meninas que fazem o serviço completo, apenas as chicas, María e Juana me encantam. Maria se esfrega em mim e a b***a empinada dela me deixa de p*u duro, viro o resto do Whsiky, coloco o copo de lado e passo a mão por todo o corpo dela.
— Vamos subir.
Tenho um quarto privativo aqui, apenas eu e a faxineira temos as chaves. Entrando no quarto, já arranco a roupa dela. Aperto os s***s avantajados dela e ela solta alguns gemidos, passo a mão na b****a dela, quando vou colocar um dedo dentro dela meu celular toca. Olho para o visor do celular e é Zoya, minha “noiva” desligo o celular, enquanto estava olhando para meu celular María tira minha roupa, meu p*u duro salta para fora ela morde os lábios olhando para ele, esperando apenas meu comando.
— Chupa.
Ela obedece, eu seguro a cabeça dela firme e estoco na boca dela, ela chega a engasgar eu ignoro porque sei que elas gostam disso, antes que ela me faça gozar puxo ela pelos cabelos, jogo ela na cama, visto uma camisinha no meu p*u, coloco ela de quatro e sem aviso meto nela, com força e rápido. A chica grita de prazer... Depois de um tempo chego ao ápice... tiro meu p*u de dentro dela, dou um nó na camisinha e vou para o banheiro, jogo o preservativo no lixo, passo uma água no corpo, saio do banheiro e María já saiu, me visto e saio.
Desço, acerto a conta e sigo em direção a minha casa. Entro em casa e dou de cara com a Zoya, sentada em meu sofá.
— O que você faz aqui?
— Eu te liguei.
— Eu vi e não quis atender. Me diz logo, o que faz aqui? E quem deixou você entrar?
— Querido sou sua noiva...
— Cala a boca Zoya, temos um contrato sim, mas ainda não somos noivos. Isso não muda nada em nossas vidas.
— Ah! muda sim. Não ficarei sendo taxada de corna, para você ficar indo em boates. Era onde estava, não era?
Perco a paciência com essa garota, estava tão relaxado, agora isso. Me aproximo dela, seguro seu pescoço, chego bem perto dela.
— Olha aqui, noivinha, irei sim me casar com você, mas isso não significa que você irá algum dia mandar em mim. Aqui quem manda sou eu. Conforme-se com isso. E quem gosta de sair por aí falando que é minha noiva é você, porque eu nem lembro que você sequer existe. Não vou mudar nada em minha vida.
Solta o pescoço dela, seguro em seu braço e a arrasto para fora de casa. Faço um sinal para os seguranças se aproximarem.
— Quem deixou ela entrar sem minha permissão?
— Senhor Miller, ela é sua noiva, disse que tinha direito de entrar.
— Pois não tem. Enquanto eu não me casar, ela só entra com a minha autorização. Entenderam?
— Sim senhor.
— Mas me digam, qual de vocês, permitiram que ela entrasse?
— Fui eu senhor.
POW - Atiro nele sem pensar
— Isso, foi sua culpa princesinha, acorda para a realidade.
— Léo... isso não vai ficar assim.
Ela sai pisando fundo em direção ao portão.
“Como não percebi o carro dela do lado de fora? Espero que agora ela me dê um pouco de paz.”
Vou na cozinha, preparo algo fácil e rápido para comer, como, vou até o escritório, verifico algumas coisas e subo para meu quarto, tomo um banho e durmo.