Era uma linha reta entre o elevador e o quarto de Anthony. Eu não questionei quando ele apertou o botão do andar dele no elevador e muito menos da sua mão alisando minhas costas enquanto o elevador subia e subia. — Não acho que devo entrar ali — parei no corredor, tentando ouvir o lado da razão em meu ombro direto. Anthony olhou para mim, uma das mãos dentro do bolso da calça e o corpo levemente virado para o meu. — Você precisa limpar esses machucados e tem um kit de primeiros socorros no banheiro — ele indicou, com uma breve sinalização, a porta do quarto logo adiante —, venha. Não vá. Vá, durma com ele, deixe que ele te leve aos céus. Não. Sim. — Eu não...Ant eu acho melhor eu... Anthony se cansou da minha indecisão, tudo em sua expressão e postura diziam isso. No entanto, el

